<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456</id><updated>2011-08-19T19:31:31.543+03:00</updated><title type='text'>Brasil - Restaure essa Idéia</title><subtitle type='html'>Este site mudou! Desculpem-me pelo transtorno. Por favor visite a nova página abaixo discriminada e tenha uma excelente leitura!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>92</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-111454379354125634</id><published>2005-04-26T22:25:00.000+03:00</published><updated>2005-04-26T22:29:53.543+03:00</updated><title type='text'>MUDAMOS DE ENDEREÇO</title><content type='html'>Informo aos ilustres leitores/as que por motivos técnicos este site será desativado.&lt;br /&gt;Desde já convido à todos a visitarem minha nova homepage, mais dinâmica e espaçosa para uma leitura mais proveitosa de Vossas Senhorias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Accessem o "A Clava Forte" - &lt;a href="http://avante-camarada.tripod.com"&gt;http://avante-camarada.tripod.com&lt;/a&gt; e sejam bem vindos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenciosamente,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yitzhak Frank Katan&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-111454379354125634?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/111454379354125634/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=111454379354125634' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/111454379354125634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/111454379354125634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2005/04/mudamos-de-endereo.html' title='MUDAMOS DE ENDEREÇO'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-110276716242200921</id><published>2004-12-13T07:27:00.000+02:00</published><updated>2004-12-13T07:49:42.553+02:00</updated><title type='text'>DIA DO IMPERIAL MARINHEIRO</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;MARQUÊS DE TAMANDARÉ&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000066;"&gt;PATRONO DA MARINHA IMPERIAL DO BRASIL&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Almirante da Marinha Imperial do Brasil&lt;/em&gt;, &lt;strong&gt;Joaquim Marques Lisboa&lt;/strong&gt; - &lt;strong&gt;Marquês de Tamandaré &lt;/strong&gt;– foi "O Nelson Brasileiro"!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por tradição muito mais que justa é cultuado patrono desta ainda grandiosa Marinha, em razão, segundo o espírito do Aviso 3322 de 4 de dezembro de 1925 que instituiu o seu aniversário como o Dia do Marinheiro e Dia de Tamandaré.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"&lt;strong&gt;Representar na História Naval Brasileira a figura de maior destaque dentre os não poucos ilustres Oficiais da Marinha Imperial que honraram e elevaram a sua classe&lt;/strong&gt;", fora questão de justiça histórica homenagear o "&lt;strong&gt;Velho Marinheiro&lt;/strong&gt;". E mais, "&lt;strong&gt;neste dia deveria a Marinha render-lhe as homenagens reclamadas por seus inomináveis serviços à liberdade e união dos brasileiros, demonstrando que o seu nome e exemplos, continuam bem vivos no coração de quantos sabem honrar a impoluta e gloriosa farda da Marinha Imperial Brasileira&lt;/strong&gt;".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por seus quase 67 anos de heróicos, legendários e excepcionais serviços prestados à Marinha, é por ela hoje considerado o seu &lt;strong&gt;Marinheiro Símbolo e Padrão&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O futuro Almirante Tamandaré ingressou na Marinha Imperial em 4 de março de 1823, aos 16 anos, tendo sido designado para servir a bordo da fragata "Nictheróy", como praticante de piloto, ao comando do Almirante Taylor que, integrando a Armada Imperial Brasileira, então ao comando de Lord Cockrane, combateu as Forças Portugueses que recusavam submeter-se à Nova Ordem, agora sob o reinado de Dom Pedro I, quando por ocasião da Independência, na Bahia, em 1823.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Terminada esta guerra, na qual se destacou, freqüentou por quase um ano a &lt;strong&gt;Academia Imperial dos Guardas - Marinha&lt;/strong&gt;, até ser requisitado pelo Almirante Cockrane para embarcar na nau "Dom Pedro I" destinada a combater, desta vez, maus brasileiros, sob a denominação de "&lt;em&gt;Confederação do Equador&lt;/em&gt;", no Nordeste. Nestas ações se impôs a admiração e estima dos seus chefes os quais atestaram que ao tempo de sua participação na guerra da Independência "&lt;strong&gt;já possuía condições de conduzir uma embarcação a qualquer parte do mundo&lt;/strong&gt;". Com isto conseguiu sua promoção a 2º Tenente em 2 de agosto de 1825, marco de sua brilhante carreira que o conduziria a condição de &lt;strong&gt;marinheiro de guerra símbolo e padrão de um Brasil que desde a chegada da Real Corte, tranformou-se em respeitável potência, embora a historiografia oficial, que é cega e ignorantemente republicana, nega em revelar nos livros escolares&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Foi o Marquês de Tamandaré marinheiro de dois grandes Reinados, sob a égide de pai e filho grandes estadistas, vira o Brasil transformar-se em Reino e potência respeitada, guerreara nas campanhas pela Independência, nas justíssimas intervenções no Prata, defendendo com alto grau de patriotismo os interesses do Brasil, tomara sempre parte ao lado da lei nas convulsões que sacudiram o Brasil quando no período das Regências, criara e legara a vitória no Uruguai e no Paraguai à Marinha Imperial do Brasil, no Reinado de Sua Majestade o Imperador Dom Pedro II - "O MAIOR DOS BRASILEIROS", assistira incrédulo e desgostoso a Proclamação da República, a Revolta da Armada - de sua Marinha Imperial que toda a sua vida dedicara com honra, pisara o convés de tábuas dos veleiros e na coberta chapeada de ferro dos primeiros encouraçados da marinha que se tornara a segunda armada de guerra depois da Inglaterra, vira a nau e o brigue, o vapor de rodas e o monitor e a couraça e o torpedeiro destinada a vencê-la&lt;/span&gt;".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Marquês de Tamandaré é grande parte da &lt;strong&gt;História do Brasil&lt;/strong&gt; e de sua &lt;strong&gt;Marinha&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Após haver combatido na guerra da Independência na Bahia, em 1823 e na Confederação do Equador, em 1824, Tamandaré lutou na guerra Cisplatina 1825-28, inclusive no comando de dois navios, aos 20 anos, quando capturou em ação os barcos adversários "Ana" e "Ocho de Febrero", além de haver lutado bravamente em Corales e Lara Quilmes. Teve atuação febril no combate das Setembrada (set 1831) e Abrilada (abr 1832) e Praiera (1840) em Pernambuco e Sabinada (1835), na Bahia e Balaiada (1841), no Maranhão (1841). Ali comandou as Forças Navais, quando, em apoio à Caxias, desempenhou ação decisiva no campo logístico e operacional.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por estar enfermo não combateu na guerra contra Oribe e Rosas (1851-52). Manteve ação brilhante e direta na campanha contra Aguirre, em 1864 e destacada na guerra da Tríplice Aliança contra o Paraguai (a &lt;strong&gt;Guerra Grande&lt;/strong&gt; 1865-70), até 22 de dezembro de 1866.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Seu maior feito militar foi haver comandado a conquista da cidade oriental de Paissandú, em 1 e 2 de janeiro de 1865. Vitória que assegurou às &lt;strong&gt;Forças Imperiais do Brasil&lt;/strong&gt;, posição estratégica de real valia na vigilância de fronteira, além de com ela abrir os portos à posse de Montevidéu, conseguida com o acampamento do nosso então glorioso &lt;strong&gt;Exército Imperial&lt;/strong&gt; em Frei Bentos e de nossa Armada no porto de Montevidéu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em 11 de junho de 1865 travou-se a vitoriosa Batalha do Riachuelo, a maior batalha naval da América do Sul vencida pela &lt;strong&gt;2ª e 3ª divisões da Esquadra Imperial Brasileira&lt;/strong&gt; sob o seu comando, e então comandada pelo &lt;strong&gt;Almirante Barroso&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Marquês de Tamandaré após relevantes serviços no comando da Esquadra Imperial em operações, passou o comando da mesma, em Curuzú, encerrando, assim, &lt;strong&gt;mais de 30 anos de assinalados serviços à Segurança de um Brasil não somente gigantesco em sua geografia, mas em seu estadismo, prestando-se, até 20 de janeiro de 1890, data de sua reforma, depois de quase 67 anos de notáveis serviços à administração naval do Império do Brasil&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Marquês de Tamandaré nasceu em &lt;strong&gt;13 de dezembro de 1807&lt;/strong&gt;, na Vila de São José do Norte, no Rio Grande do Sul. Filho de &lt;strong&gt;Francisco Marques Lisboa&lt;/strong&gt; e de &lt;strong&gt;Eufrásia Joaquina de Azevedo Lima&lt;/strong&gt;, de uma numerosa família formada por 12 irmãos. Sua infância e meninice transcorreu debruçado no sangradouro da Lagoa dos Patos, onde desenvolveu grande habilidade em natação e aprendeu navegação. Inúmeras vezes atravessou o canal que mais tarde mapeou, como capitão, em vai e vem, entre as vilas de São José do Norte e Rio Grande.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Almirante e Marquês de Tamandaré casou-se a 19 de fevereiro de 1838 com sua sobrinha Eufrásia de Lima Lisboa, com a qual teve 6 filhos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O velho, experimentado, audaz, corajoso lobo do mar brasileiro, Almirante Tamandaré, "&lt;strong&gt;âncora da lei&lt;/strong&gt;" &lt;strong&gt;de um Brasil respeitado e temido&lt;/strong&gt;, baluarte defensor da Nacionalidade, findou sua existência aos 88 anos, em 20 de março de 1897, no Rio de Janeiro. Dispensou honras fúnebres, segunfo sua vontade, como abaixo reproduzido o seu testamento:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"Exijo que meu corpo seja vestido somente com camisa, ceroula e coberto com um lençol, metido em um caixão forrado de baeta, tendo uma cruz na mesma fazenda, branca, e sobre ela colocada a âncora verde que me ofereceu a Escola Naval em 13 de dezembro de 1892, devendo-se colocar no lugar que faz cruz a haste e o cepo um coração imitando o de Jesus, para que assim ornado signifique a âncora-cruz, o emblema da fé, esperança e caridade, que procurei conservar sempre como timbre de meus sentimentos. Sobre o caixão, não desejo que se coloque coroas, flores nem enfeites de qualquer espécie, e só a Comenda do Cruzeiro que ornava o peito do Sr. Dom Pedro II, em Uruguaiana, quando compareceu como primeiro dos voluntários da pátria para libertar aquela possessão brasileira do jugo dos paraguaios que a aviltavam com sua pressão; e como tributo de gratidão e benevolência com que sempre me honrou e da lealdade que constantemente a Sua Majestade Imperial tributei, desejo que, essa Comenda relíquia esteja sobre meu corpo até que baixe à sepultura.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Exijo que se não faça anúncios nem convites para o enterro de meus restos mortais, que desejo sejam conduzidos de casa ao carro e deste à cova por meus irmãos em Jesus Cristo que hajam obtido o foro de cidadãos pela Lei de 13 de maio. Isto prescrevo como prova de consideração a essa classe de cidadãos em reparação à falta de atenção que com eles se teve pelo que sofreram durante o estado de escravidão; e reverente homenagem à grande Isabel a Redentora, benemérita da Pátria e da Humanidade, que se imortalizou libertando-os.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Exijo mais, que meu corpo seja conduzido em carrocinha de última classe, enterrado em sepultura rasa até poder ser exumado, e meus ossos colocados com os de meus pais, irmãos e parentes, no jazigo da família Marques Lisboa.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Como homenagem à Marinha, minha dileta carreira, em que tive a fortuna de servir à minha pátria e prestar alguns serviços à humanidade, peço que sobre a pedra que cobrir minha sepultura se escreva:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;'Aqui jaz o Velho Marinheiro'&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Almirante Joaquim Marques Lisboa - Marquês de Tamandaré&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;"&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seis marinheiros de sua gloriosa e querida Marinha o transportaram da sua casa ao carro fúnebre.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tamandaré sublimou as Virtudes Militares de Bravura, Coragem, Honra Militar, Desprendimento, Devoção e Solidariedade. Da última falam seus heróicos e repetidos feitos de repercussão internacional, de salvar navios e pessoas, em perigo no mar, sobre o que escreveu Gustavo Barroso, a propósito de um salvamento na Amazônia: "&lt;strong&gt;A esse homem que nascera predestinado às lides guerreiras, o destino reservara miraculosas salvações de navios e pessoas. Fizera-as já no Rio da Prata, nas águas plúmbeas da Patagônia, acabava de fazê-las no Mar Dulce da Amazônia, fá-las-ia ainda nos mares da Europa e do Brasil&lt;/strong&gt;".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Patrono da Marinha, Almirante Tamandaré empresta seu nome a incontáveis ruas e avenidas de nosso país. Denomina também uma cidade no Estado do Paraná. Em Araraquara, seu nome está na rua através da Lei 1328, de 10 de março de 1964, que denomina Rua Almirante Tamandaré a antiga Rua Maranhão (Nona Travessa), na Vila Xavier.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E hoje? Não temos mais heróis senão um bando de interesseiros e aventureiros de última hora, "salvadores da pátria" que somente mergulharam e ainda mergulham o Brasil mais e mais para baixo no conceito das nações e humanidade!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Isaac Katan&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-110276716242200921?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/110276716242200921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=110276716242200921' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110276716242200921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110276716242200921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/12/dia-do-imperial-marinheiro.html' title='DIA DO IMPERIAL MARINHEIRO'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-110072053242241451</id><published>2004-11-17T21:29:00.000+02:00</published><updated>2004-11-17T21:49:12.266+02:00</updated><title type='text'>PALAVRAS DO CHEFE DA CASA IMPERIAL DO BRASIL</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#003300;"&gt;Em meio à tormenta política,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#003300;"&gt;restauração da Fé e da moral,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#003300;"&gt;solução de fundo para&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#003300;"&gt;os problemas brasileiros&lt;/span&gt;.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na atual crise por que passa nossa Pátria, as esperanças de um número crescente de brasileiros se voltam para a causa monárquica, persuadidos de que é nela que podem encontrar, na ordem do pensamento como no da ação, os rumos a seguir:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1. O País torna patente assim seu alto grau de vitalidade, pois um povo que, em meio à crise que o sacode, sabe voltar os olhos para seu passado, a fim de nele encontrar a inspiração para o futuro, revela ipso facto uma nobre perseverança no empenho de encontrar em si mesmo, e não em fontes alienígenas, as soluções adequadas a seus múltiplos problemas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desse desejo de uma volta às raízes, dá testemunho um conhecido matutino, particularmente insuspeito, já que se ufana de ter sido dos primeiros pregoeiros da República no Brasil. Constata ele: "A maioria das 800 pessoas entrevistadas durante o trabalho da Standard, Ogilvy &amp;amp; Malher demonstraram desejo de retorno aos velhos tempos. Tão antigos que chegaram a vibrar com a monarquia" ("O Estado de São Paulo, 30.08.92).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um país em condições como são presentemente as nossas, que não procura a solução de seus problemas em medidas carentes de originalidade, superficiais e simplesmente mimetistas do que acontece fora de suas fronteiras, e pelo contrário, as procura em suas próprias raízes: esse País revela uma apetência fecunda de sua própria identidade. E é impossível não ver nisto a expressão de uma pujante vitalidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2. Cabe-me, como chefe da Casa Imperial, ir pressurosamente ao encontro dessa alta inspiração, ufano de presenciar a trajetória de nosso País rumo a essa significativa tradição, na qual um número crescente de meus compatriotas não vê apenas a evocação enlevada de um áureo passado, mas o receptáculo rico em inspirações de um largo e glorioso futuro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3. Assim, fiel depositário, por sucessão dinástica, desses valores tradicionais provenientes de meus maiores, começo por exprimir o anelo de que as soluções que para nosso País se encontrem evitem, em toda a medida do possível, as malquerenças, as divisões, os entrechoques de brasileiros uns com os outros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por ocasião da Independência, a permanência do regime monárquico no Brasil se deveu, em larga medida, ao sábio empenho de nossos primeiros estadistas, em conservar a unidade nacional. Essa preciosa unidade resultou do mútuo afeto dos brasileiros, propensos a ver no Brasil nascente uma imensa família de Províncias - e depois de Estados -, mais do que um mero conglomerado anorgânico, interesseiro e efêmero, de unidades que o sopro de algumas simples desavenças regionalistas bastaria para desfazer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essa missão unificadora, a Coroa a desempenhou, com suavidade e vigor, de tal maneira que a oportuna implantação do regime federativo, e a simultânea proclamação da República - regime então no auge da modernidade internacional - não chegaram a combalir. E isto, apesar do fato de, quer a Federação, quer a República, serem, em diferentes medidas, centrífugas por sua própria natureza.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;4. Desejoso, portanto, de atuar em nosso querido País como um fator de unidade, e não de divisão e de luta, abstenho-me aqui de qualquer referência, e sobretudo de qualquer tomada de posição ante as divisões políticas, às quais não faço alusão no momento, senão para formular uma observação prévia, acalentadora para nossos compatriotas de um e de outro lado do espectro partidário.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Noto, no panorama político, uma transformação que suscita grandes esperanças. Consiste ela em uma larga e aliás indispensável dilatação de horizontes em nossa vida pública. Com efeito, durante muito tempo os homens públicos e comentaristas políticos do Brasil foram influenciados pela idéia de que a vida do Estado pode desenvolver-se sem deitar muita atenção no contexto cultural e social do País. Parecia-lhes que ao Estado competia mover-se em esfera própria e de nível superior, na qual figurava como protagonista exclusivo, ou quase tanto, a classe propriamente chamada de política. De onde uma espécie de fratura do País em dois segmentos: os políticos, e a imensa massa apolítica. Esse erro, a Monarquia conseguiu evitá-lo em apreciável medida. Mas o sistema partidário, como a República o concebeu e o viveu, pelo contrário o aprofundou cada vez mais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Presentemente, tal divisão parece estar atingindo um ponto de incandescência. Mas as acusações que uns e outros se vão atirando em face vão fazendo notar aos políticos e ao País a relação profunda existente entre os problemas morais e os problemas políticos, e que uma revivescência moral do Brasil se impõe como condição sine qua non para que este reencontre seu caminho. E, importa notar, uma das partes dessa revivescência deve ser a tradição, a qual, juntamente com a Fé e com os valores próprios da vida cultural de uma nação, pode levar a bom caminho o curso dos acontecimentos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;5. É preciso, dentro da atual conjuntura, considerar ainda outros aspectos positivos, os quais não é fácil discernir, em meio à fumarada da presente polêmica que sacode a nação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Manda a verdade que reconheçamos não ser a atual crise brasileira um fenômeno autônomo, todo nascido de nosso chão, e relacionado apenas com os problemas nacionais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em seus traços essenciais, a crise que nos afeta se estende a todos os países da civilização ocidental.Assim, a crise da família, célula mater da sociedade, tão profunda e perigosa entre nós, abrange incontestavelmente todo o Ocidente. O mesmo se diga do ceticismo filosófico e religioso, o qual convive paradoxalmente com o que se pode chamar explosão das superstições mais arbitrárias, mais grotescas e mais primitivas, e o espraiar de uma verdadeira ofensiva contra a razão humana e contra o homem, como rei da natureza!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Manifestações de toda essa crise geral da cultura podem encontrar-se entre nós. Prova disso é, por exemplo, a antipatia com que círculos minoritários, mas já em impetuosa expansão, vão comentando o V Centenário do Descobrimento e da Evangelização da América, e certo indigenismo arquixenofóbico que chega a lamentar a introdução do Cristianismo em nosso continente, em prejuízo dos cultos idolátricos e supersticiosos, dos infelizes índios, nossos aliás diletos irmãos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nada disso é autóctone, mas faz parte de um vagalhão que varre todo o Ocidente.Mas, perguntará alguém, o que tem tudo isto com a atual crise política brasileira?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos os fenômenos que acabo de assinalar têm repercussões profundas no campo da moral, e redundam em uma negação, ora mais explícita, ora menos, da moral cristã. Isto posto, pergunto: se essa moral, de perfeição e sublimidade inigualável, ensinada por Jesus Cristo e transmitida pelo Magistério da Igreja Católica com uma fidelidade perfeita, durante tantos séculos, recebesse em nossa terra o acatamento geral que merece, seria possível a atual crise política?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essa crise universal transpôs os umbrais da própria Santa Igreja. Afirmou-o Paulo VI, ao asseverar ter a sensação de que "a fumaça de Satanás penetrou no templo de Deus" (Homilia, de 29 de junho de 1972, Insegnamenti de Paolo VI, Tipografia Poliglota Vaticana, 1972, Vol. X, p.707).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesta perspectiva, o que diria ele se considerasse os múltiplos aspectos do panorama religioso de nossos dias?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;6. Tudo isto posto, não consintamos que continue a ter livre curso, no Exterior, um panorama ainda mais desfavorável do que é infelizmente o panorama real dos presentes dias. Saibamos fazer sentir, em todos os países, que o mal de que padecemos nos vem em boa medida de fora, pela TV e demais meios de comunicação, os quais fazem do mundo moderno um só todo pensante, em que são profundas as inevitáveis interpenetrações. E preservemos para nós o precioso direito de manter a cabeça erguida diante do Exterior.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;7. Em nossos dias, impõe-se a opção: ou se afirma que a restauração moral de um País nada tem que ver com a religião, ou se reconhece como verdadeiro fundamento da moral a religião, e que cumpre portanto voltar os olhos para esta - e não apenas para um mero remédio político, como seria a restauração de uma Monarquia agnóstica - a fim de encontrar uma solução para os problemas brasileiros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A segunda opção é básica na tradição da Casa de Bragança, à qual dou toda a minha adesão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;8. Em pronunciamento desta natureza, não toca ao chefe da Casa Imperial intervir em problemas eclesiásticos, a não ser na medida em que esses problemas digam respeito à vida temporal do País. Assim como Pio XI disse com razão que a Igreja nunca intervém na política, a não ser na medida em que a política toca no altar, assim também a Coroa não se imiscui em problemas religiosos, exceto quando os problemas religiosos tocam à Coroa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É preciso, neste sentido, apontar como um dos elementos do nosso soerguimento moral a cautela com que é preciso evitar que a santa influência da Igreja seja obscurecida em sua doutrina social por correntes ideológicas que ao próprio Papa têm causado notoriamente preocupação, como são, por exemplo, certas correntes da Teologia da Libertação. E como é também o já aludido indigenismo, que pretende considerar nos índios, e somente neles, a célula mater de uma pátria da qual sem dúvida eles são elementos integrantes e queridos. Esse falso patriotismo pretende fazer dos índios a espinha dorsal, quando não o cérebro do País, colocando a cultura indígena como elemento primordial da cultura do Brasil, e o modo de ser índio, e até a vida tribal dos índios como um modelo para o qual o Brasil deve tender.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tal propaganda da volta ao passado não é uma propaganda da tradição, mas uma propaganda do retrocesso. E feita ademais, com carácter religioso só pode confundir as idéias e turvar as águas límpidas que a Igreja proporciona aos que a seguem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;9. Do ponto de vista temporal, os problemas são múltiplos, mas não faltam os remédios. Sem dúvida, é muito o que é possível fazer para o bem temporal do País, não só no que diz respeito a estimular tudo quanto nele é legítimo progresso, como também no que se refere ao saneamento das finanças, à melhoria das condições sanitárias, de saúde e de habitação, e das condições de vida em geral, da população.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto, como ponto de partida para esse soerguimento nacional é preciso que o brasileiro não se deixe impressionar demais pela crise atual. Com efeito, o Brasil é muito maior do que a sua própria crise: é ele o maior produtor mundial de cana de açúcar, laranja e café. Ele está entre os três primeiros produtores de soja, milho e mandioca. Temos o primeiro rebanho bovino comercial do mundo: 136 milhões de cabeças. A safra agrícola de 1992 é de 70 milhões de toneladas de grãos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;10. Os brasileiros devem pois animar-se em vista de todos os recursos de que dispoem no campo espiritual como no temporal. Saibamos, pois, erguer-nos de corpo inteiro, dentro das brumas e da tempestade, e enfrentá-la com espírito sereno, com fidelidade à verdadeira identidade do Brasil e às suas gloriosas perspectivas de futuro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sobre estes múltiplos problemas, conto estender-me mais, em momento oportuno. Estas não são senão algumas considerações genéricas e fundamentais que desejo colocar ao alcance dos compatriotas. Faço-o no dia 7 de setembro, glorioso dia em que o Imperador D. Pedro I fundou o império brasileiro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele o proclamou na vigília da festa da Natividade de Nossa Senhora. Nessa perspectiva, quadra bem a visita que ele fez questão de realizar à imagem de Nossa Senhora Aparecida, na apressada viagem de volta de São Paulo ao Rio de Janeiro, quando consagrou o país nascente à Mãe de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ficam aqui estes pensamentos, sobre os quais sou acessível a toda espécie de diálogo e de contacto dos brasileiros das mais diversas correntes. Saúdo a todos cordialmente, reservando, é claro, uma atenção particular aos que já cerraram fileiras em torno da bandeira da Monarquia e que estão dispostos a atuar por ela até o triunfo, que será um triunfo do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;São Paulo, &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Luiz de Orleans e Bragança&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Chefe da Casa Imperial do Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-110072053242241451?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/110072053242241451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=110072053242241451' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110072053242241451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110072053242241451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/11/palavras-do-chefe-da-casa-imperial-do.html' title='PALAVRAS DO CHEFE DA CASA IMPERIAL DO BRASIL'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-110071925827338067</id><published>2004-11-17T21:11:00.000+02:00</published><updated>2004-11-17T21:20:58.273+02:00</updated><title type='text'>ATÉ QUANDO TAPARÃO O SOL COM A PENEIRA?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Como cidadão deste imenso e saudoso país, tenho que reverenciar a edição deste periódico pela pequena chance de expor o outro lado da moeda. 115 anos de chagas crônicas que o povo suporta calado e mantido na ignorância por uma mídia que tem tanta participação na instauração dessa república de bananas quanto qualquer ato mesquinho e pessoal daqueles militares, heróis da Guerra Grande, mas traidores da pior estirpe ao participarem de um golpe como aquele – o 15 de novembro de 1889.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parabéns mais uma vez pois assim, vejo que ainda uma muito, mas muito pequena parte dessa mesma mídia lavadora de cérebros ignorantes e capacitados, possa ter revelado, ainda que num jornal de pequena circulação, contribua para o começo do “&lt;strong&gt;despertar&lt;/strong&gt;” do Brasileiro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viva à República?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente que não!!! Digo sim – Viva à Monarquia Constitucional Brasileira, que engulam ou não os mantenedores do sistema, está tão viva quanto a vontade dos mesmos em manterem-se no atual status quo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Isaac Frank Katan&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Monarquistas proclamam a República e inauguram o fisiologismo no Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Roberto Vila Nova&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O marechal Deodoro da Fonseca, na condição de chefe supremo do Exército, escreveu a todos os comandantes militares para orientá-los na defesa da Monarquia; o marechal dizia nas suas instruções, que “&lt;strong&gt;a República será a desgraça do Brasil&lt;/strong&gt;” (sic). Foi o marechal Deodoro que inventou a expressão “&lt;strong&gt;ruim com ela, pior sem ela&lt;/strong&gt;”,  &lt;strong&gt;referindo-se à Monarquia&lt;/strong&gt;. Duas semanas depois de ter-se posicionado favorável à manutenção do regime monárquico, Deodoro instaurou a república.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A República brasileira, portanto, é produto da traição e do fisiologismo de lideranças políticas inescrupulosas e corruptas&lt;/strong&gt;. As comemorações, hoje, pela passagem do dia 15 de novembro contrastam com o marasmo de 115 anos atrás - a população não tomou conhecimento da "proclamação". No livro “&lt;strong&gt;Linhas Tortas&lt;/strong&gt;”,  uma coletânea de artigos, o escritor Graciliano Ramos refere-se à proclamação da República como um golpe dado por antigos apaniguados do Império; o ato não teve a participação popular e somente bem depois é que os brasileiros tomaram conta  de que não havia mais a figura do Imperador.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O historiador Leôncio Basbaum, autor de “História Sincera da República” — a mais completa obra já escrita sobre a história do Brasil - fala das posições reacionárias de Deodoro, o anti-republicano, e denuncia que foram os monarquistas que proclamaram a República brasileira. Mas, a República  não inaugurou apenas o fisiologismo e a traição na política brasileira. Pior: &lt;strong&gt;institucionalizou a corrupção&lt;/strong&gt;. Rui Barbosa, primeiro ministro da Fazenda, foi o “inventor” dos escândalos financeiros à moda nacional.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De ordinário, no resto do mundo os escândalos no sistema financeiro se dão, ainda hoje, pela maquiagem dos balanços contábeis das empresas fantasmas. Dezenas delas foram inventadas para enganar o mercado financeiro, enquanto Rui Barbosa, cinicamente, espalhava o sucesso de sua política anacrônica mais tarde desmascarada de forma traumática - a história  oficial batizou o golpe de encilhamento; empresas fictícias venderam ações e quando os investidores foram resgatar os papéis, descobriram que tinham sido vítimas de quadrilheiros. Como o que começa errado permanece errado, explica-se então por aí o fato de ainda  não ter havido governo  suficientemente capaz de fazer dessa vergonha uma nação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ainda que o movimento positivista e o seu ideal sejam verdadeiros, na implantação da República brasileira a discussão filosófica ficou restrita ao lema “ordem e progresso” estampado na Bandeira Nacional - os positivistas, decepcionados, se retraíram; não era essa a República que imaginaram. Até mesmo Benjamin Constant, o líder militar positivista que tantas vezes tentou convencer o marechal Deodoro a aderir à causa republicana, decepcionou-se.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A rigor não há o que se comemorar, em 115 anos de República, apenas um dirigente legou à nação um plano efetivo de desenvolvimento econômico e social: Getúlio Vargas. Antes dele, a sociedade deve a Pedro II, o homem que se embrenhou durante seis meses em viagem pelo Nordeste, demorando dias em Alagoas - triste contraste com a atualidade; mesmo dispondo da tecnologia aérea que reduz a distância pela velocidade das turbinas, o presidente Lula não dispõe de tempo para visitar sequer a “terra do proclamador da República”,  que fica a aproximadamente 10 minutos de Maceió.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não deve ser coincidência o fato dos dois maiores  dirigentes brasileiros terem sido massacrados. A Inglaterra não admitia a vinculação do imperador, inclusive pelos laços matrimoniais de seus filhos, com a França, sua arquiinimiga - e financiou a república; os estados Unidos não admitiam a política industrial independente do governo Getúlio Vargas, sobretudo no setor de siderurgia. Vargas foi levado ao suicídio; o imperador foi levado ao exílio e, se não bastasse o fato de ter sido um alagoano o seu algoz, ainda lhe puseram à força num navio chamado Alagoas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Publicado originalmente em “Primeira Edição”, 15 a 21 de Novembro de 2004, Especial B7.&lt;/em&gt; Maceió. &lt;a href="mailto:opiniao@primeiraedicao.com.br"&gt;opiniao@primeiraedicao.com.br&lt;/a&gt; - Editor Geral: &lt;em&gt;Wadson Régis&lt;/em&gt; (82) 3033.2202 &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-110071925827338067?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/110071925827338067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=110071925827338067' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110071925827338067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110071925827338067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/11/at-quando-taparo-o-sol-com-peneira.html' title='ATÉ QUANDO TAPARÃO O SOL COM A PENEIRA?'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-110063268182545623</id><published>2004-11-16T21:11:00.000+02:00</published><updated>2004-11-16T21:18:01.826+02:00</updated><title type='text'>COROA IMPERIAL PERCORRERÁ BRASIL E O MUNDO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma réplica da &lt;strong&gt;Coroa Imperial Brasileira&lt;/strong&gt; vai percorrer o Brasil e o mundo em exposições para divulgar nossa cultura. E, embora sendo réplica, a peça custou a bagatela de R$1 milhão e 300 mil Reais, certificada pelo próprio &lt;strong&gt;Museu Imperial de Petrópolis&lt;/strong&gt;, de onde a verdadeira coroa original não pode sair.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem assina a cópia é &lt;strong&gt;Amsterdam Sauer&lt;/strong&gt; que levou 18 meses para confeccioná-la. Tem 2,77 kg de metal precioso, 596 pedras e 80 pérolas de oito milímetros. A &lt;strong&gt;Cidade de Rio Preto&lt;/strong&gt; faz parte do roteiro itinerante da peça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8C/Domingo, 31 de outubro de 2004&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;VIDA &amp; ARTE  DIÁRIO DA REGIÃO&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nenê Homsi&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-110063268182545623?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/110063268182545623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=110063268182545623' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110063268182545623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110063268182545623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/11/coroa-imperial-percorrer-brasil-e-o.html' title='COROA IMPERIAL PERCORRERÁ BRASIL E O MUNDO'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-110054185499672058</id><published>2004-11-16T21:08:00.000+02:00</published><updated>2004-11-16T21:10:26.516+02:00</updated><title type='text'>CONSPIRAR, JAMAIS! NÃO SE COADUNA COM MINHA ÍNDOLE...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a name="anobre"&gt;&lt;/a&gt;Não obstante o maior trauma que um exemplar Chefe-de-Estado pôde sofrer em sua vida, diante da ingratidão e traição de maus patriotas, o Maior dos Brasileiros sempre demonstrou Sua inabalável boa índole e carácter imutáveis, como exemplo aos bons brasileiros - entretanto, a República soube abafá-lo e quase que por completo apagar da memória nacional o que representou esse Grande Homem Nacional!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Isaac Katan&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#003300;"&gt;"Se a Monarquia voltar, não lhe faltarão adesões" &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;LEOPOLDO BIBIANO XAVIER&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No &lt;strong&gt;Instituto Histórico&lt;/strong&gt;, lembraram que era urgente nomear a comissão que coligisse os dados para a grande biografia do Imperador, pois brevemente se completariam 50 anos de reinado. &lt;strong&gt;Sua Majestade, o Maior dos Brasileiros&lt;/strong&gt;, se surpreendeu:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Biografia?! Não pensem nisso. Aliás, é simplicíssima. No alto de uma folha de papel, escrevam a data do meu nascimento e o dia em que subi ao trono. No fim, a data em que vier a falecer. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Deixem todo o intervalo em branco, para o que ditar o futuro. Ele que conte o que fiz, as intenções que sempre me dominaram e as cruéis injustiças que tive de suportar em silêncio, sem poder jamais defender-me.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Conversavam em Paris, após o golpe militar de 15 de novembro, Sua Majestade o Imperador e Goffredo d'Escragnolle Taunay, sobre a situação do Brasil. Taunay disse:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;- Nesta ocasião, mais do que nunca, a presença de Vossa Majestade no Brasil seria de incalculável vantagem para todos. Com a experiência dos negócios que tem Vossa Majestade, com o seu inesgotável saber, o seu conhecimento profundo dos homens e das coisas da Terra de Santa Cruz, com a sua clara visão das necessidades do País, poderia Vossa Majestade, se lá estivesse, evitar ou, quando menos, atenuar calamidades sem nome.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;- Se me chamarem, irei logo, sem a menor hesitação. Creio, de fato, que poderia ser útil. Governar um grande país como o nosso é difícil, muito difícil mesmo.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em visita a Sua Majestade exilado, o Conde Afonso Celso perguntou:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;- Vossa Majestade não desejaria voltar, para restaurar no Brasil o &lt;strong&gt;regime de justiça e da liberdade&lt;/strong&gt;?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;- Quanto a voltar, se me chamarem, estou pronto. Seguirei no mesmo instante, e contentíssimo, visto ser útil ainda à nossa terra. Mas se me chamarem espontaneamente, notem. Puseram-me para fora... Tornarei, se se convencerem de que me cumpre voltar. &lt;span style="font-size:130%;color:#000066;"&gt;Conspirar, jamais! Não se coaduna com a minha índole, o meu caráter , os meus antecedentes. Seria a negação da minha vida inteira. Nem autorizo ninguém a conspirar em meu nome ou no dos meus.&lt;/span&gt; Se desejarem de novo a minha experiência e a minha dedicação à testa da administração, que o digam claramente e sem constrangimento. Obedecerei sem vacilar, à custa embora de árduos sacrifícios. Do contrário, não e não!&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alguém se referiu, diante do Imperador exilado, às numerosas adesões que o governo republicano recebia de antigos e zelosos monarquistas, e repetiu, a propósito, a frase de Carlos de Laet: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Estendeu-se sobre o País um enorme emplastro adesivo.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Com voz branda, o &lt;strong&gt;Maior dos Brasileiros&lt;/strong&gt; observou:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;- Isso que ora se dá em nossa Pátria, sempre se deu e se há de dar em todos os séculos e em todas as nações. Que sol nascente deixou jamais de produzir calor e movimento? Deve-se julgar os homens pelo que eles são realmente, e não pelo que desejamos ou sonhamos que sejam. Feliz a consciência onde a recordação de todos os atos de um simples dia, calmo e normal, não projetar alguma sombra de dúvida! O novo regime surgiu revestido de aparato, apoiado na força pública, rico de recursos que lhe deixamos, fértil em esperanças e valiosas promessas. O modo inopinado como a mudança se efetuou feriu as imaginações, atribuindo-lhe foros de maravilhoso. Daí o magnetismo que ele exerce, perfeitamente explicável. Lamentemos apenas a ilusão em que se acham, e meditemos sobre a contingência das situações humanas. Virá em seguida o arrependimento. Se a Monarquia voltar, de adesões não há de sentir falta, e igualmente espontâneas, com idêntico entusiasmo e verdade.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-110054185499672058?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/110054185499672058/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=110054185499672058' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110054185499672058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110054185499672058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/11/conspirar-jamais-no-se-coaduna-com.html' title='CONSPIRAR, JAMAIS! NÃO SE COADUNA COM MINHA ÍNDOLE...'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-110058359591934067</id><published>2004-11-16T07:17:00.000+02:00</published><updated>2004-11-16T07:39:55.920+02:00</updated><title type='text'>SOBERANIA POPULAR E OUTROS VALORES: SEU SIGNIFICADO!</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Paulo Napoleão Nogueira da Silva&lt;br /&gt;Doutor em Direito Constitucionalpela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que a mídia republicana faz com os brasileiros é um verdadeiro crime premeditado e continuado. Infelizmente, esse trabalho tem sido mais abrangente e nefasto no campo de compreensão da essência das coisas. Ele é feito através dos estereótipos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O estereótipo é a radicalização de uma idéia, pelo processo transformá-la numa mensagem telegráfica: a mídia tem sempre pouco tempo e pouco espaço para editar e veicular. Por isso, essa radicalização pretende ser um meio para tornar simples e rápida a compreensão; mas, como regra, &lt;strong&gt;só consegue torná-la simplória e desvirtuada&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma vez criado o estereotipo, &lt;strong&gt;a tendência é repeti-lo indefinidamente&lt;/strong&gt;. Adquire condição de verdadeiro dogma, e só poderá ser desfeito por um perseverante trabalho de desmitificação, proporcional ao tempo durante o qual foi disseminado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma das grandes deformações culturais promovidas pelo regime republicano, com ajuda das mensagens telegráficas da mídia, é a estabelecida em torno dos significados de &lt;strong&gt;soberania popular, cidadania e democracia&lt;/strong&gt;. Foi desenvolvido um típico "software" segundo o qual esses três valores estão vinculados à eleição direta para presidente. Como conseqüência lógica dessa deformação, chegaríamos à conclusão de que povos como &lt;strong&gt;o espanhol, o belga, o japonês, o inglês, o norueguês, o sueco, o australiano, o canadense, o luxemburguês, o neozelandês, o finlandês, o alemão, o dinamarquês, o italiano e tantos outros&lt;/strong&gt;, simplesmente não teriam soberania popular, nem cidadania, nem democracia! E isto porque nenhum deles elege diretamente o Chefe do Estado ou o Chefe do Governo. No entanto, a &lt;strong&gt;ONU classifica quase todos eles como as mais avançadas democracias do mundo&lt;/strong&gt;. E a &lt;strong&gt;soberania popular é o elemento indispensável à democracia&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O absurdo desse "programa" cultural é evidente, mas continua sendo repetido para consumo dos brasileiros (n.e.: principalmente àqueles que se pensam melhores instruídos...).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sobre a cidadania, vale registrar que também esta não se exterioriza através do frustrado culto à eleição direta, mas só por meio da consecução de direitos legítimos: &lt;strong&gt;qualidade de vida, nutrição, saúde, instrução, poder aquisitivo, e sinceridade da atuação do Estado em relação a esses interesses públicos.&lt;/strong&gt; Ocorre que os povos anteriormente apontados também são classificados pela ONU como campeões nesse itens.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então, &lt;strong&gt;onde fica o estereotipo sobre o ato formal de uma eleição para caracterizar democracia e soberania popular&lt;/strong&gt;? Afinal, esse ato ilusório de colocar a cédula numa urna, cuja contagem pode ser e entre nos é com freqüência adulterada, encerra todo o conteúdo da soberania popular, da cidadania e da democracia? (n.e.: &lt;strong&gt;Alô, alô, Brasil! evidentemente que não - e temos que findar com esse estereótipo barato!&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os repetidores de estereótipos parecem desconhecer que esses três valores cívico-políticos se conjugam para formar uma idéia diretriz, um principio norteador. E parecem desconhecer também a diferença entre o substancial e o procedimental, isto é, entre o significado de um princípio e as muitas formas através das quais ele pode ser praticado. Por isso, a república brasileira resume tudo a uma coisa só. Radicaliza simploriamente o raciocínio do ainda ignorante cidadão brasileiro, igualando conteúdo e forma: &lt;strong&gt;democracia e cidadania só com eleição direta para presidente!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os que reduzem soberania popular e democracia à menos verdadeira dentre todas as formas através das quais elas podem ser praticadas, aparentemente só aprenderam isso. A cultura brasileira não chegua a mais. Com certeza, ainda vivem os brasileiros no tempo em que engoliram goela abaixo a instauração da república: "&lt;strong&gt;democracia é o regime em que o povo elege os governantes&lt;/strong&gt;". &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Essa afirmação não resiste à mais superficial análise científica, e não se confirma na pratica contemporânea&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É fácil concluir que a identificação das figuras de soberania popular, cidadania e democracia, com a de eleição direta para presidente, tem e sempre teve a finalidade de manter os brasileiros na situação das &lt;strong&gt;hienas, rindo sem saber do que. Em benefício da classe política&lt;/strong&gt;. Com o regime republicano o povo poderá continuar se resignando a dizer em berço esplêndido:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;"Somos apenas o 63º no mundo em qualidade de vida, o 4º em mais baixo nível de instrução, 1º em desigualdade social e um dos mais carentes em conteúdo democrático; somos quase campeões em mortalidade infantil, em acidentes do trabalho e em &lt;span style="font-size:130%;"&gt;corrupção político-administrativa&lt;/span&gt;; temos um dos mais insignificantes salários do mundo, as mais altas taxas de juros, serviços públicos da pior qualidade, tribunais comprometidos; a impunidade é a mais forte instituição nacional. Tudo isso, apesar de temos um dos maiores e mais ricos territórios do mundo! Mas somos felizes, porque votamos para presidente, e nos ensinaram que votar para presidente é tudo!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Esses espanhóis, italianos, ingleses, belgas, holandeses, alemães, japoneses, noruegueses, luxemburgueses, suecos, dinamarqueses, finlandeses, tailandeses, australianos, neozelandeses, canadenses, e até os das Bahamas, Singapura, Taiwan, Malásia, Caimã, Liechtenstein, Mônaco, Aruba, Trinidad e outros, são escravos! Não tem cidadania, nem soberania popular, nem democracia!"&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;(n.e.:) Parabéns a mídia, que tendo verdadeira livre expressão na época do Império, aliou-se ao novo regime, auxiliando a instaurar ditaduras, golpes, entre outras mais e agora vê-se diante de um presidente prestes a aprovar a tal "Lei de Imprensa" que cria um Conselho de Imprensa afim de censurá-la!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;"Viva a República!"&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-110058359591934067?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/110058359591934067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=110058359591934067' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110058359591934067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110058359591934067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/11/soberania-popular-e-outros-valores-seu.html' title='SOBERANIA POPULAR E OUTROS VALORES: SEU SIGNIFICADO!'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-110054692691045312</id><published>2004-11-15T21:23:00.000+02:00</published><updated>2004-11-15T21:28:46.910+02:00</updated><title type='text'>E A REPÚBLICA, O QUE FEZ PARA QUE A CONSERVEMOS?</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a name="contrare"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Contradições Republicanas &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fernando Mascarenhas Silva deAssis.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Temos a convicção de que, assim como o comunismo gerou a sua própria derrocada, o fim das repúblicas está em suas próprias e insolúveis contradições.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além da impossibilidade de resolver, sob a forma republicana de governo, dentre outras, as questões ligadas à representatividade do chefe de estado, ao respeito pela vontade das minorias e à defesa do cidadão frente ao poder governamental, as repúblicas, por colocarem todo o poder nas mãos dos políticos, apresentam um elevado grau de fisiologismo e clientelismo, o que provoca o crescimento da máquina estatal de forma mais acelerada do que a quantidade de serviços que oferece ao povo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O elevado custo deste crescimento desordenado e inútil, que é transferido ao povo através de constantes aumentos de impostos, revela uma tendência rumo a um ponto de ruptura, onde o estado não mais conseguirá atender às necessidades da nação, e a nação não mais suportará o alto custo do estado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essa tendência, evidente de "per si", mostra claramente a impossibilidade da forma republicana de governo. A falência do estado e a conseqüente ruptura do ordenamento político é uma questão de tempo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Felizmente, essa situação é reversível. Pode ser evitada com a reforma da organização do estado. Daí vem a necessidade de reexaminar a questão da forma e do sistema de governo mais adequados à nação. Os fatos mostram que a república está fracassando. É preciso mudar. Ficam as perguntas feitas pelo &lt;strong&gt;Chefe da Casa Imperial do Brasil&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"... e por que não a Monarquia?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Que fez ela para que a abandonássemos?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;E a República, que fez para que a conservemos?"&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-110054692691045312?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/110054692691045312/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=110054692691045312' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110054692691045312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110054692691045312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/11/e-repblica-o-que-fez-para-que.html' title='E A REPÚBLICA, O QUE FEZ PARA QUE A CONSERVEMOS?'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-110054540368275416</id><published>2004-11-15T20:51:00.000+02:00</published><updated>2004-11-15T21:03:23.683+02:00</updated><title type='text'>BREVE HISTÓRICO DA REPÚBLICA</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;a name="breve"&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;(*)Gilberto Coelho&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo começou com um golpe de estado. Já começou errada. O líder do golpe, um militar, era monarquista e teve seus estudos custeados pelo Imperador. Prometeu um plebiscito sobre o novo regime. Só foi cumprido com 100 anos de atraso. Amordaçaram a boca dos monarquistas mais do que a dos comunistas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois dos dois primeiros presidentes, militares, veio a famigerada República do café, uma partilha do poder entre São Pauto e Minas Gerais; o Coronelismo, que era a garantia de voto para o Poder Central.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Logo após veio um tipo de governo que não pode faltar numa República: a &lt;strong&gt;ditadura&lt;/strong&gt;, 15 anos com Getúlio Vargas, &lt;strong&gt;simpatizante do facismo&lt;/strong&gt;. Neste período o país ganha 2 constituições.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois do ditador, um amigo do ditador (militar), e mais uma constituição.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Volta ao poder, pelo voto, o ex-ditador. &lt;strong&gt;É o Brasil republicano&lt;/strong&gt;. Mas comete suicídio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enfim, em 1955, após 66 anos de república, assume o poder, a duras penas, um civil eleito pelo povo, que começou e terminou seu mandato.., Juscelino Kubitchzhek de Oliveira.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O próximo civil eleito renuncia após 7 meses de mandato e provoca uma crise que desemboca numa nova ditadura, desta vez militar, &lt;strong&gt;e mais uma constituição&lt;/strong&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Após este "regime de exceção", que dura 21 anos, assume o poder, por ironia do destino, o ex-presidente do partido que apoiava a ditadura. (Alô, alô, Brasil!) &lt;strong&gt;É o Brasil republicano&lt;/strong&gt;. Com ele veio mais uma constituição (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;à sexta em 100 anos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois deste veio um, fabricado pela TV, que se tomou o primeiro presidente no mundo a perder o mandato devido a um processo de impeachment por corrupção. Chegamos à atualidade. O atual presidente, que tinha uma trajetória política de oposição, para chegar ao poder alia-se ao partido que apoiava a ditadura militar. É o Brasil republicano - Viva à República? E ajuda muito dizer à um povo mantido na ignorância que a proposta de seu partido é a mais moderna que há. E quem não pensar como ele é inimigo do pais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Agora cabe uma pergunta: por que foi mesmo que a Monarquia caiu?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*)Professor&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-110054540368275416?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/110054540368275416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=110054540368275416' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110054540368275416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110054540368275416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/11/breve-histrico-da-repblica.html' title='BREVE HISTÓRICO DA REPÚBLICA'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-110046330965333281</id><published>2004-11-15T18:00:00.000+02:00</published><updated>2004-11-15T18:02:07.880+02:00</updated><title type='text'>15 de novembro de 1889: República no Brasil? Começo da Queda!</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Uma proclamação que não era a República&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao chegar no ministéro da Guerra no Rio de Janeiro, o Marechal Deodoro, subiu as escadas que condiziam ao um anadar superior - onde estava o gabinete vencido do Visconde de Ouro Preto - Deodoro, de quepe na mão gritou "Viva Sua Majestade, o Imperador". O grito não foi de viva à República; nem podia ter sido. Deodoro não se pusera à frente da tropa para fazer a República.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tomara a chefia em plena marcha, para fazer derrubar o Ministério e impor decisões da revolução em nome do Exército e da Armada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nisto fora nomeado um novo gabinete, na qual seria presidido por Silveira Martins, a dificuldade realmente intransponível era fazer Deodoro aceitarum ministerio presidio por Silveria Martins, que fora indicado ao Imperador, pelo Visconde de Ouro Preto. Eram inimigos desde o tempo em que o Marechal serviu no Rio Grande do Sul, quando disputou com Silveira Martins as graças da Baronesa do Triunfo. Somente saber, já de noite, através de Benjamim Constant, que o Imperador havia nomeado Silveira Martins para o Cargo, Deodoro teria se resolvido a aceitar a instauração do regime republicano.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Também se tentou que Deodoro fosse ter um encontro pessoal com D.Pedro II, mas o marechal recusou-se com estas palavras: - Se eu for, o velho chora, eu choro também, e está tudo perdido.&lt;br /&gt;Mais tarde a própria Princesa Isabel confirma: A idéia de chamar para formar ministério Silveira Martins, seu inimigo mortal(uma vez que Ouro Preto estava preso, e solto sob palavra, pediu demissão),facilitou o trabalho dos republicanos que o cercavam, os quais alegando "pretensas injustiças e faltas de liberdade e perseguição ao Exército e a Armada" aproveitaram-se de seu descontentamento da situação e conduziram-no a República. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Não se precisa mais do que folhear as páginas de nossa História para ver como, no tempo do Império, era bem mais adiantada que no dias de hoje a mentalidade dos nossos políticos e dos nossos dirigentes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta República, como ela aí está, é uma traição que se fez ao País. Proclamaram a República em nome da liberdade, e em nome da República suprime-se a liberdade. Substitui-se uma dinastia honesta por vinte e duas oligarquias ferozes e vorazes que, na União e nos Estados, sorvem-nos, gota a gota, todas as nossas energias." -Heitor Moniz "O Brasil de ontem" - Leite Ribeiro,RJ 1928.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;A República Nasceu com Dispnéia&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom Luiz de Orleans e Bragança&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; escreveu:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A &lt;strong&gt;Monarquia Brasileira&lt;/strong&gt;, no momento da catástrofe, contava um número ínfimo de adversários declarados. Ao contrário os seus partidários e admiradores constituíam a quase totalidade da população. Por mais que alguns republicanos queiram provar que a Monarquia caía podre, que a República era um anseio popular e que o movimento pela a sua proclamação estava organizado até os ínfimos detalhes, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;os fatos foram bem diferentes&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. O Imperador e a Princesa Isabel eram respeitados e admirados pela gente humilde, neste caso escravos, que no ano anterior deixou de serem escravos. &lt;strong&gt;O Partido Republicano conseguiu eleger apenas dois deputados nas eleições de agosto, e, nas ruas, as simpatias que conseguia angariar eram episódicas e pouco eficázes.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;A multidão não participou, nem aplaudiu a República.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Arthur Azevedo, que viu o cortejo militar do dia 15 de Novembro, afirma: Os cariocas olhavam uns para os outros pasmados, interrogando-se com os olhos, sem dizer uma palavra. Na rua Primeiro de Março a passeata desfilou em silêncio, com Deodoro tentando manter-se ereto na sela e apresentando sintomas de recrudescimento de sua doença cardíaca.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O embaixador da Áustria, o Conde Weisersheimb comunicou a Viena, em despacho feito cinco dias após a proclamação da República: " A grande parte da população, tudo quanto não pertencia ao Partido Republicano, relativamente fraco, ou à gente ávida de novidades, ficou completamente indiferente a essa comédia, encenada por uma minoria decidida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo Joaquim Nabuco, a proclamação da república exerceu, sobre a população atônita, um efeito similiar ao do tiro de Caramuru entre os assombrados indígenas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;A República logo mostrou suas garras&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rui Barbosa foi um dos articulistas da proclamação da república, mas dela logo se deilidiu. Em um discurso no Senado, em 17/12/1914, ele critica a República e exalta o Imperador Dom Pedro II. o texto é bastante conhecido, mas pouco sabem o contexto em que se insere, porque a citação é sempre apresentada isolada:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"&lt;strong&gt;&lt;em&gt;De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Esta foi a obra da República nos últimos anos. No outro regime [monarquia], o homem que tinha certa nódoa em sua vida era um homem perdido para todo o sempre - as carreiras políticas estavam fechadas. Havia um sentinela vigilante, de cuja severidade todos se temiam e que, acesa no alto, guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça e da moralidade.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;"&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deodoro: &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;o primeiro presidente do Brasil, tomou posse com as condecorações do império e em seu sabre estava o anagrama do imperador: P.II&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (Pedro Segundo).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Sociólogo Gustavo Le Bon traçou de nossa terra este quadro vergonhoso:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"&lt;strong&gt;Um só país tinha escapado a essa profunda decadência dos povos sul-americanos, em virtude de um regime monárquico que colocava o governo ao abrigo das competições. Depois o país ficou entregue a uma completa anarquia, e em que poucos anos a gente imcumbida do poder dilapidou de tal maneira o tesouro, que os impostos foram aumentados em proporção desmedida&lt;/strong&gt;".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;A proclamação da República implantou na realidade uma ditadura&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando falaram a Dom Pedro II sobre a possibilidade da proclamação da república, ele comentou: - &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Então vocês verão o que é poder pessoal ...&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De fato, vinte e quatro anos após a proclamação da república, o senador Muniz Freire analisava o regime:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O Pais anda entregue às tenazes de um sistema que não é mais do que o poder pessoal universalmente organizado. Poder Pessoal praticamente irresponsável do presidente da República. Poder pessoal dos indivíduos, famílias ou facções que se assenhorearam dos Estados. Pior, muito mis direto, muito mais ofensivo, muito mais em contato com a carne do que o outro. Poder pessoal dos chefes políticos. O império desmoronou-se, o poder pessoal do Monarca foi destruído, e no seu lugar surgiu essa vegetação daninha de poderes pessoais muito mais intoleráveis.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O objetivo do poder pessoal que hoje domina em toda a parte é garantir aos seus detentores, suas famílias, seus parentes e sequazes o emprego que fornece o ganha-pão, ou a posição que dá prestígio à sombra do qual aumentam os bens e se fazem fortunas. Honradamente quando se é honrado, e por todos os meios, mesmo os mais cínicos e criminosos, quando se não possui escrúpulo, nem probidade, nem decoro. O Brasil político pode ser considerado um agregado de ventres.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Visconde de Pelotas, escrevendo em 1890 ao Visconde de Ouro preto sobre a Proclamação da República, declara:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O pronuniciamento da guarnição do Rio, que deu como resultado a proclamação da República, surpreendeu-me mais do que V.Exa., que dele teve aviso horas antes. Não julgava possível a República enquanto vivesse o Imperador, e daí a minha surpresa. se de mim tivesse dependido a sua permanencia como Chefe da Nação, afirmo-lhe que não teria sido deposto. A República teve contra si haver sido feita por um pronunciamento militar, representado pela quinta parte do Exército.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;" &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#006600;"&gt;Apesar da Propaganda republicana dorme um monarquista em cada brasileiro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Instalados no poder sem apoio da opnião pública, os republicanos logo sentiaram a necessidade de adotar medidas ditatoriais para silenciar a oposição monarquista, e assegurar desse modo a propria permanência no governo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos cem anos durante os quais vigorou a proibição de seuqer falar-se em Monarquia, o País foi programaticamente induzido a esquecê-la. Diretrizes governamentais adotaram medidas que aos poucos visavam extinguir os ícones da monarquia, trocaram Pedro I por José Bonifácio, mas a própria figura do patriarca não calou fundo, além do que ele próprio era um defensor da monarquia. Tirandentes fora realçado de tal maneira que chega a ser incompatível com a realidade histórica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desde os primeiros dias da República, os autores de livros didáticos para cursos prima´rio e secundário, segundo critério do Ministério da Educação, passaram a só estampar o retrato de Dom Pedro II com longas barbas brancas, para associar à Monarquia a imagem de velhice, decrepitude e coisa antiga.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Só em 1993 o Brasil referendou a República. Um plesbicito com 100 Anos de atraso e maliciosamente dirigido pela mídia à serviço do podre regime vigente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;texto originário da Casa Imperial do Brasil - Pró Monarquia - &lt;a href="http://www.monarquia.org.br"&gt;http://www.monarquia.org.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-110046330965333281?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/110046330965333281/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=110046330965333281' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110046330965333281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110046330965333281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/11/15-de-novembro-de-1889-repblica-no.html' title='15 de novembro de 1889: República no Brasil? Começo da Queda!'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-110046165420698642</id><published>2004-11-14T21:18:00.000+02:00</published><updated>2004-11-14T22:00:56.110+02:00</updated><title type='text'>DONA ISABEL I - REDENTORA DOS ESCRAVOS - Finda-se uma Era!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.idisabel.org.br/"&gt;http://www.idisabel.org.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rio de Janeiro, 14 de Novembro de 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há 83 anos atrás, às 10 horas da manhã, faleceu no Castelo d'Eu (Normandia - França), a &lt;strong&gt;Imperatriz "de Jure" do Brasil&lt;/strong&gt;, exilada, &lt;strong&gt;Sua Alteza Imperial e Augusta Dona Isabel I - a Redentora dos Escravos&lt;/strong&gt; com 75 anos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já tendo perdido dois de seus três filhos homens, o &lt;strong&gt;Príncipe D. Antonio&lt;/strong&gt; (*1881 †1918) e o &lt;strong&gt;Príncipe Imperial D. Luiz&lt;/strong&gt; (*1878 †1920), sobreviveram-lhe apenas o Esposo e Seu Primogênito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dom Gastão&lt;/strong&gt; (*1842 †1922), &lt;strong&gt;Imperador Consorte e heróico Marechal do Exército Imperial Brasileiro&lt;/strong&gt;, nasceu Príncipe de Bourbon-Orleans e Conde d´Eu. &lt;strong&gt;Sua Alteza viveria ainda alguns meses, tendo a oportunidade de se encaminhar ao Brasil, sua Pátria de adoção para os festejos do Centenário da Independência, em 1922.&lt;/strong&gt; Entretanto, veio a falecer já em águas brasileiras, a bordo do navio MASSILIA, nos ombros de sua nora e sobrinha, a &lt;strong&gt;Princesa Dona Maria Pia&lt;/strong&gt;, em 28 de agosto de 1922.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sua Alteza o Príncipe Dom Pedro de Alcantara&lt;/strong&gt; (*1875 †1940) seria o único dos príncipes desterrados de 1889 que pôde fruir da Pátria da qual foram banidos torpemente no golpe de Estado que instaurou "provisoriamente" a República Brasileira, em 15 de Novembro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sua Alteza Imperial e Real, o Príncipe e Augusto Senhor Dom Pedro Henrique&lt;/strong&gt; (*1909 †1981), neto e sucessor dinástico da &lt;strong&gt;Imperatriz Redentora&lt;/strong&gt;, tornou-se então, naquele sombrio 14 de Novembro francês, em 1921, o &lt;strong&gt;Imperador de direito do Brasil, aos 12 anos de idade, como DOM PEDRO III.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Hoje&lt;/strong&gt;, sua maravilhosa cidade natal, o &lt;strong&gt;RIO DE JANEIRO&lt;/strong&gt;, e &lt;strong&gt;várias outras Capitais brasileiras&lt;/strong&gt;, celebram Serviços Religiosos em sua intenção, graças à boa-vontade dos representantes da Igreja, Sacerdotes e Reverendos do Instituto Dona Isabel I espalhados por esse imenso BRASIL.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nada mais justo, em tratar de homenagear àqueles que no sangue, carregam a glória de houver levantado uma nação...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Texto originário da página do Instituto Dona Isabel I - a Redentora, e adaptado por Isaac Katan com acréscimos de opinião pessoal.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-110046165420698642?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/110046165420698642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=110046165420698642' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110046165420698642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110046165420698642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/11/dona-isabel-i-redentora-dos-escravos.html' title='DONA ISABEL I - REDENTORA DOS ESCRAVOS - Finda-se uma Era!'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-110037450286830560</id><published>2004-11-13T20:45:00.000+02:00</published><updated>2004-11-13T21:35:02.866+02:00</updated><title type='text'>O QUE É O PARLAMENTARISMO?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O Parlamentarismo surgiu na Inglaterra após a &lt;strong&gt;Revolução Gloriosa de 1688&lt;/strong&gt;, que cortou os poderes absolutos dos reis, estabelecendo a dependência do monarca inglês e seus ministros ao Parlamento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em 1714, faleceu a Rainha Ana que, sem herdeiros, obrigou o Parlamento a escolher Jorge I, que era alemão e descendente de Jaime I, para Rei da Inglaterra.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como não falava inglês, Jorge I tentou se comunicar com seus ministros em latim. Não obteve êxito em sua tentativa, designando assim um seu ministro, que falava alemão, para coordenar o Ministério e relacionar-se com o Parlamento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A função foi se aperfeiçoando nos reinados de Jorge II e Jorge III, criando-se o princípio de que “&lt;strong&gt;Sua Majestade reina, não governa&lt;/strong&gt;”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O sistema foi evoluindo até meados do Século XIX, quando do reinado da Rainha Vitória, ganhando as características atuais, e foi adotado em Repúblicas, incluindo-se a França em 1875. No Brasil, foi instituído no reinado de Sua Majestade o Imperador Dom Pedro II, encontrando-se em seus primeiros "passos" como sólido sistema de governo na florescente monarquia continental americana.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O &lt;strong&gt;Parlamentarismo Monárquico Constitucional Brasileiro&lt;/strong&gt; tem como base as prerrogativas clássicas nacionais e ainda funcionais do reinado de Dom Pedro II, atualmente caracterizando-se por sete atribuições como proposta de sua restauração em futuro não muito longínqüo:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Responsabilidade do Executivo frente ao Legislativo.&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direito do Imperador, como Chefe-de-Estado, de dissolver o Parlamento segundo atribuições do Poder Moderador.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/strong&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;O Primeiro Ministro é o Chefe de Governo.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/strong&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;O Ministério ou Gabinete é designado do partido político majoritário no Legislativo ou coalizão de partidos conforme plataforma de governo apresentada, imediatamente seguida de consulta ao Parlamento, para receber voto de confiança e iniciar a governar.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/strong&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Não cumprindo seu programa de governo (&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Atenção, Brasil!&lt;/span&gt;) poder retirar-se antes do mandato estabelecido. &lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/strong&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Caindo o Ministério ou Gabinete, o Imperador inicia a consulta para a formação de um novo governo, que necessitará da maioria das cadeiras no Parlamento.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/strong&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Se o Legislativo quiser sabotar o Executivo, o Primeiro-ministro poderá pedir ao Imperador a dissolução do Legislativo (&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Alô, Brasil!&lt;/span&gt;), devendo o Monarca receber e sancionar as medidas a fim de que novas eleições sejam realizadas - esse é o verdadeiro exercício em uma democracia!&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De um modo geral, isso acontece se o Legislativo não aprova duas vezes sucessivamente o governo designado ou se, durante seu mandato, o Governo for acusado de incompetente, corrupto, etc. (&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Alô, alô, Brasil!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;). Indubitavelmente por isso, desde 1889 e, principalmente, nos nossos dias de hoje, a maioria dos políticos no Brasil são contra o Parlamentarismo!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Existe uma PEC estabelecendo a implantação do Parlamentarismo republicano devidamente engavetada na Câmara dos Deputados, aguardando uma séria crise no Brasil para, à toque de caixa, seja aprovada, como ocorreu em 1961 (&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Alô, alô, alô, Brasil!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já está mais do que caracterizado que República e Presidencialismo são indissociáveis no Brasil, com um mandão sempre de plantão com a caneta na mão. &lt;strong&gt;Deodoro, Floriano Peixoto, Rodrigues Alves, Wenceslau Braz, Epitácio Pessoa, Washington Luiz&lt;/strong&gt;, etc. – para não nos estendermos até agora a fim de não despertar veleidades -  &lt;strong&gt;verdadeiros caudilhos das mais variadas facetas ideológicas, reis obsoletos, diante de um Congresso quase sempre dócil aos seus desígnios&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O principal é que o &lt;strong&gt;Parlamentarismo manda para casa antes do tempo governos incompetentes e corruptos e permite a reeleição daqueles que dão certo&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Alô, alô, alô, alô,  Brasil!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;), enquanto &lt;strong&gt;no Presidencialismo temos que agüentar o “Chefe Nacional e Salvador da Pátria” por quatro anos e mais quatro, se der chance ao interessado&lt;/strong&gt; (Ver noticiário sobre as tratativas da PEC que permitiu a reeleição do Presidente da República).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enfim, o Parlamentarismo está presente em todos os países desenvolvidos do mundo, com exceção dos Estados Unidos. Somente na América Latina e África, além dos Estados Unidos, o Presidencialismo está presente, o que demonstrou claramente a deploração continental latina, com a validação da famosa &lt;strong&gt;Doutrina Monroe&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De qualquer forma, o Presidencialismo é invenção puramente americana, do século XVIII e quase nada evoluiu, sendo verdadeiramente bem aplicado única e exclusivamente na "sua própria casa". Já o Parlamentarismo evoluiu-se mais e mais, principalmente a partir dos meados do século XIX, permitindo, o que podemos testemunhar pelo mundo às nações desenvolvidas - a maioria são monarquias constitucionais parlamentaristas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quanto à nós, prezados cidadãos dessa república circense de bananas, restaram-nos presidentes, a maioria verdadeiras mediocridades eleitas por um povo mantido na ignorância pelos próprios eleitos a fim de manterem-se nos babados (&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Alô, alô, Brasil!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;). Isso ensejou suicídios, assassinatos, golpes, ditaduras sangrentas, etc.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cabe a você, leitor/a, trabalhar para que o parlamentarismo seja implantado no Brasil, juntamente com a forma de governo que permitiu o Brasil de 1847 a 1889 a ser tão respeitado e potente quanto os &lt;strong&gt;Estados Unidos da América&lt;/strong&gt;, que é a &lt;strong&gt;Monarquia Constitucional Parlamentar, como a Espanha, Bélgica, Holanda, Reino Unido, Dinamarca, Noruega, Suécia, Canadá, Jamaica, Japão, Nova Zelândia e Austrália&lt;/strong&gt;, todos estes países desenvolvidos e com distribuição de renda considerável à seus cidadãos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-110037450286830560?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/110037450286830560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=110037450286830560' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110037450286830560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110037450286830560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/11/o-que-o-parlamentarismo.html' title='O QUE É O PARLAMENTARISMO?'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-110037118770593631</id><published>2004-11-13T19:29:00.000+02:00</published><updated>2004-11-13T20:39:47.706+02:00</updated><title type='text'>A CONSTANTE SOMBRA DO POPULISMO DITATORIAL</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Tenho ressaltado nos últimos tempos sobre a marcha revolucionária que se instaura no Brasil. Em artigo para Folha de S. Paulo, o próprio Secretário do Desenvolvimento Social do Governo Lula, Tarso Genro, disse claramente que um fracasso do governo Lula – que tenho como inevitável – poderá criar “&lt;strong&gt;a emergência de uma ‘crise’ revolucionária&lt;/strong&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eugen Rosenstock-Hussey em seu A Origem da Linguagem (Biblioteca de Filosofia, Ed. Record, 2002, 264 pgs.) ensinava que dentre os sintomas das doenças elementares a respeito do estado saudável da linguagem, estaria a gritaria inarticulada, como a conhecida hipersensibilidade aos gritos da juventude. Este seria o sintoma da desordem social da revolução. O remédio: a &lt;strong&gt;articulação como capacidade formuladora&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a avalanche de desinformações e histeria panfletária, veículos de comunicação como o Mídia Sem Máscara, o Offmídia, o Notalatina, o Indivíduo, sites de filósofos, escritores e jornalistas como Olavo de Carvalho, Diego Casagrande, Percival Puggina, e alguns outros comprometidos em esclarecer o enevoado ideológico em torno, é tudo o que temos “&lt;strong&gt;como capacidade formuladora&lt;/strong&gt;”. Quantitativamente é pouco. É como se alguém tentasse falar seriamente em um gafieira com pessoas pulando euforicamente, e uma fanfarra bem sonora do seu lado. Por maior que seja a gravidade dos argumentos, e a idoneidade dos fatos, é humanamente impossível competir com uma tagarelice frenética e ensurdecedora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo neste bafafá tentarei articular uma vaga possibilidade de formulação: sou francamente monarquista, assim como sei que há muitos, porém não acreditam em depositar um melhor destino à nação que há 115 anos está a deriva. Se isto soa excêntrico, ou até engraçado é porque, talvez, o leitor seja um “homem do seu tempo”, ou de qualquer tempo imediatamente subseqüente. Aos que ainda não entenderam o espírito da coisa, isto não é um elogio - ao contrário. Como é provinciana a crença de que a república e a democracia são modernas e a monarquia obsoleta. Mesmo assim nunca se falou tanto em democracia, nunca se falou tanto em nome do povo, como nestes 115 anos - isto é o presidencialismo. Até entendo que falem em nome da democracia, afinal, é em nome e por meio dela que qualquer "pé rapado" e "sem vergonha" sobem ao Poder. Só não podem professar pela liberdade, esta que Deus nos deu. E, caros, entre a democracia e a liberdade, fico com a última.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especialmente em &lt;strong&gt;republiquetas de banana&lt;/strong&gt; como a nossa, a democracia (presidencialista) torna-se, inevitavelmente, não na vontade da maioria como tentam atestar, mas em uma pequena organização concentrada, ou em pequenos grupos políticos que usufruem o poder para melhor manter-se nele. &lt;strong&gt;A aristocracia muda de forma, mas não desaparece, não se trata de acabar com a mesma, mas achar-lhe a base mais razoável&lt;/strong&gt;. A tão querida maioria é infantilizada e iludida ao achar que escolhe alguma coisa - afinal até os analfabetos votam, onde todos os demais são obrigados a votar e a educação, de longe não se enxerga, afim de elevar a consientização do povo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Onde estão as prometidas escolhas? Em quatro ou cinco pessoas, selecionadas a partir de interesses partidários outros, brincando de debates. Dá-se a isso o nome de teatro, e aqui, em nosso amado país, circo, já que afinal para alegria do povo, tudo acaba em samba. Com o atual &lt;strong&gt;Fome Zero&lt;/strong&gt;, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;panem et circences&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. E talvez por isso mesmo as intentonas, comunas, e o rol de populistas, sejam tão abundantes na história de nosso país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu costumo imaginar se nossa própria &lt;strong&gt;Monarquia Nacional&lt;/strong&gt; – muito mais sólida constitucionalmente do que a atual &lt;strong&gt;República Federativa&lt;/strong&gt; – &lt;strong&gt;pôde sofrer uma Revolução de uma minoria ínfima e mau intensionada, o porquê da teimosa negação da possibilidade de um advento ainda pior hoje em dia&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num país de terceiro mundo (graças à nossa entrada no rol das republiquetas latinas) ansioso por prosperidade temos três opções básicas para manter o Poder: instaurar-se o populismo barato, ou o despotismo (nem que seja na forma de um messianismo operário - Lula está quase chegando lá), ou os dois juntos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Optando por uma opção mais digna e condigna para com o Brasil, a &lt;strong&gt;Monarquia Constitucional Parlamentarista&lt;/strong&gt; ressurgirá encabeçada pelo &lt;strong&gt;Chefe da Casa Imperial do Brasil, Sua Alteza Imperial e Real, o Augusto Senhor Príncipe Dom Luiz Gastão de Orleans e Bragança&lt;/strong&gt;, cabendo a este muita perseverança e paciência para "&lt;strong&gt;por ordem na casa&lt;/strong&gt;", passados 115 anos de balbúrdia e oportunismos pelo Poder Supremo da Nação-Continente. Como não está o Imperador vinculado à saca de qualquer corja eleitoreira e/ ou político-econômica, &lt;strong&gt;Sua Alteza&lt;/strong&gt; terá que reinar prudentemente, assim como seus sucessores vindouros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É em interesse próprio do &lt;strong&gt;Imperador do Brasil&lt;/strong&gt; a melhor diligência do &lt;strong&gt;Estado Brasileiro&lt;/strong&gt;, que permita a prosperidade nacional sem demagogia e falsas promessas como há 115 anos somos testemunhas. Independente do que se costuma dizer, em política, em economia, em relações internacionais não temos que adotar o socialismo, nem a terceira via, nem qualquer joguete ideológico, mas realismo (nos dois sentidos). Meu ponto é que o Imperador do Brasil, sendo Ele suprapartidário, chega-se a ineqüívoca conclusão que a própria prosperidade da sociedade é o maior incentivo e interesse que Ele pode ter, tendo tempo e segurança para tal. &lt;strong&gt;O Imperador do Brasil sempre trabalhará a longo termo - para o Bem Comum da Sociedade Brasileira/os Povos/a Nação, o presidente, constantemente no termo que lhe render mais votos&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não somente isso, da mesma forma que a família é a Célula-Mãe da sociedade, a &lt;strong&gt;Família Imperial Brasileira sempre atuou como reserva moral da Nação&lt;/strong&gt;. E como &lt;strong&gt;Sua Alteza Imperial e Real o Augusto Senhor Príncipe D. Bertrand&lt;/strong&gt;, bisneto de D. Pedro I, bem diz “&lt;strong&gt;Recusar a tradição é a mesma coisa que fazer tábua rasa de todo um passado&lt;/strong&gt;”. Bom, isso talvez já seja demais para o leitor, pois afinal em 115 anos, já não se sabe bem ao certo o que é família, pois nas escolas e instituições superiores não mais formam-se cidadãos senão simplesmente pessoas libertinas e "modernas" - bem ao estilo mais americano!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando falei, no início, do provinciano “homem de seu tempo”, é porque esse não só se interessa pelos candidatos temporais da presidência da República, como é interessante para eles. Uma vez que &lt;strong&gt;o presidente não conta com o futuro, tampouco se lembrará do passado – repetirá os erros que for preciso, se esses o lançarem ao poder – mesmo que faça da farsa sua própria história&lt;/strong&gt;. E um patrimônio histórico-cultural valoroso não se constrói de “agora”. E como dizia o moto,&lt;strong&gt; "agora é Lula"&lt;/strong&gt;. Os candidatos à presidência angariarão votos prometendo aos pobres, como sempre, benesses estatais extravagantes e fazendo propostas politicamente corretas, não resolvendo nada no fim de seus mandatos, mas sempre são bem aceitos pelo homem de seu tempo - tú leitor/a, cidadão, cidadã descontente e feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destarte, nem mesmo &lt;strong&gt;Suas Majestades os Imperadores D. Pedro I e D. Pedro II detinham todo esse poder que dispõe um presidente de república no Brasil&lt;/strong&gt;. Colocar e recolocar tanto Poder na mão de candidatos de ocasião fatalmente põe em risco nossa própria liberdade - e somos muito bem testemunhas disso, o problema é que o brasileiro "&lt;strong&gt;tem memória curta&lt;/strong&gt;", ou comporta-se como "&lt;strong&gt;mulher de malhandro - quanto mais apanha, mais gosta!&lt;/strong&gt;". &lt;strong&gt;Por quantas ditaduras, governos populistas, revoluções e contra-revoluções o brasileiro terá que passar para aprender isso?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(Por Igor Taam, do Rio.)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-110037118770593631?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/110037118770593631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=110037118770593631' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110037118770593631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110037118770593631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/11/constante-sombra-do-populismo.html' title='A CONSTANTE SOMBRA DO POPULISMO DITATORIAL'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-110011052131867445</id><published>2004-11-10T19:35:00.000+02:00</published><updated>2004-11-10T20:15:21.320+02:00</updated><title type='text'>República da Sérvia restaura os Símbolos do País</title><content type='html'>Belgrado, 19 Agosto 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A moção para usar o Brasão d'Armas, a Bandeira e o Hinao Nacional fora aprovado por sanção na sessão do Parlamento Nacional da Sérvia. Pelo voto de 183 parlamentares, o Hino Nacional oficial da atual República da Sérvia é a canção "Deus da Justiça",  composto por Davorin Jenko e letras por Jovan Djordjevic.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bandeira do Estado Sérvio consiste em três faixas horizontais - vermelho, azul e branco - com o Real Brasão d'Armas da Sérvia no meio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasão d'Armas da República Sérvia, agora restaurado, remonta de 1882, ou seja, quando tornou-se reino. A dupla de águias brancas carrega em seu campo lanças de fogo transversais envergando acima do Manto Real a Grande Coroa, dois lírios sob as patas das águias que as agarram. Acima das águias está uma coroa menor, que junto à elas representa o pequeno brasão, todos sob a proteção do Manto Real e pela Grande Coroa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui podemos ver e notar, explicitamente, que verdadeiros dirigentes, no caso dos sérvios, interessados em manter vivo o patriotismo de sua nação buscam suas essências em seu passado de glórias construtor, revelando que a monarquia que hoje e por hora não se encontra políticamente presente, é a única catalizadora da manutenção do próprio povo sérvio, reconhecendo assim os líderes da atual república que seus símbolos são aqueles que nasceram com o país, não os que foram trazidos de "fora", com idéias e idéias...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disso, pergunto: por que no Brasil, exatamente as coisas são reversas, principalmente no que se refere àqueles que se pensam líderes de uma nação, propondo hediondamente pela segunda vez a alteração da bandeira nacional?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não veria mais patriótico, o simples ato de reconhecimento e restauração da verdadeira Bandeira Nacional Brasileira, que é a Bandeira Imperial, de 1822, com o restabelecimento do Imperial Brasão d'Armas, em vez de ridículas e hediondas propostas como a de um Deputado Federal, baseado num outro cidadão sem a menor consiência do que é patriotismo e sujerirem o acréscimo da palavra AMOR, na ridícula frase positivista ORDEM E PROGRESSO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho dito....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-110011052131867445?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/110011052131867445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=110011052131867445' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110011052131867445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/110011052131867445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/11/repblica-da-srvia-restaura-os-smbolos.html' title='República da Sérvia restaura os Símbolos do País'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109925700717138822</id><published>2004-10-31T22:56:00.000+02:00</published><updated>2004-10-31T23:10:07.173+02:00</updated><title type='text'>X ENCONTRO MONÁRQUICO - CURITIBA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Prezado (a) Cidadão Brasileiro,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Venho convidá-lo a participar do X Encontro Monárquico a realizar-se na cidade de Curitiba no dia 6 de novembro próximo! Nosso querido Brasil está vivendo, não é de hoje, momentos políticos muito delicados, repletos de incertezas e agitações de caráter político, social e econômico, contrárias a maneira cordata de ser do povo brasileiro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não é possível, nós brasileiros, omitir-mo-nos a fazer uma análise e lançar um olhar atento a tal situação. Contaremos, nesta oportunidade, com a honrosa presença de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sua Alteza Imperial e Real o Príncipe Senhor Dom Bertrand de Orleans e Bragança&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; !&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A &lt;strong&gt;Frente D. Pedro II&lt;/strong&gt; , a &lt;strong&gt;Pró Monarquia&lt;/strong&gt; e a &lt;strong&gt;Juventude Monárquica Brasileira&lt;/strong&gt; contam com sua grata e indispensável presença, bem como com a de seus familiares e amigos, para mais esta importante etapa de difusão dos ideais monárquicos brasileiros. Confiante em encontrarmo-nos no próximo dia &lt;strong&gt;6 de novembro&lt;/strong&gt; em Curitiba, subscrevo-me com consideração e entusiasmo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Mozart Heitor França&lt;/em&gt; - &lt;strong&gt;Presidente da Frente Dom Pedro II&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PROGRAMA DO ENCONTRO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9:30 hs&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Recepção aos participantes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10:00 hs&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Abertura do X Encontro pelo Presidente da &lt;em&gt;Frente Dom Pedro II&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dr. Mozart Heitor França&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10:15 hs&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Palestra do Professor &lt;em&gt;Dr. José Pio Martins&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Brasil um Projeto de Futuro.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11:05 hs&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Café&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11:15 hs&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Palestra de S.A.I.R. o Príncipe &lt;em&gt;Dom Bertrand de Orleans e Bragança&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Situação e perspectivas do Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12:15 hs&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Almoço&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15:00 hs&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Palestra Prof. &lt;em&gt;Camilo Borges Neto&lt;/em&gt; – Formação da Nobreza no Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15:30 hs&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Café&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15:45 hs&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Panorama das atividades monárquicas – Sr. &lt;em&gt;Gustavo Cintra do Prado&lt;/em&gt; e Dr. &lt;em&gt;Ciro Moss d´Avino&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16:15 hs&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;coffe break&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17:00 hs&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Palestra Sr. &lt;em&gt;José Carlos Sepulveda da Fonseca&lt;/em&gt; – Tendências da opinião pública mundial: uma perspectiva para o Movimento Monárquico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18:00 hs&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Encerramento por S.A.I.R. o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18:15 hs&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Degustação dos Vinhos Salton Imperial&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109925700717138822?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109925700717138822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109925700717138822' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109925700717138822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109925700717138822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/10/x-encontro-monrquico-curitiba.html' title='X ENCONTRO MONÁRQUICO - CURITIBA'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109839092554286763</id><published>2004-10-22T19:24:00.000+02:00</published><updated>2004-10-22T19:32:24.700+02:00</updated><title type='text'>O IMAGINÁRIO MONÁRQUICO DA NAÇÃO NAS ALEGORIAS E INDIANISMO ROMÂNTICO NO BRASIL DO SÉCULO XIX </title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;RESUMO&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No imaginário da Conquista do século XVI os europeus associaram o continente americano e o Brasil ao mito do homem primordial. Esse imaginário que espelha forte vínculo entre desconhecido e natureza ressurge como referência da arte do século XIX, nas representações da nacionalidade dos estados modernos latino-americanos. No Brasil, a construção da identidade nacional prefigura o reencontro com o Éden e projeta imagens românticas e exóticas que com as alegorias articulam idéias de origens mitológicas e símbolos que convertem o índio em ícone da monarquia nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As alegorias foram imagens comuns na representação do continente americano e do Brasil no início da conquista européia. Fazem parte da iconografia que tomou o paraíso perdido e reencontrado como referência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em conjunto, essas representações deram ao continente o sabor de uma fantasia provocante e ambígua encarnando ora, a terra do canibalismo e da barbárie, avessa ao construto da cultura; ora, o lugar por excelência da harmonia do homem com a natureza e território palpável do Paraíso desvendado para confirmar as Escrituras. A conquista coincidia com a derrota dos mouros e a reconquista da Espanha pelos reis católicos Fernão de Aragão e Isabel de Castela que iniciam, então, a perseguição aos judeus, num momento envolto em doutrinas religiosas entre as quais se sobressaia o milenarismo do abade Joaquim di Fiori que exerceu forte influência sobre Colombo. O encontro com Novo Mundo não se limitava ao conhecimento de um novo território, mas no pensamento de Colombo e de outros conquistadores, oferecia sinais que identificava a idade primeira e o primórdio dos tempos anunciado por textos proféticos. Malgrado suas seguidas viagens, Colombo continuou até o fim de seus dias acreditando ter alcançado o Oriente pelo Ocidente e encontrado o Paraíso Terrestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo Darcy Ribeiro, Portugal e Espanha foram Impérios Mercantis Salvacionistas, mergulhados numa dimensão ideologia mística e épica que reiterava a conquista de novos horizontes comerciais também como conquista de novas almas para o catolicismo. Para enriquecer esta mística contribuíam: a beleza da natureza e o ameríndio, o homem do novo mundo. Diários, cartas de navegadores se referem sistematicamente à formosura das novas terras, a profusão de animais e vegetais e a temperança do clima. &lt;strong&gt;O Brasil é descrito como um imenso jardim de vegetação luxuriante onde vivem feras dóceis e pessoas inocentes, sem Lei, sem rei, sem Fé que tornavam ainda mais sedutor o convite à evangelização&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esses ingredientes chegam ao Velho Mundo através das narrativas dos primeiros viajantes e das imagens dos gravadores da tradição gráfica flamenga e francesa – das quais se destacam Theodor de Bry (1592), Marten de Vos, Adriaen Collaert (1600) Étiènne Delaune (1575). Através da estética renascentista e barroca falam dessa miragem do Paraíso e interpretam o continente com alegorias da natureza, formas femininas indígenas de beleza clássica ou figuras análogas aos modelos da antiguidade para descrever visualmente costumes e acontecimentos exóticos. Em resumo, o comum acordo entre o pensamento profético e a política da conquista mercantilista constituiu uma lente através da qual a realidade aparecia impregnada pela idéia de Éden e também do inferno que o sucede. Assim, o antropocentrismo concedia ao homem indígena o papel de alter ego do próprio homem que, doravante, se abria definitivamente à modernidade. Esta relação paradoxal entre modernidade e profecia de origem, entre bárbaro e clássico, entre sinal dos tempos de felicidade e tempo do fim constituíram o modelo imaginário do Brasil durante o período colonial, reaparecendo, sob novas roupagens, quando ele, aos poucos, constrói-se como nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma arte que expresse com imagens a particularidade social e nacional irá acontecer como projeto político a partir do século XIX. Com a hora emergencial das nações surge a representação dos anseios de liberdade política e social que tornavam os parâmetros estéticos do barroco ultrapassados. No Brasil Oitocentista, a complexidade da vida civil desponta com a fabulação da natureza romântica que se ergue como modelo da identidade nacional, através da linguagem acadêmica. Origem e liberdade, mitologia e símbolo de raízes culturais projetam no tempo passado o marco da moderna utopia da origem, propondo com as imagens do índio, uma essência mítica para a história emergencial, através de uma ótica sentimental. Assim, os artistas laicizados projetaram a nomeação das pluralidades políticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A associação entre moderno e primordial constituiu metáforas da nacionalidade que reuniram caudilhos e figuras primitivas, para falar de heroísmo, independência e conquista da autonomia dos Estados Espanhóis nas Américas. Foi muito freqüente naquela época o ressurgimento da linguagem alegórica que, no entanto, representava no índio o espírito da identidade anti-colonial. Entretanto, a leitura das alegorias e a representação identitária nutrem - se de mecanismos políticos que projetam as nuanças dos processos de independência. Assim é que a imagem do índio reflete no imaginário nacional não exatamente o signo da alteridade, mas conteúdos específicos do processo social e político, independentemente da realidade indígena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Brasil, como sabemos, a independência manteve os direitos civis e de cidadania praticados ao conservar o trabalho escravo e o regime monárquico. A elite escravocrata brasileira adotou a cautela, inteligentemente, como política buscando evitar rupturas para esquivar-se dos dois grandes fantasmas da época: a radicalidade da abolição dos escravos no Haiti (1791-1804) de Toussaint L’Overture e Dessalines cujo sangrento confronto com a elite colonial francesa resultou na esmagadora vitória dos negros; e, por outro lado, procurou impedir o fracionamento do território brasileiro como ocorreu na América Espanhola, conseqüentemente pelas lutas de libertação nacional lideradas por facções muito diversas. A escolha de um compromisso com a manutenção do Poder pela Casa Real dos Bragança legou ao Príncipe Regente do Brasil o papel de artífice e de moderador da independência, embora não possamos ignorar os constantes conflitos com a antiga metrópole portuguesa, principalmente nos primeiros anos do Primeiro Reinado de um Brasil Independente. Assim, essas particularidades políticas brasileiras ao invés de projetarem no índio uma identidade anti-colonial tornaram-o mito original da natureza numa representação da face indiscernível da Monarquia Contitucional Brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;A REPRESENTAÇÃO DO PODER EMERGENTE&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A arte acadêmica deu ao país uma imagem oficial a partir do processo de modernização da colônia e a vinda da própria Família Real para o Rio de Janeiro no início do Oitocentos. A Abertura dos Portos (1808) e a elevação do País da condição de Principado-Colônica à Reino Unido ao de Portugal e Algarves (1816) estreitaram as relações comercias com o mundo, colocando o Brasil na rota do comércio internacional. Novos ares reluziam nas ruas da cidade, onde se mesclavam nobres, militares, comerciantes e aventureiros. Artistas e cientistas atraídos pela possibilidade de desenvolverem pesquisas iniciam a valorosíssima produção cientifica e artística dos viajantes que popularizou costumes nativos e populares, características da sociedade civil e da paisagem urbana através de uma grande profusão de iconografias e relatos. &lt;strong&gt;A multiplicidade das espécies botânicas revelava a exuberância da floresta tropical e o Rio de Janeiro tornava-se, junto com Paris, a cidade com maior número de representações naquele século&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vem dessa época, o desejo das elites constituírem uma linguagem artística cosmopolita que correspondesse aos anseios culturais despertados com a transferência da sede do Império Português para o Brasil. A complexidade da vida urbana aumentava a demanda de sofisticação e estreitava as relações entre o mundo do poder e o das artes. A Coroa Portuguesa ansiando por uma imagem respeitável se empenhou para concretizar seu projeto convocando o Conde da Barca, representante da Coroa na Inglaterra, o Cônsul na França, Marquês de Marialva e a proeminente figura de Alexander Humboldt para articularem diplomaticamente, em Paris, a vinda de artistas franceses ao Brasil. Assim, em 1816 os esforços da Coroa se consolidavam com o desembarque no Rio de Janeiro da Missão Artística Francesa dirigida por Joaquim Lebreton. Oriundos do império napoleônico derrotado, os artistas franceses faziam parte de um grupo de ativistas da estética neoclássica que, por ironia do destino, terminariam como servidores da monarquia que não fora derrotada por Napoleão. Ocupar-se-ão de sistematizar a iconografia do Poder Real, e de construir uma estética eficaz para a comunicação entre a Coroa e seus súditos. Ao mesmo tempo, e, malgrado a resistência dos artistas portugueses, iniciariam a formação acadêmica de artistas plásticos brasileiros, através da criação de uma Escola de Belas Artes, a segunda experiência do ensino das artes na América Latina. &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/app/post.pyra?blogID=6811456#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jean Baptiste Debret e Grandjean de Montigny serão os principais responsáveis pelas obras que darão ao Rio de Janeiro um novo perfil. Introduziriam modificações urbanas através de arcos do triunfo e obeliscos que davam ao espaço uma teatralidade que proporcionava à monarquia o verniz da suntuosidade almejada, além de atrair os populares. Já na coroação de D. João VI (1818) Debret realizou os primeiros cenários neoclássicos, compondo arcadas recobertas com veludos e pinturas alegóricas. Ele projeta emblemas, símbolos oficiais e uma iconografia cujos temas mais freqüentes são as cenas de celebração e os retratos. Paralelamente, emprega parte do seu tempo na representação do mundo urbano e da sociabilidade brasileira. Surge com Debret uma verdadeira crônica visual das relações escravocratas, através de aquarelas sobre o trabalho do escravo urbano, além de seus desenhos de indígenas, cujo valor documental é bem menos importante. Muito importantes são também as aquarelas de Rugendas, Von Martius e Spix, Maximiliano Wied-Newied, Hercules Florence e Adrien Taunay sobre os indígenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Durante o reinado de D. Pedro I a arte esteve sob forte influência dos artistas da Missão Francesa e dos artistas viajantes. &lt;strong&gt;O índio é um tema constante na linguagem dos leques comemorativos, aparecendo como alegoria da monarquia brasileira.&lt;/strong&gt; É muito conhecida a peça sobre a independência, do acervo do Museu Histórico Nacional (RJ), onde um indígena oferece a Coroa ao Imperador, simbolizando a fidelidade das nações indígenas ao monarca&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/app/post.pyra?blogID=6811456#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[2]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dentre as obras que celebraram a independência do Brasil, o Pano de boca para a representação extraordinária dada no Teatro da Corte por ocasião da coroação de Pedro I em 1822 de Jean Baptiste Debret projeta os acontecimentos políticos com uma alegoria feminina&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/app/post.pyra?blogID=6811456#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;[3]&lt;/a&gt;. A obra encomendada por José Bonifácio três meses depois do grito do Ipiranga veio substituir uma antiga cortina do teatro, reproduzindo um Rei de Portugal. Debret concebeu-a no cenário da Natureza como um elogio à monarquia brasileira. Através da linguagem neoclássica ele fez contracenar cariátides, anjos, representações do povo e símbolos do império e da fortuna. A cena é uma evocação do apoio ao Imperador. O manto verde bordado em ouro dos Bragança, o Escudo Real e a espada, a Carta da Constituição, a Justiça e o comércio idealizam o monarca “iluminista”, enquanto a barca carregada de sacas de café, os maços de cana de açúcar, a família de negros usando instrumentos de trabalho e armas, o pedido popular de proteção para o recém-nascido, uma índia, os gêmeos e alimentos que abundam as escadarias fantasiam, por sua vez, o apoio popular, a fartura e um futuro promissor. &lt;strong&gt;Em torno do trono, índios e forças militares formam a muralha compacta de forças “tribalizadas” que protegem o Imperador&lt;/strong&gt;. O índio nesta alegoria tem como atribuição ser a massa uniforme e anônima de sustentação do regime brasileiro e, sua imagem, segue coerentemente o papel que assumiu na realidade do país quando colônia, de aliado dos portugueses para protegê-los dos ataques corsários e invasores do território nacional. No Brasil que floresce, a representação do índio protetor do Império do Brasil é uma projeção semelhante àquela dada a ele pelo poder colonial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O elogio que espelha no “pano de boca” a idealização do compromisso entre povo e poder extraia da realidade política apenas uma fantasia amena. Sabe-se do caráter oficial desta obra e também das manifestações populares de apoio a D. Pedro I, nos primeiros meses de seu reinado. Porém, sabe-se também, que a permanência do regime monárquico depois da independência refletiu a consciência da forte ligação nacional com suas origens, ao mesmo tempo que evitara a fragmentação do país como a sorte ocorrida com seus vizinhos latinos. Portanto, nossa independência se projeta por meio de Debret como um hino de exaltação à ideologia paternalista da monarquia brasileira e na base de sustentação aparece a obediência da sociedade nacional, esta completamente distinta das de seus vizinhos latinos, que, seguramente, aplaudiram demoradamente a tela do artista ao cair o pano da cortina do teatro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;DA ORIGEM À NACIONALIDADE&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Malgrado esses ensaios alegóricos, os laços que unirão a arte aos interesses do Estado estavam ainda, no I Reinado, em fase de consolidação. Também em termos estéticos, há um processo de adaptação, na medida em que os códigos do neoclássico tornavam-se anacrônicos quando aplicados á realidade brasileira. É no II Reinado que a expressão alegórica irá partilhar com o Romantismo do encontro com o sentimento patriótico. No imaginário conservador a idéia de Nação amadurece a cooptação do bom selvagem rousseaniano, tornando freqüente a identificação entre o índio e a monarquia brasileira nas linguagens alegóricas. As relações do regime com a classe artística se estreitam através da Academia Imperial de Belas Artes cuja criação acontecerá finalmente em 1826. O mecenato do Imperador promove o pólo artístico burguês, amplia as atividades artísticas dos salões e os prêmios para fora do país, obtendo como resultado, obras que funcionarão como espelho do Brasil. Assim, a AIBA tornar-se-á o celeiro das imagens da identidade monárquica nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;OS DIFERENTES FORMATOS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os quadros de batalhas pertencem ao gênero mais apreciado pelo poder. Projetos de grande porte são encomendados pelo governo para exaltar honras militares e o monumental das telas fala por si da importância do tema na propaganda política. &lt;strong&gt;Combate Naval do Riachuelo, Passagem do Humaitá, Batalha dos Guararapes, Batalha do Avaí&lt;/strong&gt; de Victor Meirelles e Pedro Américo mostram o esforço de dois grandes artistas na edificação do culto ao herói e à Nação Brasileira. O caráter oficial desses quadros era equilibrado por um conteúdo de crônica, quase anedótico, no qual o artista exercia certa liberdade criativa, se distanciando dos aspectos solenes. Um exemplo conhecido e propagandeado pelos guias do Museu de Belas Artes é a Batalha do Avaí (óleo s/ tela - 600 cm x 1100 cm - 1872-77), onde Pedro Américo representa o rosto de Tiradentes entre os mortos na batalha, critica Duque de Caxias na representação de sua farda desleixadamente aberta; e, se auto - retrata entre os soldados. Porém, evidentemente, a importância principal do gênero expressava a pomposa construção do sentimento de nacionalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Paralelamente, a romantização das origens (Bosi:1992) constituiu uma das temáticas preferidas do Romantismo. Na Europa ela provocou o retorno à Idade Média e aos personagens servis; o desejo de romper limites territoriais, um incentivo a evasão; o conhecimento e o individualismo característico da desesperança simbolista. No Brasil, ela fez desabrochar o "Descobrimento" em sí próprio como argumento de defesa do espaço da identidade: um lugar cuja territorialidade existia como nomeação de uma subjetividade nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com a pintura de batalhas e de história, a estatuária em via pública foi um pilar imagético do poder no Rio de Janeiro. As estátuas erguidas nas praças e nos jardins, desincumbiam o papel de marcos da ideológica militarizada. Em algumas delas, estátuas indígenas foram usadas como alegorias do país. É o caso do primeiro monumento erguido no Rio de Janeiro (1862) em homenagem a D. Pedro I, hoje ocupando o centro da Praça Tiradentes, cuja concepção original de João Mafra previa uma visão histórica da Proclamação da Independência, com Pedro I acompanhado pelos cidadãos que colaboraram com a causa. Entretanto, esta idéia que retrata a virtude cívica perdeu-se no meio do caminho e Luis Rochet, escultor responsável pela execução da estátua na França, transformou o desenho original num panteão indígena sobre o qual a identidade nacional se sustenta. O monumento foi concebido por elementos que se opõe e se complementam: a estátua eqüestre de D. Pedro I no topo, e o território mítico representado através das figuras indígenas que servem de metáforas dos grandes rios Amazonas, São Francisco, Madeira e Paraná. O postulado Cívico e espiritualidade da Natureza tropical são esteticamente polarizados para criar uma unidade entre os gestos teatrais da proclamação e a gestalt da contemplação. A palavra abaixo de cada rio torna explícito o sentido alegórico, aliás, única forma possível de unir num cenário oficial índios e monarca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O modelo do bom selvagem aparece ainda em várias esculturas da época, sendo a mais expressiva, Alegoria do Império (Chaves Pinheiro, 1872), onde um índio empunha o Cetro Imperial, a Insígnia do dragão, o Brasão e o Manto Imperiais - Símbolos do Brasil. Vale citar também, um outro monumento que identifica o índio à independência, na alegoria projetada na Praça Castro Alves, em Salvador, para celebrar as jornadas de 28 de setembro e a resistência dos soteropolitanos aos portugueses. É um dos poucos exemplos mostrando o índio como emblema do sentimento anti-colonial. O monumento também traça um jogo entre as formas que estão em cima e as da base. No topo de um alto obelisco, um índio “caboclinho” executa solitariamente movimentos de uma dança guerreira, enquanto na parte de baixo as figuras representam fatos históricos e literários da fundação de Salvador, se destacando entre elas a personagem de Paraguaçu, que assume também sua identidade cristã como Catarina. Aqui se mesclam os símbolos nacionais e territoriais: a nação e a cidade sob o mesmo prisma da história que se mitifica tendo o índio como emblema inequívoco da independência política de um novo e poderoso Império.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;O INDIANISMO ROMÂNTICO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A temática do Romantismo nas artes plásticas sofreu importante influência da literatura e da história. As imagens de Victor Meirelles, Pedro Américo, Rodolfo Amoedo, Augusto Rodrigues Duarte, José Maria Medeiros, irmãos Bernardelli, Chaves Pinheiro evocaram a brasilidade emergente evocando José de Alencar (Iracema, O Guarani, Ubirajara, o Jesuíta), Gonçalves Dias (I Juca Pirama), Gonçalves de Magalhães (Confederação dos Tamoios); Araújo Porto Alegre e Pereira da Silva (na revista Niterói - 1836 - 1892) e também do poema Caramuru (1781), escrito ainda no século XVIII por Frei José de Santa Rita Durão, um épico da fundação de Salvador e das peripécias de Diogo Álvares Correia, obra inspiradora da estatuária “vinte e oito de setembro”, citada no último parágrafo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As características formais dos românticos da Escola Imperial de Belas Artes deram ênfase à expressividade da luz, ao traço orgânico e as cores vibrantes que enalteciam o sentimento apaixonado de uma estética oposta à precisão e nitidez fria e exemplar do neoclássico. O paradigma da emoção sobre a razão valorizou ainda a beleza da mulher indígena, aspectos religiosos e morais, a bravura e pureza da alma humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A morte foi um dos temas preferidos do indianismo, com uma grande quantidade de quadros representando o indígena morto em conseqüência da sedução amorosa ou de batalhas. O Último Tamoio (1883 – óleo sobre tela - 180 x 260cm) foi realizado por Rodolfo Amoedo em Paris durante o período que ele freqüentou ateliês de acadêmicos franceses. Representa a morte de um índio numa praia deserta do Rio de Janeiro, com um jesuíta que se debruça sobre ele. Este quadro traz subjacente a realidade histórica da Confederação dos Tamoios (1554-1563) cujo termo, não corresponde à designação de um grupo étnico, mas o conceito político que significou para os confederados tupinambás, aimorés e goitacazes revoltados contra a escravidão e o julgo dos portugueses no século XVI, “aquele que é mais antigo”. A realidade histórica por detrás da cena tem forte conotação subversiva e numa leitura atual o quadro conjuga o processo de resistência histórica dos Tamoios ao teor sócio-político dos “mais antigos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto, a intenção de louvação da resistência social ou política, ultrapassaria as intenções de um artista acadêmico como Amoedo. Sintonizando o quadro com a época, lembramos que o tema inspirou o longo poema de Gonçalves de Magalhães, autor e obra consagrados por Dom Pedro II pela maneira clássica de abordar o indígena. O retorno ao passado da leitura romântica coloca o elo sentimental que une religioso e índio, a idéia de superioridade de uma cultura sobre uma outra. Romântico e defensor do "status quo", Amoedo parece exaltar a compaixão cristã, a dor cujo simbolismo une o padre ao “filho”, muito provavelmente, aludindo a morte do mundo selvagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na concepção formal do quadro, o índio ocupa grande parte da cena, atraindo nosso olhar para o centro da tela. Uma linha diagonal traçada da esquerda para a direita e outra de cima para baixo reforçam aspecto do corpo sendo amparado pelo jesuíta. O cenário da praia, as gaivotas ao longe, o detalhe da tanga desfeita, o sentimento melancólico e a morte aproximam o Último Tamoio do quadro Moema de Victor Meirelles (1862 – 120 x 190 óleo s/ tela).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A referência à personagem apaixonada por Diogo Álvares Correia, morta afogada pelos esforços de seguir o barco que rumava para a Europa com seu amado e Paraguaçu, é a obra literária de Santa Rita Durão, cujo pano de fundo é também a fundação de um território, através da conquista, o da cidade de Salvador. O idílio entre Caramuru e Paraguaçu celebra a unidade colonial quase perfeita, tendo como coroamento a conversão de Paraguaçu ao catolicismo. Moema representa, dentro do triângulo amoroso, as faces mórbida, apaixonada e sensual do feminino. No quadro de Meireles, o corpo inerte de Moema, se destaca do espaço inferior direito e ocupa o centro da tela através de uma linha diagonal que corre da direita para a esquerda e outra linha que avança de baixo para cima, onde a cabeça e os cabelos formam um leque aberto em movimento descendente, ocupando o espaço inferior do quadro. A oposição simétrica que existe entre esta obra e o Último Tamoio é clara na composição dos corpos e outros três elementos aumentam a semelhança e intensidade dramática que existe entre eles: o detalhe da tanga que se desfaz conotando o significado da nudez; a sinuosidade do movimento do corpo que aumenta a sensação de abandono e o cenário da praia que acrescenta à morte a subjetividade do retorno à natureza, à areia, terra, chão. Em ambos os quadros, o modelo foi construído conforme fortes convenções do Romantismo, assim como uma obra do mexicano Felipe Gutiérrez, A caçadora dos Andes (1891) que lança mão de recursos análogos para representar a morte de uma nativa solitária. Porém, a semelhança dos detalhes na obra de Amoedo parece decorrer de uma citação de Meirelles, seu mestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Augusto Rodrigues Duarte também se inspirou na literatura, mas desta vez no romance homônimo de René Chateaubriand (1768 - 1848), publicado em 1801, Exéquias de Atalá (1878 – óleo sobre tela, 190 cm x 244, 5cm), um clássico da literatura universal. A obra aborda o amor impossível da índia Atalá por Chactas. A moça encontra o amado e o salva da tortura. Os dois se apaixonam e fogem para o deserto. Entretanto, Atalá vive o conflito entre a fidelidade ao Deus católico e a dedicação à paixão humana. A oposição dilacerante entre amor e fé, entre mundo original e valores ocidentais, culmina com o suicídio de Atalá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No quadro, dois elementos sinalizam a perda da identidade indígena: a pele embranquecida e o crucifixo entre as mãos da personagem. O branqueamento era muito comum como atributo de beleza referenciando o padrão europeu. A cruz é o símbolo que prevalece sobre a união e continuidade da identidade indígena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Iracema (1865) é um dos principais romances de José de Alencar. O tema da fundação do Ceará adquire amplitude continental com o nome da heroína Iracema, que é um anagrama de América. A virgem da nação Tabajara, sacerdotisa de Tupã, guardiã das águas de jurema e dos frutos do sonho, um dia vê chegar à sua aldeia, o colonizador português Martim, pelo qual ela se apaixona, apesar dele ser amigo da tribo Potiguar, inimiga de seu povo. Desse amor nasce o herói mestiço Moacir. A estilística do romance de Alencar é vigorosa e Machado de Assis considerou-a como um poema em prosa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;“Verdes mares bravios de minha terra natal, onde canta a jandaia nas frondes da carnaúba.&lt;br /&gt;Verdes mares, que brilhais como líquida esmeralda aos raios do sol nascente, perlongando as alvas praias ensombradas de coqueiros;&lt;br /&gt;Serenai, verdes mares, e alisai docemente a vaga impetuosa, para que o barco aventureiro manso resvale à flor das águas.&lt;br /&gt;Onde vai a afouta jangada, que deixa rápida a costa cearense, aberta ao fresco terral a grande vela?&lt;br /&gt;Onde vai como branca alcíone buscando o rochedo pátrio nas solidões do oceano?&lt;br /&gt;Três entes respiram sobre o frágil lenho que vai singrando veloce, mar em fora.&lt;br /&gt;Um jovem guerreiro cuja tez branca não cora o sangue americano; uma criança e um rafeiro que viram a luz no berço das florestas, e brincam irmãos, filhos ambos da mesma terra selvagem.&lt;br /&gt;A lufada intermitente traz da praia um eco vibrante, que ressoa entre o marulho das vagas:&lt;br /&gt;-Iracema !"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;José Maria Medeiros inspirou-se no amor para criar a imagem de Iracema. Outra vez a praia é o cenário onde a personagem vaga solitária ao lado do arranjo de flores de maracujá, símbolo do sentimento que a possui. Iracema representa sem disfarces, a mulher de origem indígena. Ela é a imagem do “outro” e nudez e solidão a opõem-na à mulher branca. Ela é também o oculto, o conhecimento enigmático de forças da natureza, que ela domina pelo conhecimento da magia e da propriedade das raízes. O feminino apaixonado aqui representa o mito sacrificial da mulher indígena que desaparece para “dar a luz” ao povo mestiço, à monarquia continental brasileira.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Embora a representação e dramaturgia romântica não se proponham a atingir a realidade dos índios, nem muito menos assumir uma postura crítica da realidade, a insistente repetição da morte nesses quadros, nos remete à violência da época. Olhando seus personagens em conjunto, eles têm em comum a perspectiva de estarem apartados da realidade, emudecidos no tempo ou no espaço, entregues à natureza como num último reduto. Modelos de uma iconografia que recorta o presente pelo passado, expressam a melancolia do indianismo e são também fragmentos romantizados que exprimem a malha de sentidos submersos na impotência. De certa forma, é possível ver nessas imagens metáforas da perda de identidade e inocência: máscaras dos massacres que aconteciam no passado e que até os dias de hoje são uma realidade na vida nacional brasileira.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com uma outra linguagem, crua e objetiva, temos na mesma época, a fotografia atuando como instrumento da “ciência” nas três fotografias que Marcelo Morel apresenta como sendo, provavelmente, as primeiras tiradas dos índios Botocudos em Paris (1844). São imagens que formulam uma maneira de “mostrar” o selvagem e a tentativa do fotógrafo de nos dar uma imagem domesticada do índio, através da roupa, da pose, do enquadramento etc. Como “portrait” etnográfico do século XIX, a neutralidade do estúdio fotográfico trás para a cena a condição de objeto do índio e pulveriza aspectos culturais e personalizados daqueles seres humanos. A domesticação se transfigura em violência no olhar que diz “mais sobre o poder do colonizador do que do indivíduo e sua cultura&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/app/post.pyra?blogID=6811456#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;[4]&lt;/a&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com uma linguagem moderna e atrevida, o desenhista e jornalista Ângelo Agostini se coloca como crítico da produção dos artistas acadêmicos e do regime monárquico brasileiro e abre espaço na imprensa de oposição, sobretudo na Revista Ilustrada. O índio foi uma caricatura constante do país, seja como gigante adormecido, seja sugado pelos corruptos. Denunciava manobras parlamentares que prejudicavam o povo e o país exercendo uma visão contrária daquela dos românticos. Promoveu campanhas pela Abolição e República evocando a figura da mulher. Sob seu punho a indígena foi símbolo da abolição no Amazonas e no Ceará (1884). O índio, a mulher, e o negro, em sua visão, passaram a projetar a união contra o regime. Agostini era um homem de seu tempo e como crítico impiedoso denunciava a maneira servil dos acadêmicos se expressarem ( o que eu particularmente discordo de seu ponto de vista). Seu estilo mordaz teve forte influência de Daumier e, do modelo paradigmático da famosa tela de Delacroix (1830), LIBERDADE GUIANDO O POVO, a partir dos eventos políticos populares que precederam à monarquia de Luis Felipe, na França. Delacroix deu à Liberdade uma roupagem tida como moderna e revolucionária ao projetá-la como Mariana, figura símbolo da Revolução Francesa, que guia o Povo no cenário das barricadas urbanas, sustentando numa das mãos o fuzil e na outra a bandeira branca, azul e vermelha da nação francesa republicana. Isso concretiza a tendência humana de destruir o que foi construído em séculos em apenas dias, semanas, meses...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Embora a Abolição da Escravatura tenha sido promovida pela própria Monarquia Brasileira, já que a Família Imperial sempre apoiou a atividade do movimento abolicionista, a proclamação da República no Brasil resultou do palpável imadurecimento da Nação, onde por ato de verdadeira vingança, a mesma classe dominante, que visionária da importância da unidade pátria optou pela manutenção do status quo natural para um país definitivamente diferente de seus demais vizinhos, não aglutinaram no decorrer dos tempos que a escravidão tendria que ser findada em algum ponto. A visão oficial dessa mesma classe dominante era adiar o quanto mais possível tal abolição, inclusive pelo que se passou com a chamada Guerra de Secessão, a qual dividiu os Estados Unidos numa guerra civil sangrenta. O Trono, não mais podendo se calar diante tamanha falta de visão para o futuro da Nação Brasileira como expoente continental, resolve aplicar uma medida não só justa mas humanamente exigível dada as mudanças econômicas internacionais em decurso. Na ideologia positivista, ele ocupou uma posição servil, infantilizada, dominada pela catequese ou pela superioridade do sistema racional de pensamento conforme o monumento republicano erguido na Cinelândia (RJ, 1910) para enaltecer o Marechal de Ferro, Floriano Peixoto (para mim, um traidor da Nação, assim como todos os outros envolvidos na instauração da república no Brasil).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ades, Dawn, &amp; Buy Brett Stanton Loomis Catin e Rosemary O’Neill – A arte na América Latina: A era moderna: 1820- 1980. Ed Cosac &amp;amp; Naity Edições, São Paulo, 1997.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Argan, Guilio Carlo – O neoclassicismo Histórico; Romantismo; Histórico; Fotografia. Em A Arte Moderna. São Paulo, Ed. Companhia das Letras, 1993. pp 21-74 e pp78-82.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belluzzo, Ana Maria de M. – O Brasil dos Viajantes. Ed Objetiva/Metalivros, 1994.&lt;br /&gt;Bosi, Alfredo – Dialética da Colonização. São Paulo, Companhia das Letras, 1992.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chauí, Marilena – Profecias e Tempo do Fim. Em A descoberta do homem e do Novo Mundo (org. Adauto Novaes). São Paulo, Ed. Companhia das Letras, 1998. pp. 453/505&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coli, Jorge – A alegoria da Liberdade. Em Os sentidos da paixão. FUNARTE/Ed. Companhia das Letras, São Paulo, 1988. Pp.377-416&lt;br /&gt;...........Primeira Missa e a invenção da Descoberta. Em Adauto Novaes (org) A Descoberta do Homem e do Mundo. São Paulo, Companhia das Letras, 1998, pp. 107-122.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daniel Ribeiro, Marcus Tadeu – O Romantismo na pintura brasileira do século XIX. Em Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. nº 29, 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Debret, Jean Baptiste – Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil. Volume III. Belo Horizonte, Ed. Itatiaia,1989.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gullar, Ferreira – Barroco: olhar e vertigem. Em O Olhar, Adauto Novaes (org.) São Paulo, Companhia das Letras, 1988, pp. 217-224.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moura de Alencar, Ana Maria – O Romantismo no Brasil: literatura, Artes Plásticas, Música. Brochura, 1988.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ribeiro, Darcy – A América e a Civilização – Petrópolis, Ed. Vozes, 1977&lt;br /&gt;Tavares, Ildásio – O Barroco brasileiro. Conferência na Academia Brasileira de Letras. 2003. Xérox 10p.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/app/post.pyra?blogID=6811456#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[1]&lt;/a&gt; - A Academia Real de São Carlos criada em 1785 na cidade do México foi a primeira escola de arte acadêmica criada na América e a única do período colonial e é considerada como uma das instituições que geraram as idéias da independência política do México.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/app/post.pyra?blogID=6811456#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[2]&lt;/a&gt; - Informações sobre esta peça foram fornecidas por Vera Lima do MHN (Museu Histórico Nacional) e por Maurício Vicente Ferreira Júnior (chefe do setor de museologia do Museu Imperial (Petrópolis).&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/app/post.pyra?blogID=6811456#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;[3]&lt;/a&gt; - É conhecido o esboço do projeto através da litografia em papel, medindo16 x 31,7 cm.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/app/post.pyra?blogID=6811456#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;[4]&lt;/a&gt; - A referência dessas fotografias está no estudo de Marco Morel publicado pela Revista eletrônica Studium (UNICAMP).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109839092554286763?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109839092554286763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109839092554286763' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109839092554286763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109839092554286763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/10/o-imaginrio-monrquico-da-nao-nas.html' title='O IMAGINÁRIO MONÁRQUICO DA NAÇÃO NAS ALEGORIAS E INDIANISMO ROMÂNTICO NO BRASIL DO SÉCULO XIX '/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109792557880190583</id><published>2004-10-16T13:03:00.000+02:00</published><updated>2004-10-16T13:19:38.800+02:00</updated><title type='text'>MONARQUIA OU REPÚBLICA? EIS A QUESTÃO!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em &lt;em&gt;115 anos de República&lt;/em&gt;, &lt;strong&gt;quais foram as vitórias&lt;/strong&gt;? Vamos aos seguintes pontos - &lt;strong&gt;estabilidade política, até 1988 não tínhamos conseguido isso, tivemos em 110 anos, 9 Golpes-de-Estado, 13 Ordenamentos Constitucionais, 4 Assembléias Constituintes, 10 Repúblicas, o Congresso, em nome da LIBERDADE, foi FECHADO 6 vezes, inclusive pelo primeiro Presidente, Marechal Deodoro da Fonseca&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ocorreram censuras nos meios de comunicação inclusive o fechamento de jornais e periódicos (e isso hoje se vem cojitando nos meios federais por intermédio do Governo Lula). Na monarquia constitucional anterior à instauração republicana, respeitáva-se as liberdades de imprensa muito mais que hoje mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na economia, tínhamos uma moeda forte que era o Conto Réis, desde 1942 tivemos 8 moedas, a inflação média no Império, era 1,58% ao ano - desde a derrubada do império a inflação chegou a 64,9 quatrilhões de %, tivemos &lt;strong&gt;40 presidentes&lt;/strong&gt;. Se estivesse sido mantida a Monarquia os sucessores de Dom Pedro II, &lt;strong&gt;teriam sido apenas 3&lt;/strong&gt; e não 40 como relatado anteriormente, gerando grande estabilidade tanto política, por meio de governos parlamentares, bem como quanto econômica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em uma monarquia o Monarca é o símbolo vivo da Nação onde não há espaço para &lt;strong&gt;"aventureiros"&lt;/strong&gt;, com a famosa prática do &lt;strong&gt;"é recebendo que se dá"&lt;/strong&gt;, para negociatas, corrupção, nepotismo e onde a ordem dessa pouca vergonha infelizmente prevalece nesses 115 anos. Numa monarquia, e exactamente como no Brasil antes do golpe militar, o Chefe-de-Estado é educado desde criança para reinar (desde Dom Pedro II instaurou-se o Parlamentarismo - Chefe-de-Governo oriundo do parlamento), e nunca somos pegos de surpresas, por novos governantes inescrupulosos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O nosso saudoso e &lt;strong&gt;"Maior dos Brasileiros"&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;Imperador Dom Pedro II&lt;/strong&gt;, sempre se destacou pela diplomacia sendo árbitro em vários países, a nossa &lt;strong&gt;Marinha Imperial&lt;/strong&gt; era a 2º marinha de guerra do mundo e o Brasil (não havendo lugar aqui espaço de discussão sobre o sistema de trabalho vigente) era tido como um país de 1º mundo junto com a Inglaterra, Estados Unidos (que também tinham parte de seus estados tão mais escravocratas que nós mesmos), França e Alemanha.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por esses e vários motivos que digo, que mudamos sim, da Monarquia para a Anarquia. E isso é tão atual em nossos dias!!!!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nos tempos do Império do Brasil, já sob o reinado de Dom Pedro II, &lt;strong&gt;o Brasil tinha uma moeda estável e forte, teve os primeiros Correios e Telégrafos da América, foi uma das primeiras Nações a instalar linhas telefônicas e o segundo país do globo a ter selo postal&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Parlamento Imperial Brasileiro ombreava-se com o da Inglaterra, a diplomacia brasileira era uma das primeiras e preferenciais do mundo, tendo o Imperador sido árbitro em questões da França, Alemanha e Itália e segunda autoridade moral depois do Papa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 67 anos de dois reinados apenas tivemos uma inflação média anual de apenas 1,58%, contra 10% nos primeiros 45 dias da instauração da República, 41% em 1890 e 50% em 1891.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A unidade monetária do Império, o Conto de Réis, correspondia a 0.9 (nove décimos) de grama de ouro, equivalente ao dólar e à libra esterlina.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Embora o &lt;strong&gt;Orçamento Geral do Império&lt;/strong&gt; tivesse crescido dez vezes entre 1841 e 1889, a &lt;strong&gt;dotação da Casa Imperial se manteve a mesma&lt;/strong&gt;, isto é 800 contos de réis anuais! E que D, Pedro II destinava ¼ de seu orçamento pessoal em benefício das despesas da guerra contra o Paraguai.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;800 contos de réis significava 67 contos de réis mensais e que os republicanos ao tomarem o poder estabeleceram para o presidente provisório, o Sr. Deodoro da Fonseca um ordenado de 120 contos de réis mensais&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Uma das alegações dos minguados adéptos dos ideais republicanos para a derrubada da Monarquia do Brasil era o que eles chamavam de custo excessivo da Família Imperial - a verdade é que esta, ou seja, toda a Família Imperial, recebia a metade do ordenado do 1º presidente republicano, o Sr. Deodoro da Fonseca sozinho.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom Pedro II se recusou a aceitar a inimaginável quantia de 5 mil contos de réis, oferecida pelos militares golpistas e republicanos, quando do exílio, indagando-lhes com que autoriadade dispunham de dinheiro que não lhes pertencia, mas sim ao povo brasileiro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (5 mil contos de réis era o equivalente a 4 toneladas e meia de ouro)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mesmo sendo um divorciado das causas militares, daí sua falta de aptidão em organizar uma resistência legalista à época, e que a qual seguramente tomaria a seu favor toda a população, o Imperador recusou-se em fazê-la deixando ao País um último benefício por ocasião da recusa da indenização oferecida por aqueles militares e paisanos que eu os denominaria de TRAIDORES DA PÁTRIA: o grande exemplo de seu desprendimento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Infelizmente esse exemplo não frutificou na República, e nem poderia como seria imaginado e necessário, pois &lt;strong&gt;"os filhos, rebelados, expulsaram os pais de casa"&lt;/strong&gt;, instaurando-se uma verdadeira república, na qual o "pai" tido como conservador e velho impedia a rebelde juventude de exteriorizar suas energias, digo suas incontroláveis energias, desprovidadas de vergonha moral e política!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na Monarquia Constitucional Brasileira o salário de um trabalhador sem nenhuma qualificação era de 25 mil réis! &lt;strong&gt;O que hoje equivale a 5 salários mínimos&lt;/strong&gt;. O Brasil, de acordo com os padrões eleitorais vingentes internacionalmente, era um exemplo de democracia, chegando a &lt;strong&gt;votar cerca de 13% da população nacional&lt;/strong&gt; - marcante registro dadas as dimensões e meios de comunicações disponíveis à época ao país. Na &lt;strong&gt;Inglaterra&lt;/strong&gt; este percentual era de &lt;strong&gt;7%&lt;/strong&gt;, na &lt;strong&gt;Itália 2%&lt;/strong&gt;, em &lt;strong&gt;Portugal não ultrapassava os 9%&lt;/strong&gt;. O percentual mais alto, &lt;strong&gt;18%, foi alcançado pelos Estados Unidos&lt;/strong&gt;. Na primeira eleição após o golpe militar que instaurou a república em nossa terra, &lt;strong&gt;apenas 2,2% da população votou. Esta situação pouco mudou até 1930, quando o percentual não ultrapassava a insignificante casa dos 5,6%&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com a proposital e ilegal antecipação do plebiscito de 1993 a monarquia conseguiu receber, aproximadamente, sete milhões de votos (13% dos votos válidos) e, nesta época uma pesquisa do &lt;strong&gt;DATA FOLHA&lt;/strong&gt; mostrava que 21% da população era monarquista ou simpatizante..&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vale dizer e/ou relembrar que as campanhas de esclarecimentos anterior ao plebiscito foram propositalmente cortadas em seu tempo hábil dadas às intensões claríssimas dos mantenedores do poder republicano em evitar o esclarecimento da Nação o que realmente representa a Monarquia Constitucional Parlamentarista e o que ela representou ao Brasil, primeiramente como absolutista de 1500, adaptando-se com a aceitação do constitucionalismo em 1822, evoluindo naturalmente a partir de 1847 ao Parlamentarismo, e melhor, com um Poder Moderador ativo e defensor dos verdadeiros interesses da Nação Brasileira.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;VENCEU OS MESQUINHOS INTERESSES - VENCEU A ANARQUIA REPUBLICANA!!!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;PERDEU O POVO BRASILEIRO!!!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas ainda existem esperanças!! E elas não tardarão a concretizarem-se positivamente para o &lt;strong&gt;BEM COMUM DO POVO BRASILEIRO&lt;/strong&gt; - sepadado de seu "legítimos pais" por culpa de aventureiros e baderneiros usurpadores do Poder, aproveitadores da inocência e ignorância popular!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Viva à Monarquia Constitucional Parlamentarista do Brasil!!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Viva à sua Restauração em tempos breves!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;VIVA AO POVO BRASILEIRO!!!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;(adaptado do texto original oriundo do site da&lt;/em&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Casa Imperial do Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;em&gt;- chefiada pelo &lt;strong&gt;Augusto Senhor o Príncipe Imperial e Real Dom Luis de Orleáns e Bragança&lt;/strong&gt;, "de Jure" atual &lt;strong&gt;Imperador do Brasil&lt;/strong&gt;)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109792557880190583?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109792557880190583/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109792557880190583' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109792557880190583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109792557880190583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/10/monarquia-ou-repblica-eis-questo.html' title='MONARQUIA OU REPÚBLICA? EIS A QUESTÃO!'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109747607238130494</id><published>2004-10-11T07:47:00.000+02:00</published><updated>2004-10-11T08:31:41.380+02:00</updated><title type='text'>A MONARQUIA RENASCE COMO OPÇÃO À REPÚBLICA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Para as listas que não são monárquicas:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É interessante lembrar que, dos 504 anos destas terras de Santa Cruz, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;389 foram passados em ambiência monárquica&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Nessa ambiência monárquica (ambiente num sentido algo próximo do utilizado em Informática) passou-se por&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;strong&gt;Colônia&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;- &lt;strong&gt;Principado&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;- &lt;strong&gt;Reino&lt;/strong&gt; (unido a Portugal e Algarves)&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Império&lt;/strong&gt; na forma monárquica constitucional&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Império&lt;/strong&gt; na forma monárquica constitucional e parlamentarista.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Portanto foi um longo período. No entanto, os nosso livros escolares dedicam muito pouco ao estudo da monarquia como forma de governo e só a apresentam na forma estereotipada que nos vem da propaganda "republicana".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E nas diversas faculdades (à exceção dos cursos de Direito) a monarquia nem sequer é citada, levando estudantes de História, Sociologia e outros cursos de Humanidades a imaginarem-na como coisa de museu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas, as monarquias de hoje são campeãs em distribuição de renda, assitência médica efetiva, seguridade social de modo geral e respeito às ideologias de esquerda.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Temos uma Família Imperial e assim somos o único país da América que tem dinastia própria, já que as outras dez monarquias parlamentaristas americanas não têm dinastia própria (ver a relação delas no site &lt;a href="http://www.monarquia.com.br/"&gt;http://www.monarquia.com.br/&lt;/a&gt; ).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E, no entanto, os nosso livros escolares silenciam sobre a nossa realeza, induzindo os nossos estudantes (e seus familiares, portanto) a pensarem que a Família Imperial Brasileira terminou em 1889, o que não corresponde à realidade dos fatos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por isso, achei interessante repassar esta mensagem que, embora de propaganda monarquista, nos mostra realidades muitas vezes esquecidas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Abraços&lt;br /&gt;João Baptista&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;----- Original Message -----&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;From: "maxmendelm" &lt;&lt;a href="mailto:maxmendelm@yahoo.com.br"&gt;maxmendelm@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&gt;&lt;br /&gt;To: &lt;&lt;a href="mailto:amigosdamonarquia@yahoogrupos.com.br"&gt;amigosdamonarquia@yahoogrupos.com.br&lt;/a&gt;&gt;&lt;br /&gt;Sent: Sunday, October 10, 2004 6:48 PM&lt;br /&gt;Subject: [amigosdamonarquia] Lista monárquica no UOL&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A todos Saudações:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Uol tem um forum de discussão politica focando a monarquia.O interessante é que tem várias pessoas que não são monarquistas, a maioria tem preconceitos e é contra, muitas escrevem mensagens ironizando,ridicularizando e até insultando. Mas, creio eu , é algo positivo entrar em contato com essas pessoas, mostrar para elas o que é monarquia e monarquismo, o importante não é " converte-las" de imediato, mas mostrar que tem algo errado, faze-las questionar pensar, balançar seus preconceitos. Deixo de sugestão que visitem, não esperem uma troca de mensagens educada, mas visitem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Me pareçe, pela linguagem, que muitos que frequentam são jovens, talvez motivados pela ironia, curiosidade ou tão somente para escrever, como eu li, coisas como " Monarquia é uma merda" ou " De que sarcófago vocês sairam" ou ainda coisas mais vazias como " Os princípes são muito feios"Agora eu repasso uma mensagem que acabei de enviar para essa lista:"As pessoas sempre perguntam quais as vantagens da monarquia, então agora eu pergunto: Quais as vantagens da república ? O quê o fato de votar de 4 em 4 anos para eleição de chefe de estado traz de vantagens para o país ? Por que não a monarquia ? Qual a graça nessa forma de regime político para rirem e fazerem piada, o qual fora implantado por um golpe militar por traidores dos verdadeiros interesses da Nação ? Por quê tanto preconceito e raiva em se ter um Imperador como Chefe-de-Estado?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um monarquista sabe muito bem porque é monarquista, e creio que, a maioria deles conhece a doutrina monárquica. E aquele que se diz republicano ou tão somente anti-monarquista? Sabe porque é republicano? Conhece o principio ideológico e doutrinário da república e o que ela realmente significa? Eu não vou dizer que sei tudo sobre a teoria monárquica, mas o que sei me dá a certeza de que a monarquia é uma forma mais avançada,mais humana ( não no sentido de gentileza mas no sentido de naturalidade e espontâniedade ).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os monarquistas não são múmias ou seres de outra era passada, são pessoas comuns, trabalhadoras e pagantes de impostos como todos. Aqueles que detratam a monarquia dizem que ela é anti-democrática e autoritária, o que não é verdade, pois qualquer livro de história mostra que os regimes que a sucederam ou tentaram suceder foram em geral mais violentos e anti-democráticos - demonstrando verdadeiramente um retrocesso político e social das nações envolvidas. Exemplos: Portugal: Assassinato do rei Dom Carlos e seu jovem filho Dom Luiz, alguns anos antes do golpe que estabeleceu a república. Inglaterra: No século 17, outro rei chamado Carlos foi morto e em seu lugar a ditadura de Oliver Crowell, que instituiu a República da Inglaterra, sobrevivendo não mais que 10 anos. França: A revolução francesa matou o rei e fez a república, e depois disso começou o terror que fez todos vítimas. Alemanha: É discutível, mas há quem diga que a ausência da monarquia facilitou o aparecimento do nazismo, mas no geral a maioria da realeza e nobreza alemã foi perseguida por não apoiar o regime nazista. Rússia: Mesmo com um regime autoritário e atrasado, como todos dizem do czarismo, o que veio depois colocou isso no bolso. O comunismo matou a familia real e outros 10 milhões de quebra - Stalin se equipara maior assassino até mesmo de Hitler. China: A queda da monarquia permitiu o surgimento do Kuomitang ( partido nacionalista e fundador da república ) que era tão ou mais corrupto e ineficiente que a velha monarquia, depois veio o comunismo que matou mais de 30 milhões de fome, criou a revolução cultural que perseguiu qualquer um que fosse contra o regime. Ioguslávia, Austria-Hungria, Romenia, Bulgária: A monarquia foi substituida por regimes ditatoriais que perseguiram e mataram seus dissidentes. Libia, Egito, Iraque: Os monarcas foram substituidos por ditadores da pior espécie até nossos dias, como podemos testemunhar. Camboja: Depois da monarquia veio o Khmer vermelho que matou coisa de 1/3 da população de fome. Vietnã: Com a derrubada da monarquia o país não tardou em envolver-se numa guerra civiel, dividindo-se em 2, que logo após o norte invade o sul e temos mais uma ditadura. Hawai: A deposição do monarca pelos americanos encerrou a indepêndencia desse arquipélago. Afeganistão: Durante a monarquia as mulheres podiam andar com seus rostos e cabelos a mostra, podiam trabalhar e estudar. Com o fim disso veio o comunismo com corrupção e guerra, seguido pela vinda do regime talibã que voltou a idade antiga e deu guarida a terroristas como Ossam Bin Laden.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E o Brasil? Depois de 1889 veio fechamento do Congresso dos Deputados pelo 1º Presidente, Guerra de Canudos e o Contestado com dezenas de milhares de mortos. Revolta da Armada,( com direito a intervenção americana ), Revolta da Chibata, Tenentismo, Coluna Prestes, Estado Novo ( 15 anos de ditadura ), presidentes depostos ( Washigton Luiz, Jango, Collor ), Ditadura Militar ( 20 anos ) , governo FHC ( 8 anos e foi impopular apesar de ter sido eleito e re-eleito de acordo com as atuais regras ) já ia esquecendo do presidente beberrão, o Jânio , não o Lula .&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A ultima revolta, no regime Monárquico Brasileiro acabou em 1845 ( a mal conhecida Guerra dos Farrapos ) dai até 1889 foram 45 anos de paz e considerável progresso para a Nação como um todo - tínhamos um Chefe-de-Estado honrado e respeitadíssimo pelas nações do mundo, fora do fato de Sua Majestade e Sua Imperial Família serem amados e respeitados pelo povo representavam.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A república começou como um golpe militar e 45 anos depois estava em plena ditadura de Vargas, um regime que nunca conseguiu quase meio século seguido de paz interna ( e vejam que o Brasil ainda enfrentou e venceu a Guerra do Paraguai, o maior conflito da América do Sul ). Tivemos 35 anos de ditadura ( Vargas e 64 ) ou seja 30% e uns quebrados do sistema republicano ocupado por ditaduras, quase todo o segundo reinado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então depois de tudo isso, eu espero que alguém com fatos históricos e dados concretos me convença que o sistema republicano é superior a monarquia - principalmente no caso de um país como o Brasil, Monarquia de "berço ao amadurecimento".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Desculpem pelo tamanho da mensagem. É isso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Atenciosamente,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Max Mendel Medeiros de Macedo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;ESCLARECIMENTOS SOBRE MONARQUIA, REALEZA, NOBREZA, ORDENS DE CAVALARIA - Se você tem alguma curiosidade ou dúvida sobre qualquer um desses assuntos, faça a sua consulta através dos vários sites abaixo listados. Há vários monarquistas, espalhados pelos 4 rincões do país e até do mundo, que conhecem essas matérias a fundo e terão o maior prazer de lhe informar e de ajudá-lo a tirar dúvidas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;GRUPOS E SITES MONÁRQUICOS:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assunto: Monarquia, Política e Tradições Políticas Brasileiras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Grupo: Privado&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Site do grupo: &lt;a href="http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/"&gt;http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assunto: Monarquia e Política Partidária.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Grupo: Partidos Monarquistas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Site do grupo: &lt;a href="http://br.groups.yahoo.com/group/partidosmonarquistas/"&gt;http://br.groups.yahoo.com/group/partidosmonarquistas/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assunto: Monarquia e Religião.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Grupo: Monarquia e Religião.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Site do grupo: &lt;a href="http://br.groups.yahoo.com/group/monarquiaereligiao/"&gt;http://br.groups.yahoo.com/group/monarquiaereligiao/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assunto: Atividades filantrópicas, sociais, em prol de comunidades ou da Humanidade, por parte das monarquias, ao longo do tempo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Grupo: Progressismo Monárquico Brasileiro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Site do grupo: &lt;a href="http://br.groups.yahoo.com/group/progressomonarquico/"&gt;http://br.groups.yahoo.com/group/progressomonarquico/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assunto: História, monarquia e suas relações ao longo do tempo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Grupo: História e Monarquia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Site do grupo: &lt;a href="http://br.groups.yahoo.com/group/historiaemonarquia/"&gt;http://br.groups.yahoo.com/group/historiaemonarquia/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assunto: Monarquia, Genenealogia, Heráldica e Nobreza.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Grupo: Patriciatus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Site do grupo: &lt;a href="http://br.groups.yahoo.com/group/patriciatus/"&gt;http://br.groups.yahoo.com/group/patriciatus/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109747607238130494?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109747607238130494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109747607238130494' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109747607238130494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109747607238130494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/10/monarquia-renasce-como-opo-repblica.html' title='A MONARQUIA RENASCE COMO OPÇÃO À REPÚBLICA'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109690295589927406</id><published>2004-10-04T17:04:00.001+02:00</published><updated>2004-10-10T21:32:30.693+02:00</updated><title type='text'>DEFESA &amp; HONRA PESSOAIS - uma priodidade esquecida!</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;DEFENDAMOS O &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;PORTE LEGAL DE ARMAS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;!&lt;/span&gt; . . . &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;REVOGUEMOS A &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;LEI DA RENDIÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;!&lt;/span&gt; . . .  &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;ARQUIVEMOS O &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;DESARMAMENTO CIVIL&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;!&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;DIREITOS &amp; DEVERES&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;-ANTES DE TUDO-&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;DEFESA &amp;amp; HONRA PESSOAIS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;! &lt;/span&gt;. . .&lt;br /&gt;______________________________________&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;O Brasil&lt;/span&gt;, hoje, mais do que nunca ainda espera que cada um cumpra o seu dever&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; . . &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Atacaremos&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt; e destruiremos o inimigo o mais de perto que pudermos" . .&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;"Sustentemos o Fogo que a Vitória É Nossa"&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(adaptação dos sinais do então &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Chefe-de-Divisão da Armada Imperial&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (hoje Contra-Almirante) &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Francisco Manuel Barroso&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, mais tarde &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Barão do Amazonas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, à &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Armada&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Imperial&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Brasileira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, durante a &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Batalha Naval do Riachuelo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, a 11 de junho de 1865)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;“Viva à Monarquia Constitucional!!!”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;“Viva ao Brasil!!!”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;“Viva ao &lt;span style="color:#003300;"&gt;Povo&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Brasileiro&lt;/span&gt;!!!” . . .&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109690295589927406?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109690295589927406/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109690295589927406' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109690295589927406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109690295589927406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/10/defesa-honra-pessoais-uma-priodidade.html' title='DEFESA &amp; HONRA PESSOAIS - uma priodidade esquecida!'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109545099018167463</id><published>2004-09-18T13:05:00.000+03:00</published><updated>2004-09-18T10:48:33.903+03:00</updated><title type='text'>18 de Setembro - DIA DA BANDEIRA IMPERIAL</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bandeira da Ordem Militar de Cristo (1332 - 1651)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Primeiro símbolo da história brasileira, a Cruz da Ordem Militar de Cristo estava pintada nas velas das 12 naus (uma perdeu-se no mar em 23 de março de 1500) que chegaram nas novas terras no dia 22 de abril de 1500. É, segundo o que consta da carta do escrivão da Real Esquadra, Pero Vaz de Caminha, a mesma bandeira presente no momento da partida na Europa: "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ali estava com o Capitão a bandeira de Cristo, com que saíra de Belém, a qual esteve sempre bem alta, da parte do Evangelho&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Essa bandeira, da qual fala Caminha, era da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ordem Militar de Cristo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. A CRUZ DE CRISTO é uma figura composta: uma cruz grega branca sobreposta a uma cruz patée vermelha, que lhe serve de campo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Hoje ainda podemos observar que, o time de futebol carioca Vasco da Gama, mantém como símbolo uma cruz conhecida como a Cruz de Malta. Na realidade não é esse o seu nome e sim, Cruz da Ordem Militar de Cristo, sendo a Cruz de Malta, uma outra cruz.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma ordem militar era uma instituição militar e religiosa restrita aos nobres, que nela eram admitidos mediante sagração no grau de cavaleiro, para combater os invasores muçulmanos, tornando-se verdadeiros monges-soldados. A Ordem Militar de Cristo era a sucessora portuguesa da Ordem dos Templários e foi criada pelo Rei de Portugal, Dom Diniz, em 1319. A Ordem dos Templários foi fundada por Hugo de Payers, em Jerusalém, durante as Cruzadas e sua sede era o Templo de Salomão (onde se encontram hoje as ruínas do Templo, na Cidade Velha de Jerusalem) e daí veio o nome: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cavaleiros do Templo ou Templários&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Conseguindo enriquecer com rapidez, a ordem atraiu para si a oposição de muitos reis e dos devedores. Após prisões, julgamentos e mortes em fogueiras, o papa Clemente V dissolveu a ordem. Dom Diniz, usando de diplomacia, solicitou ao papa a permanência da Ordem dos Templários em Portugal. Conseguindo a autorização, alterou o nome da ordem para &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ordem Militar de Cristo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Como essa ordem foi a grande financiadora de várias expedições marítimas portuguesas, fora natural que seu símbolo estivesse presente em várias expedições marítimas: Cabo Não, Gran Canária, Porto Santos, Açores, Gojador, Cabo Branco, Costa dos Negros, Cabo da Boa Esperança, Índia e obviamente nas embarcações que chegaram ao novo continente - ainda não denominado de Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Ordem de Cristo, rica e poderosa, patrocinou as grandes navegações lusitanas e exerceu grande influência nos dois primeiros séculos da vida nas novas terras portuguesas - já denominadas de Brasil. A cruz de Cristo estava pintada nas velas da Real Esquadra cabralina e o estandarte da Ordem esteve indubitavelmente presente no descobrimento do Brasil, participando das duas primeiras missas. Os marcos traziam de um lado o Real Escudo Português e do outro a Cruz de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bandeira Real (1500 - 1521)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Além da Bandeira da Ordem Militar de Cristo, as embarcações lusas usavam uma outra bandeira: a &lt;strong&gt;Bandeira Real&lt;/strong&gt;. Embora fosse a oficial, essa bandeira cedia espaço para a da Ordem Militar de Cristo, sendo usada nas expedições no mar e nas embarcações. Essa bandeira foi criada durante o Reinado de Dom João II, o Príncipe Perfeito (1481 - 1495). Organizador da viagem ao Cabo da Boa Esperança foi em seu reinado que o Tratado de Tordesilhas foi assinado com a Espanha, dividindo o mundo em dois hemisférios. Muito semelhante à Bandeira da Ordem Militar de Cristo, era branca e com a cruz dessa ordem, apresentava o Real Escudo sobreposto a ela. Esse escudo, foi presença marcante nas bandeiras até a completa independência brasileira e na bandeira portuguesa da atualidade se mantém na cor vermelha com sete castelos amarelos e no centro um campo branco seguindo a forma do escudo, com cinco escudetes azuis em cruz. Nesses pequenos escudos azuis estão representados cinco besantes em branco.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Era o pavilhão oficial do Reino Português na época do descobrimento do Brasil e presidiu a todos os acontecimentos importantes havidos no novo mundo até 1521. Como inovação apresentava, pela primeira vez, o Real Escudo de Portugal.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bandeira de D. João III (1521 - 1616)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Após a morte de Dom João II (1495), seu filho mais novo, Dom Manuel, o Venturoso, assumiu o trono português até seu falecimento em 1521. Sucedendo seu pai, Dom João III (1521-1577), se tornou Rei e durante seu reinado, introduziu a Companhia de Jesus e o Tribunal da Inquisição em Portugal. No Brasil implantou o sistema de Capitanias Hereditárias (1534) e o Governo-Geral (1549), além disso, criou uma nova bandeira: a Bandeira de Dom João III.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Essa bandeira semelhante à anterior possuía algumas inovações. Sobre as semelhanças, tinha o campo branco e o Real Escudo presentes na bandeira anterior e sobre as inovações, temos a retirada da Cruz da Ordem de Cristo e a inclusão sobre o Real Escudo, de uma Coroa Real aberta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O lábaro desse soberano, cognominado o "&lt;strong&gt;Colonizador&lt;/strong&gt;", tomou parte em importantes eventos de nossa formação histórica, como as expedições exploradoras e colonizadoras, a instituição do &lt;strong&gt;Governo Geral&lt;/strong&gt; na &lt;strong&gt;Bahia,&lt;/strong&gt; em 1549 e a posterior divisão do Brasil em dois Governos, com a outra sede no &lt;strong&gt;Maranhão&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bandeira do Domínio Espanhol (1616 - 1640)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Este pendão, foi criado em 1616, por Dom Felipe II, de Espanha, para Portugal e suas colônias, assistiu às invasões holandesas no Nordeste do continente e indubitavelmente propiciou o início da expansão territorial brasileira rumo ao Oeste, pelas chamadas "bandeiras".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com a falta de sucessores no Reimo de Portugal, foi assolado o país por uma terrível crise dinástica, assumindo o trono por parentesco mais próximo e após algumas resistências internas portuguesas, o rei espanhol, Dom Felipe II, iniciando assim a União Ibérica (1580-1640) a qual durou 60 anos. Nesse período, Portugal passou a ter a bandeira já descrita acima, a Bandeira da União Ibérica, enquanto suas colônias permaneciam com a mesma bandeira criada por Dom João III até o ano de 1616, mas com uma modificação: a Coroa Real Portuguesa aberta foi substituída por uma fechada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bandeira da Restauração ( 1640 - 1683)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com o falecimento de el Rei Dom João III, em 1577, e a conseqüente morte de todos os seus filhos, fora escolhido para assumir o trono português seu neto, Dom Sebastião, que também faleceu, em 1578, numa cruel batalha contra os mouros no norte da África. Sucedendo-o veio seu primo, o cardeal Dom Henrique, que também falecera rapidamente, em 1579.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É importante frisar que no período da União Ibérica, o nordeste brasileiro fora invadido pelos holandeses, inimigos dos espanhóis e conseqüentemente hasteada na região uma nova bandeira: a Bandeira do Brasil Holandês. Dom Felipe II foi sucedido por Dom Felipe III e Dom Felipe IV, mas após um revolta bem sucedida no Reino de Portugal, a coroa foi restituída a um monarca português, originário da Casa de Bragança, Dom João IV, primeiro rei desta nova dinastia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Juntamente com Dom João IV foi criada uma nova bandeira: a Bandeira da Restauração. Essa bandeira mantinha o Real Escudo e o campo branco, mas agora orlado de azul, aliada à idéia de Pátria. Essa orla em azul fora colocada para homenagear a padroeira de Portugal, Nossa Senhora da Conceição, no ano de 1646, pois seu manto era azul.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Também fora conhecida como "&lt;strong&gt;Bandeira de Dom João IV&lt;/strong&gt;", para caracterizar o ressurgimento do &lt;strong&gt;Reino Lusitano&lt;/strong&gt; sob a&lt;strong&gt; Casa de Bragança&lt;/strong&gt;. O fato mais importante que presidiu foi a expulsão dos holandeses de nosso território, uma vez que a resistência continental fora melhor reorganizada somada a forte ação das esquadras portuguesas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bandeira do Principado do Brasil (1645 - 1816)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Durante o reinado de Dom João IV, um de seus filhos, Dom Teodósio, recebeu o título de "&lt;strong&gt;Príncipe do Brasil&lt;/strong&gt;", sendo que a partir dessa data (&lt;strong&gt;1645&lt;/strong&gt;), todos os Reais Herdeiros da Coroa Portuguesa passaram a usar esse título. Como exemplo similar, temos o caso britânico, onde o herdeiro da rainha recebe o título de "Príncipe de Gales".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, o Brasil foi elevado à categoria de &lt;strong&gt;Principado. &lt;/strong&gt;A &lt;strong&gt;Bandeira do Principado do Brasil&lt;/strong&gt; tinha fundo branco com uma esfera armilar, encimada por um globo azul, com zona de ouro. Sobre o globo aparecia a Cruz da Ordem de Cristo. Analisando os elementos da bandeira, tínha-se como principal, a esfera armilar que apareceu pela primeira vez na &lt;strong&gt;Bandeira Pessoal do Rei Dom Manuel I, o Venturoso&lt;/strong&gt;. Figurava ainda no brasão dado por Estácio de Sá à cidade do Rio de Janeiro, em 1565, nos escudos de várias cidades portuguesas, nos atuais símbolos nacionais de Portugal e, obviamente, em todas as seguintes bandeiras brasileiras. A esfera, é composta de dez círculos ou armilas, e era um dos instrumentos usados no aprendizado da arte da navegação. É interessante observar, que esse símbolo foi adotado por el Rei Dom Manuel, antes dos descobrimentos realizados em seu reinado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Esfera Armilar é muito mais antiga que o Astrolábio (precursor do sextante ), tendo sua invenção atribuida a ANAXIMANDRO DE MILETO (611-547 a.C.), filósofo grego que a idealizara para dar uma idéia dos movimentos aparentes dos astros. A Terra era figurada no centro em forma de um pequeno globo, circundada por 10 anéis de metal de armilas, móveis e ajustaveis, representando: o meridiano - o equador celeste; o horizonte - os dois coluros ( meridianos que passam pelos equinócios e pelos solistícios); a eclítica - algumas vezes contendo o zodíaco, dividido em 12 partes de 30 graus cada, simbolizando os 12 signos zodiacais; os dois trópicos ( Câncer e Capricórnio); e os dois círculos polares ( Ártico e Antártico). Esta esfera era empregada nas escolas gregas onde se ensinava astronomia e a arte da navegação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bandeira de D. Pedro II, de Portugal (1683 - 1706)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Falecendo el Rei Dom João IV, em 1656, a coroa foi dada a seu filho, Dom Afonso VI, que só assumiu o trono um ano após sua maioridade, em 1662. Em 1667, seu irmão, Dom Pedro convenceu-o a abdicar a seu favor e passou a governar Portugal como Regente Dom Pedro II. Como símbolo de sua Regência, Dom Pedro II criou uma nova bandeira, chamada de Bandeira de Dom Pedro II Regente. Até a morte de seu irmão em 1683, adotou-se essa bandeira como forma de distinção em relação à bandeira utilizada por seu irmão. Assumindo o trono definitivamente, Dom Pedro II adotou outra bandeira, a Bandeira de Dom Pedro II Imperador, pois presenciara o apogeu da epopéia bandeirante em solo sul americano, que tanto contribuiu para a expansão territorial brasileira em direção à Oeste. Essa bandeira possui o Real Escudo encimado pela Coroa Real fechada, mas com uma nova forma, a inclusão do campo verde (retângulo), que voltaria a surgir na bandeira do Brasil independente até os nossos dias.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bandeira Real Século XVII (1600 - 1700)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esta bandeira foi usada como símbolo oficial do Reino ao lado dos três pavilhões já citados, a Bandeira da Restauração, a do Principado do Brasil e a Bandeira de Dom Pedro II.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bandeira do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve (1816-1821)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com a vinda da Família Real para o Brasil em 1808, o Brasil passou por várias transformações, e entre elas, a elevação à &lt;strong&gt;Reino Unido&lt;/strong&gt;. Criado em 1815, o &lt;strong&gt;Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves&lt;/strong&gt; só ganhou uma bandeira em &lt;strong&gt;13 de maio de 1816&lt;/strong&gt;. O trecho dessa lei, criando as armas desses três reinos foi reproduzido em sua parte principal no livro "&lt;strong&gt;A Bandeira do Brasil&lt;/strong&gt;":&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom João, por graça de Deus, Rei do Reino Unido de Portugal, do Brasil, e do Algarves, d'aquém e d'além-mar em África, Senhor da Guiné, e da Conquista, Navegação e Comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia, e da Índia, ... Faço saber aos que a presente Carta de Lei virem - Que tendo sido servido unir os meus Reinos de Portugal, Brasil e Algarve, para que juntos constituíssem, como efetivamente constituem um só e mesmo Reino: é regular e conseqüente o incorporar em um só Escudo Real das Armas de todos os três Reinos, assim da mesma forma, que o Senhor Rei Dom Afonso III, de gloriosa memória, unindo outrora o Reino do Algarves ao de Portugal, uniu também as suas Armas respectivas - e ocorrendo que para este efeito o meu Reino do Brasil ainda não tem Armas, que caracterizem a bem merecida preeminência que me aprouve exaltá-lo, hei por bem, e me apraz ordenar o seguinte:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;I. Que o &lt;strong&gt;Reino do Brasil&lt;/strong&gt; tenha por Armas uma &lt;strong&gt;Esfera Armilar de Ouro em campo azul&lt;/strong&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;II. Que o &lt;strong&gt;Escudo Real Português&lt;/strong&gt;, inscrito na dita Esfera Armilar de Ouro em campo azul, com uma Coroa sobreposta, fique sendo de hoje em diante as &lt;strong&gt;Armas do Reino Unido de Portugal, e do Brasil e Algarves&lt;/strong&gt;, e das mais Partes integrantes da minha Monarquia.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;III. Que estas novas Armas sejam por conseguinte as que uniformemente se hajam de empregar em todos os &lt;strong&gt;Estandartes, Bandeira, Selos Reais, e Cunho de Moedas&lt;/strong&gt;, assim como em tudo mais, em que até agora se tenha feito uso das Armas precedentes&lt;/em&gt;". Assim sendo, estava criada a &lt;strong&gt;Bandeira do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves&lt;/strong&gt;."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esta bandeira, presidiu as lutas contra Artigas, a incorporação da Cisplatina ao Brasil, a dissipação da Revolução Pernambucana de 1817. O Brasil está representando nessa bandeira pela esfera armilar de ouro, em campo azul, que passou a constituir as &lt;strong&gt;Armas do Reino do Brasil&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bandeira do Regime Constitucional ( 1821- 1822)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1815, Napoleão Bonaparte fora definitavementei derrotado. Porém, no Brasil, o Príncipe Regente Dom João e toda a administração imperial portuguesa não regressaram à Europa. Necessariamente fora preciso, em 1820, que os portugueses se revoltaram e realizassem a Revolução Constitucionalista do Porto e exigissem o retorno do já então Rei Dom João VI - único monarca coroado no Novo Mundo e que manteve todo o Império Português ileso do esfacelamento espanhol. Em 1821, o el Rei retornava muito à contra-gosto, e desde já não como um rei absolutista, senão como rei de uma monarquia constitucional. É nesse contexto, que as Cortes (parlamento português) criaram uma nova bandeira em &lt;strong&gt;21 de agosto de 1821&lt;/strong&gt;: a &lt;strong&gt;Bandeira do Regime Constitucional&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E assim, fora decretado que o campo da bandeira fosse azul e branca, "por serem cores do escudo de Dom Afonso Henriques". Nela desaparecendo a esfera armilar, como se a Bandeira Constitucional não representasse mais o Reino Unido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um ano depois de instituída esta bandeira, "as cores do escudo de Dom Afonso Henriques", apostas no tope dos uniformes militares de D. Pedro I e de sua guarda de honra eram arrancadas na colina do Ipiranga, no memorável Sete de Setembro de 1822. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi a última bandeira lusa a tremular em terras brasileiras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bandeira Imperial do Brasil (1822)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Recusando-se obedecer as ordens das &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cortes Portuguesas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e ameaças de recolonização do então novo &lt;strong&gt;Reino do Brasil&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Sua Alteza o Príncipe Regente do Brasil, Dom Pedro de Alcântara&lt;/strong&gt;, brada à 7 de setembro de 1822, às 16:30, num sábado de céu azulado, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, a proclamação de emancipação política total do Brasil - com o grito de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Independência ou Morte&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e o de ordenar &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Laços Fora!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, arrancando do chapéu o tope português, exclamando: "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Doravante teremos todos outro laço de fita, verde e amarelo. Serão as cores nacionais &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Criada por &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Decreto de 18 de setembro de 1822&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, a nova bandeira do Reino do Brasil fora composta de um retângulo verde e nele, inscrito, um losango ouro, ficando no centro deste o &lt;strong&gt;Escudo de Armas do Brasil&lt;/strong&gt;. O autor da &lt;strong&gt;Bandeira Real do Brasil&lt;/strong&gt;, com a colaboração de &lt;strong&gt;JOSÉ BONIFÁCIO DE ANDRADA E SILVA&lt;/strong&gt;, foi o notável pintor e desenhista francês &lt;strong&gt;JEAN BAPTISTE DEBRET&lt;/strong&gt; - que teve grande participação na vida cultural do Brasil, no período de 1816 a 1831.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passados somente três meses de sua criação, sofreu uma necessária modificação, pois "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Havendo sido proclamada com a maior espontaneidade dos povos a Independência política do Brasil e sua conseqüente elevação à categoria de Império pela minha solene aclamação, sagração e coroação como Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo (em 1 de dezembro de 1822) - hei por bem ordenar que a Coroa Real que se encontra sobreposta no Escudo d'Armas estabelecido pelo meu imperial decreto de 18 de setembro do corrente ano, seja substituída pela Coroa Imperial, que lhe compete, a fim de corresponder ao grau sublime e glorioso em que se encontra constituído este rico e vasto continente"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Posteriormente, nos últimos anos do &lt;strong&gt;II Reinado de Dom Pedro II&lt;/strong&gt;, sem ato oficial, o número de estrelas aumentou para &lt;strong&gt;20&lt;/strong&gt;, em virtude da &lt;strong&gt;Província Cisplatina&lt;/strong&gt; ter sido desligada do Brasil (1829), e da criação das &lt;strong&gt;Províncias do Amazonas&lt;/strong&gt; (1850) e do &lt;strong&gt;Paraná&lt;/strong&gt; (1853).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AS 19 PROVÍNCIAS EM 1822&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;PARÁ&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;MARANHÃO&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;PIAUÍ&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;CEARÁ&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;RIO GRANDE DO NORTE&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;PARAÍBA&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;PERNAMBUCO&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;ALAGOAS&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;SERGIPE&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;BAHIA&lt;br /&gt;ESPÍRITO SANTO&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;RIO DE JANEIRO&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;MINAS GERAIS&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;SÃO PAULO&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;MATO GROSSO&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;SANTA CATARINA&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;RIO GRANDE DO SUL&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;GOIÁS&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;CISPLATINA&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109545099018167463?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109545099018167463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109545099018167463' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109545099018167463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109545099018167463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/09/18-de-setembro-dia-da-bandeira.html' title='18 de Setembro - DIA DA BANDEIRA IMPERIAL'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109510448362518387</id><published>2004-09-13T22:21:00.000+03:00</published><updated>2004-09-13T22:41:23.650+03:00</updated><title type='text'>DOM PEDRO III</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;95 ANOS DE NASCIMENTO DE DOM PEDRO HENRIQUE&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Hoje comemoramos os 95 anos de nascimento daquele que durante 60 anos foi &lt;strong&gt;Imperador de direito do Brasil (1921-1981)&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;Augusto Senhor D. Pedro Henrique&lt;/strong&gt;, neto e sucessor dinástico imediato da &lt;strong&gt;REDENTORA&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O solene batizado do &lt;strong&gt;PRÍNCIPE DO GRÃO-PARÁ&lt;/strong&gt;, fora realizado na &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Capela do Castelo d'Eu&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. As águas para o batismo foram levadas do &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Chafariz do Largo da Carioca, no Rio de Janeiro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Foram padrinhos do &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Imperial Rebento&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; seu avô materno &lt;strong&gt;Dom Alfonso&lt;/strong&gt; (*1841 †1934), Conde de Caserta e Chefe da Casa Real das Duas Sicílias ("de Jure" &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom Alfonso I&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;) e sua avó paterna, &lt;strong&gt;Dona Isabel&lt;/strong&gt; (*1846 †1921), &lt;strong&gt;Chefe da Casa Imperial do Brasil&lt;/strong&gt; ("de Jure" &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dona Isabel I&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram pedidos aos Amigos Sacerdotes e Pastores, que quanto da celebração de seus serviços religiosos peçam pela alma e memória desse brilhante &lt;strong&gt;BRASILEIRO&lt;/strong&gt;. Alguém que nas palavras de seu filho e sucessor, o atual Chefe da Casa Imperial do Brasil, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Augusto Senhor Dom Luiz&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, foi o "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Condestável das Saudades e da Esperança&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;" de nossa Pátria, em grande parte do atribulado século XX.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este PORTAL aproveita a ocasião e repassa esta importante menção, originária do portal &lt;strong&gt;&lt;em&gt;IMPERIAL E REAL&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, somando-se-lo em dedicar um preito também à antiga &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Assessoria da CHEFIA DA CASA IMPERIAL&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, que sempre dedicou-se de corpo e alma ao seu antigo Imperador e Senhor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Foram eles:&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Apulcho de Muros (†)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dr. Dirceu Martins (†)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Prof. Otto de Alencar de Sá Pereira&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Prof. Francisco Camões de Menezes&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Prof. Braz Francisco Raul Santiago Winckler Pepe&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Prof. Affonso Celso Villela de Carvalho&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Prof. Paulo Fernando de Albuquerque-Maranhão&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dr. Paulo Evaristo Lopes dos Santos e Sousa&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109510448362518387?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109510448362518387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109510448362518387' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109510448362518387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109510448362518387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/09/dom-pedro-iii.html' title='DOM PEDRO III'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109456870605973022</id><published>2004-09-07T17:48:00.000+03:00</published><updated>2004-09-07T17:51:46.060+03:00</updated><title type='text'>RECONHECIMENTO DE TODAS AS GERAÇÕES</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#003333;"&gt;Sua Alteza Real, o Príncipe-Regente Dom Pedro de Alcântara, conduziu o processo que culminou com a Independência do Brasil, tornado-se, portanto, credor do reconhecimento dos brasileiros de todas as gerações.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109456870605973022?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109456870605973022/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109456870605973022' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109456870605973022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109456870605973022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/09/reconhecimento-de-todas-as-geraes.html' title='RECONHECIMENTO DE TODAS AS GERAÇÕES'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109456800295076430</id><published>2004-09-07T15:34:00.000+03:00</published><updated>2004-09-07T17:40:02.950+03:00</updated><title type='text'>VIVA 7 DE SETEMBRO - 1822</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A separação política entre o &lt;strong&gt;Reino Unido do Brasil Portugal e Algarves&lt;/strong&gt; é declarada oficialmente no dia &lt;strong&gt;7 de setembro de 1822&lt;/strong&gt;. O processo de independência, na verdade, começou com o retorno de el Rei à Lisboa e, principalmente, pelo agravamento das ações recolonizadoras das Cortes Portuguesas se estendendo até a adoção da primeira Constituição Brasileira, em 1824.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As revoltas do fim do século XVIII e começo do XIX, como a Inconfidência Mineira, a Conjuração Baiana e a Revolução Pernambucana de 1817 que, dominadas com a devida perícia do momento, mostraram a fraqueza dos ideais americanos (1776) e franceses (1789), os quais os reforçavam em argumentos, pequenos grupos da elite brasileira que diziam-se defensores das idéias liberais e republicanas. Evitou-se assim, por mais essas vezes, que o Brasil fosse esfacelado política e geograficamente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com a crescente condenação internacional ao absolutismo monárquico e ao colonialismo, aumentaram as pressões externas e internas contra o monopólio comercial português no então &lt;strong&gt;Principado do Brasil&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Corte Portuguesa&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A instalação da &lt;strong&gt;Corte Portuguesa&lt;/strong&gt; no Brasil, em 1808, contribuiu para a separação definitiva das duas nações mais do que aproximá-las. A abertura dos portos, a elevação do Principado à situação de &lt;strong&gt;Capital do Império Português&lt;/strong&gt; e a conseqüente condição de &lt;strong&gt;Reino Unido à Portugal e Algarves&lt;/strong&gt;, praticamente cortaram os vínculos coloniais e prepararam para a independência. Com a eclosão da &lt;strong&gt;Revolução do Porto&lt;/strong&gt;, em 1820, a burguesia portuguesa, livre das guerras no continente europeu, tenta fazer o Brasil retornar à situação de colônia. A partir de 1821, as &lt;strong&gt;Cortes Constituintes de Portugal&lt;/strong&gt; tomam decisões contrárias aos interesses do então &lt;strong&gt;Novo Reino do Brasil&lt;/strong&gt;, transferindo importantes órgãos administrativos criados aqui para Lisboa. Também obrigaram &lt;strong&gt;el Rei Dom João VI&lt;/strong&gt; a jurar lealdade à Constituição por elas elaborada e a retornar imediatamente à Portugal. O rei português volta, mas deixa no Brasil o filho Dom Pedro como &lt;strong&gt;Regente do Reino&lt;/strong&gt;, para que conduzisse a separação política, caso isso fosse inevitável.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pressionado pelas Cortes Constituintes, Dom João VI chama Dom Pedro à Lisboa. Mas o Príncipe Regente resiste às pressões, as quais considerava uma tentativa de esvaziar o &lt;strong&gt;Poder da Monarquia&lt;/strong&gt; no Brasil. Formara-se em torno dele um grupo de políticos brasileiros, os quais defendiam, primeiramente, a manutenção do "&lt;em&gt;status quo"&lt;/em&gt; do Brasil como Reino Unido à Portugal. Em 29 de dezembro de 1821, Dom Pedro recebe um &lt;strong&gt;abaixo-assinado, oriundo dos mais longínquos recantos conhecidos do Brasil&lt;/strong&gt;, pedindo que não deixasse o País. Sua decisão de ficar então é anunciada no dia 9 de janeiro do ano seguinte, num gesto enfático. O episódio passa à História como o &lt;strong&gt;Dia do Fico&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Articulações políticas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entre os políticos que cercavam o Regente estavam os irmãos Antonio Carlos e José Bonifácio de Andrada e Silva, e o Visconde de Cairu, José da Silva Lisboa. Principal Ministro e Conselheiro de Sua Alteza Real, José Bonifácio lutou, num primeiro momento, pela manutenção dos vínculos com a Pátria-Mãe, resguardando o mínimo de autonomia brasileira, de forma que vivêssemos numa espécia de Comunidade de Nações, como um Canadá, Austrália e Nova Zelândia em relação à Inglaterra hoje (era um sonho jamais realizado por Dom João VI).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Convencido mais tarde pelos factos de que a separação era irreversível, aceitou a independência desde que se resguardasse a monarquia como regime ao país pois, sabiamente, este era o único regime capaz de neutralizar as intenções separatistas e revolucionárias de grupos que ainda viginham nas províncias, preservando a unidade político-territorial do país. Fora da Corte do Rio de Janeiro, outros líderes liberais, como Joaquim Gonçalves Ledo e Januário da Cunha Barbosa, atuavam nos jornais e nas lojas maçônicas. Faziam pesadas críticas ao recolonialismo português e defendiam uma total separação da pátria-mãe portuguesa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em 3 de junho de 1822, o Príncipe Regente Dom Pedro recusou jurar fidelidade à Constituição Portuguesa e, como conseqüência de tal acto, convocou a primeira &lt;strong&gt;Assembléia Constituinte brasileira&lt;/strong&gt;. &lt;em&gt;Em 1 de agosto&lt;/em&gt;, baixou um decreto &lt;strong&gt;considerando inimigas quaiquer tropas portuguesas que aqui desembarquem&lt;/strong&gt;. Cinco dias depois, &lt;strong&gt;Sua Alteza Real o Regente assinava o Manifesto às Nações Amigas&lt;/strong&gt;, redigido por José Bonifácio, onde nele, Dom Pedro justificava o rompimento com as Cortes Constituintes de Lisboa e assegurava "&lt;strong&gt;a independência do Brasil, mas como reino irmão de Portugal&lt;/strong&gt;".&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Independência&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em protesto, as Cortes Portuguesas anularam a convocação da Assembléia Constituinte brasileira, ameaçaram enviar mais tropas e exigiram o retorno imediato do Príncipe Regente do Brasil. &lt;em&gt;No dia 7 de setembro de 1822&lt;/em&gt;, numa viagem à São Paulo, Dom Pedro recebe as exigências das Cortes. Irritado, reagiu Sua Alteza Real proclamando à comitiva e aos guardas que os guarneciam- "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Soldados!! Laços fora. Portugal quer recolonizar-nos! Pelo meu sangue, pela minha honra, pelo meu Deus, juro promover a liberdade do Brasil - Independência ou Morte!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;". Às 16:30hs.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em &lt;strong&gt;12 de outubro de 1822&lt;/strong&gt;, é aclamado &lt;strong&gt;Imperador&lt;/strong&gt; pelos pares do Reino e coroado pelo bispo da Cidade do Rio de Janeiro em &lt;em&gt;&lt;strong&gt;1 de dezembro&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; do mesmo ano, recebendo o título de &lt;strong&gt;Dom Pedro I do Brasil&lt;/strong&gt;. No início de 1823, realizaram-se eleições para a &lt;strong&gt;segunda Assembléia Constituinte&lt;/strong&gt; desde que o Brasil fora elevado à condição de Reino. Por motivos que a historiografia oficial republicana chama de "&lt;strong&gt;divergências&lt;/strong&gt;" com Dom Pedro I, a mesma Assembléia foi fechada em novembro do mesmo ano, a qual posso dizer com pura veemência e convicção, estavam mais preocupados os políticos constituintes com picuínhas e fatalmente levariam o país à uma nova guerra civil.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Elaborada a Constituição pelo &lt;strong&gt;Conselho de Estado do Império&lt;/strong&gt;, a mesma é outorgada pelo Imperador à &lt;strong&gt;25 de março de 1824 (&lt;span style="color:#996633;"&gt;foi a que mais durou no nosso Brasil - desde a instauração da república, por um golpe militar, já passamos por 7 constituições e a actual já vai toda remendada, com mais e mais emendas à caminho&lt;/span&gt;)&lt;/strong&gt;. Com a Constituição Imperial em vigor e vencidas as últimas resistências portuguesas nas províncias, o processo da separação entre os dois reinos estava decisivamente concluído.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Contra o liberalismo de setores das elites brasileiras, triunfou o espírito conservador e centralizador de José Bonifácio. "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Independência sem revolução&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;" era a expressão usada na época para definir o pensamento do principal conselheiro de Dom Pedro I, que realmente assim evitou-se, digo novamente, o esfacelamento do Brasil e que um aventureiro qualquer lançasse mão do Poder Central como ocorreu com a esfacelada América Latina. Ele pregava a independência sem nenhuma mudança social drástica e rompedora das Instituições, como por exemplo a extinção da escravidão, ainda sem substituição à curto prazo, já que levaria o país ao mesmo destino dos americanos mais a frente na Guerra de Secessão- a guerra civil de proporção nacional.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nome completo de Sua Majestade o Imperador Dom Pedro I (1798 - 1834): Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1972, quando da comemoração do &lt;strong&gt;Sesquincentenário da Independência do Brasil&lt;/strong&gt;, os restos mortais de &lt;strong&gt;Dom Pedro I&lt;/strong&gt; voltaram de Portugal ao Brasil, onde encontram-se no &lt;strong&gt;Museu do Ipiranga&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109456800295076430?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109456800295076430/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109456800295076430' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109456800295076430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109456800295076430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/09/viva-7-de-setembro-1822.html' title='VIVA 7 DE SETEMBRO - 1822'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109455945199518135</id><published>2004-09-07T15:11:00.000+03:00</published><updated>2004-09-07T15:17:31.996+03:00</updated><title type='text'>CONSOLIDAÇÃO MARÍTIMA DA INDEPENDÊNCIA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Não bastava proclamar a independência do Brasil, era necessário consolidar a nova nação, enfrentando os que não a aceitavam nas várias províncias brasileiras. A nascente Marinha Brasileira teve um papel vital nesse trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os três quadros desta página retratam esse processo, pintados pelo almirante Trajano Augusto de Carvalho e expostos na Internet pelo &lt;a href="http://www.mar.mil.br/"&gt;Ministério da Marinha&lt;/a&gt;. O mesmo almirante conta, em trechos adaptados de seu livro Nossa Marinha - Seus Feitos e Glórias - 1822/1940:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Flotilha Itaparicana&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando da proclamação da nossa independência, nem todas as províncias aderiram a causa brasileira. O principal foco de resistência à nova ordem concentrou-se na Bahia, onde o Governador das Armas, general Madeira de Mello, dispunha de consideráveis forças de terra e mar; contra esse poder levantaram-se os patriotas baianos. A reação, a princípio desarticulada e sem unidade, aos poucos organizou-se e alastrou-se por toda a província.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dentro de alguns meses os portugueses estavam praticamente confinados a Salvador e seus arredores; embora possuindo a superioridade no mar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A sorte da guerra dependia decisivamente do domínio da Bahia de Todos os Santos e o conseqüente controle do abastecimento e das comunicações entre as vilas confederadas. Compreenderam os patriotas que pouco poderiam esperar dos sucessos do mar, se não contassem com forças ofensivas; nessa emergência surgiu a Flotilha Itaparicana, assim chamada pelos seus contemporâneos, que durante mais de sete meses trouxe desassossego e reveses aos lusitanos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Foi escolhido para o seu comando o segundo-tenente da Armada Nacional e Imperial João Francisco de Oliveira Botas, que recebeu ordem de seguir logo para a base em Itaparica, onde deveria iniciar a "armação e arranjos" de "três barcos de borda falsa capazes de sofrer artilharia" e de mais um barco, doado pelo rico português Antônio Souza Lima, que aderira aos revoltosos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Chegando em Itaparica em fins de novembro de 1822, João das Botas deu início a febril atividade. No dia 6 de dezembro era lançado ao mar o primeiro barco artilhado, denominado Pedro I. A flotilha foi aumentando ao longo da campanha, alcançando um efetivo de quase 800 homens.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando Madeira de Mello, cercado por terra, e pressionado no mar por Cochrane (primeiro almirante da Marinha Imperial Brasileira) e João das Botas, abandonou o Brasil rumo a Portugal, a caça aos navios lusos foi iniciada, ainda em águas da Bahia de Todos os Santos, pela Flotilha Itaparicana.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Primeira Esquadra Brasileira&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Portugal não aceitara, evidentemente, o ato de independência de sua colônia americana. Mostrara a disposição de manter, até as últimas conseqüências, os pontos do território brasileiro onde ainda exercia seu domínio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A guerra era inevitável. Ameaçada em sua unidade e integridade, a nação, que se espalhava ao longo de 7680 quilômetros de costa, exigiu medidas urgentes. Numa tomada de posição, nossos estadistas compreenderam que, naquela conjuntura, o Poder Marítimo era o único elemento capaz de levar a ordem e a autoridade imperial às províncias ainda fiéis às Cortes portuguesas. O material flutuante que permanecera no Brasil, após o regresso de Dom João VI para Lisboa, seria o embrião da nova Marinha. Porém esse núcleo inicial era escasso e deficiente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Estavam surtas no Porto do Rio de Janeiro as naus Martim de Freitas, Vasco da Gama, Príncipe Real; destas, apenas pôde ser recuperada a nau Martim de Freitas, rebatizada Pedro I; a fragata Sucesso, rebatizada Niterói, foi reparada por particulares. Os demais fragatas, corvetas e brigues, fundeados junto ao Arsenal, eram navios de construção mais recente que as naus e foram considerados prontos para o serviço depois de sofrerem reparos. O Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro foi posto a trabalhar, em regime de urgência, na recuperação e preparo dos navios, dando ênfase especial à nau Pedro I, a unidade mais poderosa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Porém, os trabalhos, por falta recursos de toda natureza, não atingiam o ritmo desejado e necessário. A esquadra organizada era ainda insuficiente para a campanha em que se iria engajar. Em janeiro de 1823, foi lançada pelo governo uma subscrição nacional para comprar, reparar e equipar navios de guerra; os assinantes foram convidados a comprar, mensalmente, ações de 800 réis, pagáveis em três anos. O patriotismo respondeu à altura do apelo. Em 1º de abril de 1823, largou do Rio de Janeiro, em socorro da Bahia, a Esquadra Brasileira, capitaneada pela Pedro I, a que se seguiram: fragata Ipiranga, corveta Maria da Glória, corveta Liberal e o brigue-escuna Real.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Combate de 4 de maio de 1823&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em 1º de abril de 1823, largou do Rio de Janeiro, rumo à Bahia, a Esquadra Brasileira, sob o comando do almirante Cochrane. Levou instruções de pôr "aquele porto em rigoroso bloqueio, destruindo ou tomando todas as forças portuguesas que encontrar, fazendo todos os danos possíveis aos inimigos deste império".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Capitaneada pela nau Pedro I , seguiram a fragata Ipiranga, corveta Liberal e o brigue-escuna Real; no dia 3, o brigue Guarani juntou-se à Esquadra e no dia 25 foi a vez da fragata Niterói reforçar a Força Naval Brasileira que demandava Salvador. Avistados os nossos navios, fizeram-se ao mar os portugueses, transpondo a barra de 30 de abril. Com força de treze velas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quatro dias depois, a 4 de maio, logo após o nascer do sol, surgiu a Esquadra Brasileira. Avançou diretamente sobre a força portuguesa, formada em duas colunas. Cochrane, percebendo um claro entre a charrua Princesa Real e a fragata Constituição, resolveu cortar a linha por este claro e envolver a retaguarda da esquadra lusitana antes que a vanguarda pudesse manobrar para socorrê-la. Ficaria assim, pela hábil manobra, compensada a sua inferioridade numérica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por volta do meio-dia, arremeteu em cheio e começou a ação. Minutos depois, cortou a linha inimiga pela proa da Princesa Real, seguido apenas pela Ipiranga, que outro tanto fez pela popa da charrua.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A manobra de Cochrane certamente teria êxito, pois uma banda (disparos de canhões de um bordo) a queima-roupa despejada por uma nau de linha como a Pedro I sobre uma charrua seria difícil de suportar. Mas à voz de abrir fogo, faltou munição desejada, porque dois paioleiros portugueses retardaram a entrega de cartuchos. Vendo-se ameaçado de ser envolvido pela vanguarda portuguesa, que já manobrava para inverter o rumo, Cochrane foi obrigado a fazer um sinal de retirada. Na tarde de 7, lançou ferro na Enseada do Morro de São Paulo. Era necessário reformular suas forças.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109455945199518135?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109455945199518135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109455945199518135' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109455945199518135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109455945199518135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/09/consolidao-martima-da-independncia.html' title='CONSOLIDAÇÃO MARÍTIMA DA INDEPENDÊNCIA'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109455780090058285</id><published>2004-09-07T14:29:00.000+03:00</published><updated>2004-09-07T14:50:00.900+03:00</updated><title type='text'>182 ANOS DE INDEPENDÊNCIA</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Brasil descoberto..&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Brasil liberto..&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Terra de tantas cores..&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;E sabores...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Brasil tão amado..&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Hoje, 7 de setembro, comemoramos a independência do nosso Brasil.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Da nossa Pátria amada...mas tão maltratada...que precisa ser descoberta pelo seu povo e respeitada por todos os povos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Brasil dos contrastes.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Tanta riqueza em terras, em um solo no qual tudo que é plantado floresce mas que possuí um povo que ainda sofre por falta decondições de viver dignamente.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;O grito de Independência ou morte proferido por D.Pedro I ainda ecoa das margens do rio Ipiranga até os nossos corações.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Um grito de Patriotismo, de Amor a terra e a Liberdade.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Um grito que o vento traz e planta a semente em cada coração brasileiro.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Que possamos um dia comemorar um Brasil realmente independente.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Um Brasil independente:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Da fome..&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Da desigualdade..&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Da carência...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Das injustiças..&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Da violência..&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Que possamos comemorar um Brasil rico não somente em natureza mas em:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Saúde..&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Educação..&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Assistência social..&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Em empregos...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Que caminhe sozinho...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Um Brasil com uma economia segura e firme que garanta a estabilidade de seu povo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Um Brasil que olhe de frente para todos sem medos ou vergonhas.Nosso Brasil é lindo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Rico.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;E possui um povo bravo e corajoso.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Basta orientação.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;E força de vontade.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Ao falarmos do nosso Brasil devemos ter orgulho e manter o patriotismo em nossos corações.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Devemos ter orgulho da nossa terra amada - das tradições e heróis que fizeram esse País.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Parabéns Brasil!!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Força Brasil!!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Que possamos comemorar sempre a nossa liberdade conquistada com a coragem, a determinação e a verdade daquele em cuja descendência, ainda que destronada por maus brasileiros, aguarda o chamado da Pátria.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Que o Brasil possa enfim deixar de ser o País do Futuro e seja o País do Presente!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Do eterno e nem sempre tão belo Presente.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Brasileiros!! Maus brasileiros nos mantém no círculo da dependência...&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Laços fora, é chegada a hora de novamente ouvirmos o brado histórico por aquele que carrega o sangue de Dom Pedro I!!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Independência ou Morte!!!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109455780090058285?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109455780090058285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109455780090058285' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109455780090058285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109455780090058285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/09/182-anos-de-independncia.html' title='182 ANOS DE INDEPENDÊNCIA'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109449481361838047</id><published>2004-09-07T06:00:00.000+03:00</published><updated>2004-09-07T10:05:11.970+03:00</updated><title type='text'>HINO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Letra&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: &lt;span style="color:#996633;"&gt;&lt;strong&gt;Evaristo Ferreira da Veiga&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Música&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: &lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;strong&gt;Sua Majestade o Imperador Dom Pedro I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Já podeis, da Pátria filhos,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Ver contente a mãe gentil:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Já raiou a Liberdade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;No horizonte do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Já raiou a Liberdade (2x)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;No horizonte do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Brava gente brasileira!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Longe vá temor servil!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;- Ou ficar a Pátria livre,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Ou morrer pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;- Ou ficar a Pátria livre,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Ou morrer pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Os grilhões que nos forjavam&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Da perfídia astuto ardil...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Houve mão mais poderosa...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Zombou deles o Brasil...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Houve mão mais poderosa... (2x)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Zombou deles o Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Brava gente brasileira!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Longe vá temor servil!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;-Ou ficar a Pátria livre,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Ou morrer pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;-Ou ficar a Pátria livre,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Ou morrer pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Oh Real Herdeiro Augusto,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Conhecendo o engano vil,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Em despeito dos tiranos,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Quis ficar no seu Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Em despeito dos tiranos, (2x)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Quis ficar no seu Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Brava gente brasileira!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Longe vá temor servil!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;-Ou ficar a Pátria livre,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Ou morrer pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;-Ou ficar a Pátria livre,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Ou morrer pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Revoavam sombras tristes,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Da cruel guerra civil;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Mas fugiram apressadas,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Vendo o anjo do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Mas fugiam apressadas (2x)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Vendo o anjo do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Brava gente brasileira!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Longe vá temor servil!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;-Ou ficar a Pátria livre,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Ou morrer pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;-Ou ficar a Pátria livre,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Ou morrer pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Mal soou na serra, ao longe,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Nosso grito varonil,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Nos imensos ombros logo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;A cabeça ergue o Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Nos imensos ombros logo (2x)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;A cabeça ergue o Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Brava gente brasileira!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Longe vá temor servil!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;-Ou ficar a Pátria livre,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Ou morrer pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;-Ou ficar a Pátria livre,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Ou morrer pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Parabéns, ó brasileiro,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Já com garbo juvenil,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Do universo entre as nações&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Resplandece a do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Do universo entre as nações (2x)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Resplandece a do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Brava gente brasileira!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Longe vá temor servil!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;-Ou ficar a Pátria livre,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Ou morrer pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;-Ou ficar a Pátria livre,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Ou morrer pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Parabéns! Já somos livres!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Já pujante e senhoril&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Brilha o sol do Novo Mundo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;O estandarte do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Brilha ao sol do Novo Mundo (2x)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;O estandarte do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Brava gente brasileira!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Longe vá temor servil!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;-Ou ficar a Pátria livre,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Ou morrer pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;-Ou ficar a Pátria livre,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Ou morrer pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Filhos, clama, caros filhos,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;É depois de afrontas mil&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Que a vingar a negra injúria&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Vem chamar-nos o Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Que a vingar a negra injúria (2x)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Vem chamar-nos o Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Brava gente brasileira!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Longe vá temor servil!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;-Ou ficar a Pátria livre,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Ou morrer pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;-Ou ficar a Pátria livre,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Ou morrer pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Não temais ímpias falanges,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Que apresentam face hostil;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Vossos peitos, vossos braços&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;São muralhas do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Vossos peitos, vossos braços (2x)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;São muralhas do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Brava gente brasileira!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Longe vá temor servil!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;-Ou ficar a Pátria livre,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Ou morrer pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;-Ou ficar a Pátria livre,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Ou morrer pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Mostra Pedro à vossa frente&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Alma intrépida e viril,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Tendes nele Digno Chefe&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Deste Império do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Tendes nele Digno Chefe (2x)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Deste Império do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Brava gente brasileira!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Longe vá temor servil!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;-Ou ficar a Pátria livre,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Ou morrer pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;-Ou ficar a Pátria livre,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Ou morrer pelo Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.monarquia.org.br/publicacoes/music/Hino_indep.mp3"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Arquivo em versão MP3&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt; - &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Hino da Independência&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109449481361838047?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109449481361838047/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109449481361838047' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109449481361838047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109449481361838047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/09/hino-da-independncia-do-brasil.html' title='HINO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109388262036505471</id><published>2004-08-30T18:48:00.000+03:00</published><updated>2004-08-31T21:02:58.603+03:00</updated><title type='text'>A REPÚBLICA E OS IGNORANTES</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;por Isaac Katan&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Povo alegre, hospitaleiro e de generosidade sem igual no mundo, parece ser o brasileiro a verdadeira expressão da felicidade e realizações que qualquer outro povo, mesmo levando em consideração as penúrias e chagas que este mesmo povo sofre constantemente. Baseado nessas chagas reveladas através da miséria, da marginalidade e crime, do subdesenvolvimento completo e quase sem reversão da base da sociedade, mantidos pelo Poder Estatal através de uma mídia terrivelmente má e principal causadora da manutenção política e social da Nação, não tenho o menor gosto de dizer que à esse mesmo povo, infelizmente adequa-se o acréscimo de mais dois adjectivos: ignorante e aldabrão, nesses quase 115 anos de fatídico regime das sombras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, infelizmente, é tanto verdade que só conseguimos ser alguém no concerto das nações quando somos campeões no futebol e o mundo se atenta ao Brasil quando da época do glorioso carnaval - estes, verdadeira anestesia para o povo com o que se passa ao seu redor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como conseguimos chegar à essa situação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciando pelo civismo e democracia, os adéptos e simpatizantes da república demonstraram sua altíssima capacidade de instaurar um regime por meio de insubordinação e indisciplina militares, juntamente com a completa falta de zêlo e respeito às instituições rasgando a constituição que, justamente garantiu à mesma má mídia apoiante da traição, permitia a livre expressão de pensamento, coisa que em nesses quase 115 anos apenas pequenos ensaios tivemos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em matéria de educação, a república ocupou e ocupa-se de alterar tudo o que anteriormente sobre boa educação e intituições haviam, a começar por denegrir a própria pessoa de Dom Pedro II, o maior incentivador das ciências, artes e probidade - lançando o nefasto regime escolas e universidades num autêntico caos em que a instabilidade e o facilitismo passaram a fornecer, e obviamente ainda fornecem, uma elite social formada de licenciados cada vez mais ignorantes e inéptos. Os resultados estão à vista, mesmo fechando os olhos, a indigência intelectual está patenteada não somente nos jovens de hoje senão até mesmo em nossos avós...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No sector primário é gritante o desperdício das verbas, pois o Estado sendo apoiado por aqueles que protegem seus interesses através do partido ou coalizão que está no Poder, há muito tem criado uma miríade de estructuras burocráticas que consomem anualmente valores inacreditáveis, pois o accesso à essas verbas e dados são um verdadeiro labirinto estatal, onde somente "eles" sabem como chegar e "dividir o bolo".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há quem critique sobre o dinheiro gasto nas obras faraônicas que tão bem temos conhecimento. Eu, aos meus 33 anos completos nesse próximo dia 2 de setembro, me recordo muito bem quando menino de muitas obras, principalmente iniciadas na época do regime militar e que até hoje não se teve fim, foram abandonadas após anos de "mamada" do dinheiro público pelas empresas empreiteiras, geralmente sempre ligadas à um ou outro político ou grupo responsável pelos projectos - e claro, o povo sempre se esquece que já pagou por essa ou aquela ponte abondonada ou estradas de ferro que um dia levariam à algum lugar - infra-estructuras que ficaram com a marca do tempo testemunhadas por nossos olhos e nem pensamos mais que essas verbas poderiam ter sido utilizadas para salvar vidas, investir na qualidade do ensino básico e secundário, ou seja, um melhor proveito a fim de que nos preparemos para o futuro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É realmente muito, mas muito revoltante testemunhar tudo aquilo que os dirigentes da sua cidade, do seu estado e principalmente os da nação tanto afirmam estarem fazendo o contrário - ou seja, de quatro em quatro anos, testemunhamos a mesma ladaínha política com o objectivo da angariação de votos desde o analfabeto até os universitários ignorantes - e sem que realmente façamos absoluptamente nada de concreto para por fim nisso, vemos escorrer a favor apenas de alguns ou facções avantajadas o não pouco dinheiro do Erário Público sem o menor rastro e proveito algum para o Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tanta probidade, honra, justiça e severidade para com as coisas públicas demonstradas por aquele que foi "o Maior dos Brasileiros", não é de se estranhar que o regime republicano astutamente tractou de borrar (apagar) este honrado Chefe-de-Estado das cartilhas e livros escolares, quando muito fazendo acordar à perdia geração que temos se tractar apenas de um velhinho...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Senhores "dignatários representantes da Nação Brasileira", breve há de chegar a hora do dia amanhecer e o regime pelo qual tanto os senhores se complazecem dele irá desaparecer para dar lugar novamente, com o levantar da aurora, à ascenção de uma Nova Era - a restauração do regime constitucional legítimo que tomará esse país de volta no rumo da verdadeira justiça, progresso, educação, segurança e honra ao cidadão que hoje é descaradamente despojado de defender sua própria vida e propriedade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Matemos o gato - abaixo a república!"&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por que teimamos em seguir exemplos que não são bons para nós, para o Brasil?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segurança, Trabalho, Educação, Cultura e Saúde (STECS) - apoiado no verdadeiro exercício de uma democracia coroada, levarão a Nação rumo a diminuição drástica da miséria e da ignorância.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um aviso!! Não se enganem ou se deixem enganar que se erradicará a pobreza - sempre haverão ricos e pobres, mas à miséria sim terá que ter seu fim. Mais trabalho, melhor renda, melhor consumo, melhor educação, melhor cultura, melhor saúde, melhor preparo político, melhores governantes, maior respeito e maior honestidade. Ser pobre, mas com dignidade e poder aquisitivo nas mãos, podendo usufruir das intituições que para o cidadão foram feitas, isso tudo fará uma grande diferença ao Brasil de hoje.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Viva ao Imperador!!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Viva ao Povo Brasileiro!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109388262036505471?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109388262036505471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109388262036505471' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109388262036505471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109388262036505471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/08/repblica-e-os-ignorantes.html' title='A REPÚBLICA E OS IGNORANTES'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109377001354187517</id><published>2004-08-29T11:48:00.000+03:00</published><updated>2004-08-29T12:00:13.540+03:00</updated><title type='text'>O PAPEL DO ESTADO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Prof. José Emílio Ferreira Soares*&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A formação dos Estados Nacionais se deu no Renascimento, com a centralização do poder político. A partir daí, o Estado se nos apresenta como importante instituição moderna, cujo objetivo fundamental é a proteção do homem. No entanto, as transformações ideológicas e as reações psicológicas, através dos séculos, vêm lhe sinalizar uma nova dimensão conceitual do processo filosófico. Mas foi durante os séculos XVIII e XIX, com a Revolução Industrial, que o mundo passou por radicais transformações, ao se ver influenciado por novas teorias econômicas e sociais que, mais tarde, vão desaguar no pensamento político.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Marx e Engels, com o manifesto comunista e a doutrina econômica, fundamentada na dialética, se vêem questionados por Sua Santidade, o Papa Leão XIII, através da encíclica Rerum Novarum, que nos apresenta a justiça social, segundo o evangelho de Jesus Cristo. De fato, as bases foram lançadas para um melhor questionamento do papel do Estado, conforme as diversas correntes ideológicas. O progresso material se agiganta, com a explosão do mundo da tecnologia e da cibernética, no ventre da consciência humana. Como parte desse universo está o Brasil, paradoxal, com suas misérias e riquezas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Compete, também, ao Estado brasileiro, defender a soberania nacional, nossos limites territoriais tão defendidos pelo Barão do Rio Branco e que não é de hoje, encontram-se ameaçados pelos abutres do imperialismo americano. Querem, portanto, abocanhar a Amazônia, patrimônio da Nação brasileira. É profundamente lamentável assistirmos à mutilação do mapa do Brasil, excluindo-se a Amazônia do território nacional, colocando-a como área de interesse internacional, conforme utópica geografia lecionada nas escolas americanas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais um golpe letal assoma nos horizontes de nossa história. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Urge, pois, o povo tomar consciência política de sua gravidade, para que a Nação ouça o seu clamor&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. O infeliz contrato do governo brasileiro, assinado em abril de 2000, permitindo a ocupação da base de lançamento de Alcântara, no Maranhão, pelos americanos, para experiências espaciais, fere de morte a soberania nacional. Neste delicado momento da nossa história, cabe ao Congresso Nacional, legítimo representante do povo, repudiar com coerência e energia essa lamentável intromissão, pois o nosso solo pátrio não é quintal de piratas aventureiros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cabe ao Estado, portanto, proteger a Nação, e a única saída é a promoção de uma educação séria, comprometida com o bem estar social e a formação de cérebros pensantes, qüestionadores, em busca da liberdade. Somente por este caminho um país se desenvolve, investindo nas universidades, dando-lhes condições para a formação de cientistas e pesquisadores bem remunerados, como também nos mais variados campos do saber. O nosso Brasil, rico em potencial humano, formado dentro de um espaço geográfico invejável e diversificado, tem tudo para se tornar respeitável potência, porém, com este sistema que aí está, tendo à frente o governo FHC (n.e.: hoje do novo "Salvador da Pàtria - Lula o Sassá Mutema), apatriota, neo-liberal e entreguista, não se pode esperar coisa alguma.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O golpe republicano, traindo o povo e a Monarquia, extirpou o projeto de modernização do País, que o governo imperial haveria de executar. Cai um Estado democrático; emerge um novo Estado autoritário. O Brasil, portanto, precisa encontrar o seu caminho, antes que seja tarde, nas suas legítimas tradições monárquicas, para que possa retomar os verdadeiros canais de sua história.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;*Historiador&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109377001354187517?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109377001354187517/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109377001354187517' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109377001354187517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109377001354187517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/08/o-papel-do-estado.html' title='O PAPEL DO ESTADO'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109360042481957633</id><published>2004-08-27T12:21:00.000+03:00</published><updated>2004-08-27T12:53:44.820+03:00</updated><title type='text'>O jogo brejeiro da reeleição</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Uma prova mais que palpável da podridão assoladora vingente no alto Poder Nacional pode-se encontra sem dificuldades dentro do nosso Congresso Nacional que, pelo nome, deveria representar dos menores aos maiores interesses da nação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Infelizmente, barrada pela ignorãncia instituída pelos mantenedores do Poder, nada mais faz a nação que reclamar com rouca e baixa voz e de tempos em tempos, elegem um "novo salvador da pátria" que é o caso do nosso novo "Sassá Mutema". Não parece, mas sim é verdade que os governos e os representantes eleitos da nação não tratam menos que 80% de seu tempo à assuntos totalmente de seus próprios interesses e de corporações importantes que à eles investiram dinheiro a fim de que repousem os seus traseiros nas confortáveis 515 cadeiras de um parlamento vazio na maioria das vezes quando leis e práticas importantes para o bem comum da nação são postas em pauta - simplesmente não há quórum.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Abaixo, um ilustrivo texto do nobre colunista que frisa muito bem alguns das podridões da República. Reconstruir o Estado Brasileiro tornar-se-á um dos maiores desafios do século XXI e, como sempre não podemos contar com participação massiva de uma população ignorante, não por sua culpa, que pensa ser democracia essa baderna e pouca vergonha somente vista nesta parte do hemisfério terrestre.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Volto a afirmar que a Monarquia Constitucional Parlamentária é uma opção legítima à lugar da nefasta República que somente males trouxe ao Brasil. Por que a elite dirigente teima em lavar a cabeça da massa sobre um regime podre que somente coloca para fora o que há de pior numa sociedade tão simpática como a brasileira?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Resposta - para não perder os privilégios que só a república permite, pois não há mais um Poder Moderador, com Chefe-de-Estado apolítico, não ligado à corporações e interesses alheios que não seja o bem comum e geral do povo - o Imperador - este sim verdadeiro interessado na boa execução dos governos democraticamente eleitos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Parece que às elites dirigentes, Monarquia significa o fim absoluto dos golpes e falcatruas que tanto têm prazer em provomer no regime republicano. Se são pegos, são suspensos temporariamente por um par de anos e logo que a curta memória da nação já tenha esquecido os mesmos voltam de alma lavada e no caso de recordações, já possuem uma defesa super bem armada mostrando sua "inocência" plausível.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;por Villas-Bôas Corrêa&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;25.08.2004   Bastaria um mínimo, uma pitada, uma guimba de bom senso, embrulhado no respeito ao decoro e à compostura para que o governo saísse do esconderijo em que mexe os cordéis do oportunismo e o Congresso enterrasse de uma vez por todas, com a pedra em cima, a manobra da reeleição dos presidentes da Câmara e do Senado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antes de tudo porque trata-se de um casuísmo descarado, que sequer apela para o disfarce da máscara que esconde um pedaço do rosto. O casuísmo da reeleição tem nome e sobrenome, embora as jogadas e as motivações não sejam as mesmas nas duas Casas do Legislativo. Como não seria possível adotar regras diferentes, o deputado João Paulo Cunha arrasta o senador José Sarney pelo caminho pedregoso da aventura.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O governo quer e bate o pé pela reeleição do deputado João Paulo Cunha porque sabe que será difícil improvisar, na indigência dos quadros parlamentares, o substituto com a mesma eficiência e habilidade nas tramas dos bastidores, quando o Planalto aposta as fichas em matérias do seu interesse.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O deputado paulista é realmente uma figura singular, desde o gosto bizarro na combinação das calças claras de linho com o paletó de casimira escura, ao jeito de tímido, que fala baixo e lá uma ou outra vez, para marcar independência, solta uma frase de comportada crítica nas crises aos excessos do governo. Pelo que se diz e se comprova, desfruta de excelente posição entre os seus pares e é queridíssimo pela turma do baixo claro, com voto e disciplina para decidir qualquer votação complicada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O baixo clero é mais uma contribuição da criatividade brasiliense para compor, com os retoques da originalidade, o perfil do novíssimo Congresso. Senadores e deputados federais, como deputados estaduais e vereadores que não participam dos trabalhos parlamentares, mas que são assíduos, silenciosos e desligados, existiram em todos os tempos. A consciência de classe, a definição como uma categoria à parte, desligada dos partidos, coesa e solidária na defesa dos seus interesses imediatos é um traço definidor do novo modelo, forjado na adaptação às singularidades e aos hábitos da nova Capital.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Calcula-se por baixo que, dos 515 deputados, passa de duas centenas o número de filiados ao grupo que se reúne nos dois a três dias úteis da semana, no fundo do plenário, para as conversas, as piadas, as anedotas da alegre e descompromisada convivência. Lixam-se para o que se discute nos embates entre o governo e a oposição. Na hora de votar, obedecem ao líder. Digitar o sim ou o não é o máximo de esforço no exercício do mandato, com a reeleição garantida pelo atendimento aos pedidos dos eleitores. Para isso, mantém na retaguarda, paga pela verba indenizatória, o pequeno escritório permanente, de portas abertas para atender o voto, ouvir seus pleitos, atender os possíveis e engambelar os que saem com as mãos abanando com boas desculpas e promessas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além do apoio do governo, no caso indispensável, a solidariedade grata do baixo clero carimba a reeleição. O governo sabe que se trabalhar, na Câmara não perde a parada. São favas contadas. Ainda não transpirou qual é a reivindicação da bancada do silêncio para o voto maciço à reeleição do presidente, a quem devem o aumento de R$ 25 mil para R$ 35 mil da verba para a contratação de assessores para os gabinetes individuais dos deputados. Administrada com habilidade e equilíbrio, uma parte faz a felicidade da família e engorda o salário indireto e outra retribui a dedicação dos abnegados cabos eleitorais. Muitos não precisam dar-se ao incômodo de aparecer em Brasília. Operam nas bases, paparicando o voto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Senado não é muito diferente. Depende dos conceitos éticos de cada senador. O xadrez da reeleição absolutamente desaconselhável, que se quer empurrar de goela abaixo, em jogo com o baralho marcado, mistura o imediatismo das pretensões do governo com a intrigalhada que grassa como sarna nas crises domésticas de todos os partidos. Saltitando, em graciosas piruetas, pelos atritos e conchavos, exacerbados pela campanha eleitoral para prefeitos e vereadores. E rebate na luta pelo poder no núcleo duro do governo. O ministro José Dirceu, chefe do Gabinete Civil da Presidência, pela-se pela reeleição, que amplia a sua capacidade de manobra.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A emenda da reeleição foi mal conduzida desde o começo, tropeçando no equívoco da rejeição pela Câmara por apenas cinco votos. Volta à cena com o patrocínio dissimulado do deputado João Paulo Cunha, que reiniciou as sondagens por entre sorrisos e sussurros. Só deverá botar a cabeça de fora com a prévia garantia da aprovação. Sinal de que as conversas engrossam na objetividade dos pontos e nós. Não há urgência. A meia-trava da prudência aconselha esperar o fim da campanha e a realização das eleições municipais em 3 de outubro. Apurados os votos, com os novos dados do quadro político, a avaliação definitiva apontará o rumo a ser trilhado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;São cascalhos que rolam nas águas piscosas do rio das mordomias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a class="rodape" href="mailto:editor@nominimo.ibest.com.br"&gt;editor@nominimo.ibest.com.br&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109360042481957633?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109360042481957633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109360042481957633' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109360042481957633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109360042481957633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/08/o-jogo-brejeiro-da-reeleio.html' title='O jogo brejeiro da reeleição'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109337300009072730</id><published>2004-08-25T06:10:00.000+03:00</published><updated>2004-08-25T00:21:29.510+03:00</updated><title type='text'>DUQUE DE CAXIAS - PEQUENA HOMENAGEM</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;por Isaac Katan&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Oriundo de uma família genuinamente militar, com larga ascendência de notáveis Oficiais-Generais, o heróico e fidedígno Luís Alves de Lima e Silva nasceu a 25 de agosto de 1803. Segundo a tradição católica, este é o dia referenciado à São Luis, Rei de França, de quem tomou o nome, na Fazenda de São Paulo, no Taquaru, Vila de Porto da Estrela, então Capitania do Rio de Janeiro. Filho legítimo do Marechal-de-Campo Francisco de Lima e Silva, o qual mais tarde foi Regente do Império e Senador, herdou portanto o gosto pela carreira das Armas, pois foi honrado com a Real Ordem do Príncipe Regente Dom João a assentar praça como Cadete (título nobiliárquico mantido até nossos dias e concedidos somente aos jóvens estudantes para o oficialato de carreira) já aos cinco anos de idade no 1o Regimento de Infantaria à 20 de novembro de 1808. Egresso da infância, perlustrou os bancos escolares de nossa gloriosa Academia Real Militar, hoje sediada ao sopé do maciço das Agulhas Negras, Cidade de Rezende, na qual revelou seu vero pendor pela carreira em que seu genitor excelia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Educado na escola do civismo, cingindo seus punhos com as insígnias do oficialato ainda muito jóvem, fúlgida se lhe tornou a longa estrada a percorrer. Militar cônscio de seus árduos deveres para com a Pátria, foi, sem favor, o mensageiro da paz nas Províncias do Império inquietadas por levantes subversivos e separatistas, nelas restaurando o 'império da lei', desarmando os espíritos, restabelecendo direitos postergados. Suas ordens incisivas de chefe, reflexo de um carácter varonil, são, por vezes, contrastadas com a benegnidade do vencedor. A lâmina fulgente à mão alçada, que sabia brandir no duro embate, com galharda coragem, após a victória logo a embanhava, para ceder lugar ao estadista clarividente que a confiança governamental elegia de quando em vez.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Consolidando a ordem, não sem grande esforço e ferinas amarguras, pôde lhe desfraldar por sobre nosso vasto território pátrio o niveo lábaro da paz, propiciando o progresso a que atingimos no Reinado de Sua Majestade o Imperador Dom Pedro II e as venturas que acalentaram o porvir risonho à um Brasil unificado por sua ação pacificadora, em nome do Imperador - verdadeiro símbolo de união. Sempre que a Nação Brasileira conturbava-se pelo desamor de maus patriotas exigiu-se do brioso militar o concurso de sua inteligência e de sua bravura estética que, jamais lhe negando, colocava, acima de suas comodidades e interesses pessoais, o entranhado ardor patriótico à serviço esxlusivo das causas nacionais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Serviu lealmente à dois monarcas, e nunca teve partidos. Por sua invensível espada, inscreveu-se nos fastos da nossa história os mais fúlgidos lances épicos, marcando a tragetória de sua preciosa vida, numa existência de lutas cruciantes, em gloriosos triunfos sem conta. Símbolo das mais vibrantes glórias, a invicta espada de Caxias, que nas refregas íntimas ou nas cruas batalhas estrangeiras, sempre empunhada pelo nobre soldado, indicava à sua tropa ordeira e obediente o caminho da victória, "o cetro do dever militar".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eis porque, hoje, ingressando o jóvem nas fileiras do ex-Exército Imperial, recebe a miniatura dessa espada forjada à ouro e do melhor do aço, com têmpera magnífica de um sentimento pátrio estreme, com o qual o Cadete se irá conduzir, primeiramente em sua fase de instrução acadêmica e depois como líder de soldados pelos rincões do imenso Brasil, na espinhosa estrada da vida militar. Abençoado destino de um soldado, que sempre fiel, foi sincera e exclusivamente consagrado ao serviço da lei, da paz e da tranqüilidade pública.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alçada por sua mão segura, sua espada foi o poderoso hífen das vinte e uma Províncias do Império do Brasil. Hoje, dedicados discípulos, merecidamente agraciados com o mesmo título nobiliáquico de CADETE mantido pelo Regime da Escuridão (a república), tentam indicar o caminho do progresso a ser trilhado, numa atmosfera de labor profícuo, dentro de um ambiente de ordem não mais como o foi do valoroso Duque Brasileiro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A pacificação de espírito dos maus patriotas no Maranhão, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, se deu à inteligência, disciplina, patriotismo, diplomacia e as qualidades administrativas do herói militar. Desarmando os espíritos tráfegos, impediu o desfacelamento da pátria intentado por ideais nocivos, restabelecendo a tranqüilidade necessária à vida da Nação, que, para gáudio nosso, ainda perdura, graças ao seu patriotismo, não dos governantes apartir de 1889.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No agitado da vida hodierna, entre as agruras do labor cotidiano, tempo haverá para justas meditaçõs relactivas à seus gloriosos feitos. A existência de Luís Alves de Lima e Silva constitui o catecismo cívico da nacionalidade brasileira; coisa que, infelizmente hoje, está quase que morta entre os brasileiros. Mesmo que os factos da nossa História não estivessem povoados dos mais brilhantes transes militares do invícto Marechal, seus magníficos exemplos de cidadão perfeito, amigo prestimoso, varão que ascendeu à todos os postos nobiliárquicos do glorioso e verdadeiro regime, chefe de família amantíssimo, bravo sem vaidades, em cujo peito varonil fulgiram as mais raras constelações do Mérito, fazem-lo o paradigma dos posteros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esteio da lealdade, baluarte máximo de dois monarcas, Duque de Caxias é bem o "Vexilário impertérrito da Pátria", símbolo de um Brasil Forte e Coeso, que a Nação pouco à pouco cultua menos e menos, podendo chegar em alguns casos a pura ignorância de que existiu. Caxias, nos momentos gloriosos de seus áureos triunfos, que nos lances dramáticos das conjunturas difíceis, prosternáva-se, humilde, aos pés do seu altar portátil para recitar a doce prece de seu coração fidelíssimo, como muito religioso que era. Em pleno campo de batalhas, o nobre Duque e sua tropa volviam os corações aos páramos celestes em busca do conforto e paz espiritual. Era robusta a fé do maior guerreiro sul-americano, destarte, sempre mantendo aquela fortaleza de ânimo que o fez herói nas lides militares, tranmudou-se para suportar a indiferença dos homens, na longínqua fazenda em que extingüiu seus dias, na localidade, por fatalismo, chamada "Desenganos".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cinqüenta anos durou sua esplêndida trajetória no Exército Imperial Brasileiro, que ele aprendeu a amar desde os brinquedos infantis. Foi meio século de fecundas actividades, dando-lhe Caxias o máximo de suas energias, de seu talento de escol, de seu grande amor à Pátria e Instituições estremecidas. O Exército Imperial, para o qual viveu exclusivamente devotado, já sob a escuridão do regime republicano traiçoeiramente instaurado por esse mesmo Exército, não pôde encontrar fora dele ninguém superior à suas qualidades senão eleger um dos maiores defensores da Monarquia Constitucional como seu Patrono.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O ex-Exército Imperial nada mais fez que, por justiça merecida, patentear reconhecimento àquele cuja formação moral nele se afirmou e que soube escrever com seu gênio de soldado as mais brilhantes páginas guerreiras, que são toda a história militar do Brasil Império que todos nós merecemos seu retorno.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Reverenciando-lhe a memória por este artigo, no dia de seu nascimento e que o homenageam sendo o "Dia do Soldado", apenas deposito, no pedestal sublime de sua glória imarcescível, uma minúscula parcela de minha imensa gratidão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Viva ao Imperador!!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Viva à Monarquia Constitucional!!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Viva ao Povo Brasileiro!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109337300009072730?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109337300009072730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109337300009072730' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109337300009072730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109337300009072730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/08/duque-de-caxias-pequena-homenagem.html' title='DUQUE DE CAXIAS - PEQUENA HOMENAGEM'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109324106142330171</id><published>2004-08-23T08:59:00.000+03:00</published><updated>2004-08-23T11:00:23.756+03:00</updated><title type='text'>O IDEAL E O DINHEIRO - HERÓIS RETROATIVOS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;por Jarbas Passarinho&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quem nada conhecesse de nossa História e chegasse ao Brasil desde 1992 teria a impressão de que os guerrilheiros comunistas haviam sido vitoriosos na luta armada, tais as homenagens que veria serem prestadas à memória de Marighella e de Lamarca. Indenizações a parentes, nome de rua, busto em local público, glorificação cênica em filme. Não apenas os líderes da ANL e da VPR, mas muitos, conquanto menos notórios, têm sido reverenciados pelo poder público.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Anuncia a mídia que 3 mil são os pedidos de indenização desses “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;heróis retroativos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”. O Tesouro Nacional, ou seja, os contribuintes desembolsarão da ordem de R$ 3 bilhões para atender a todos, sem contar as gordas indenizações já pagas. Há poucos dias ficamos a saber, pelos jornais, que jornalistas beneficiados asseguraram pensões vitalícias, que variam de R$ &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;19 mil&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; a R$ &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;4 mil&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; mensais, remuneração a que não fizeram jus em seus jornais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um deles acaba de “justificar” seu crescimento patrimonial, ao revelar a indenização recebida e à qual se soma a pensão vitalícia que o situa entre os 5% de brasileiros mais bem aquinhoados na perversa distribuição de renda deste país. Para esses, “o sonho” - como qualificaram o marxismo-leninismo - não acabou. Foi um belo investimento, enquanto - para citar um só exemplo dos mais de 200 que tombaram na luta contra os guerrilheiros - a mãe de um soldado morto, quando sentinela de um quartel, pela explosão de um carro-bomba, faz 35 anos, só agora recebe uma pensão de R$ &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;300&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; por mês, paga pelo Estado. (...)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Estado de São Paulo, 27/07/2004&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109324106142330171?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109324106142330171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109324106142330171' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109324106142330171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109324106142330171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/08/o-ideal-e-o-dinheiro-heris-retroativos.html' title='O IDEAL E O DINHEIRO - HERÓIS RETROATIVOS'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109324054767914030</id><published>2004-08-23T07:47:00.000+03:00</published><updated>2004-08-23T08:55:47.680+03:00</updated><title type='text'>A BOA IMPRENSA DEPENDE DE TODOS NÓS!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;por Isaac Frank Katan&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sinceramente, num país cada vez mais arrasado moralmente pelo bombardeio quase que constante de uma mídia inesscrupulosa em nome de uma democracia que somente existe para os poderosos e a classe dirigente, não é necessário fazer uma análise muito profunda sobre os vários meios de comunicação sociais existentes pois, por sí próprios, esses mesmos meios, descaradamente, se definem sensacionalistas ao extremo e moderados-conservadores, estes últimos ainda bastante preocupados com os destinos da Nação e do povo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Resumindo o parágrafo anterior, faço concluir ao prezado leitor/a que existe uma boa e uma má imprensa. A boa, é a que reproduz a verdade, informa com fundamentos e comenta com honestidade fatos e direitos; a má, é que "inventa verdades", divulga e comenta com parcialidade. Para meu e maioria das pessoas sérias desse país, infelizmente, a má imprensa é que predomina no Brasil, e dizendo até mais, não é de hoje, pois já desde a época do II Reinado a mesma imprensa, gozando da verdadeira democracia, foi uma das principais responsáveis pela queda da Monarquia e o conseqüente princípio de uma campanha desmoralizadora dos verdadeiros símbolos nacionais gerando uma apatia cidadã sem par na história e por mim nunca vista em qualquer outro lugar no mundo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em ambas as imprensas, a boa e a má, são os homens que imperam. Atrás deles, consoante os casos, estão pequenos ou grandes valores, pequenos ou grandes interesses, pequenas ou grandes estratégias. Diante deles estamos todos nós, que por eles podemos ser induzidos em erro ou mesmo ofendidos; que face a eles, quando ofendidos, não dispomos, aparentemente, de outras armas que não sejam o protesto, não excedendo um número limitado de palavras ao abrigo da Lei de Imprensa, ou longos e conseqüentemente ineficazes processos em tribunal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A estas questões da comunicação social é preciso reagir, mas isso por sí só não basta. É preciso também agir: tomar a iniciativa de escrever artigos, tanto para este jornal como para todos os outros órgãos de comunicação, locais, regionais, nacionais e por que não também os internacionais, que formam a opnião dos brasileiros, sejam eles monarquistas ou não. Somente assim teremos chances mais que concretas de expor reflexões, desenvolver teorias pondo-as na prática do terreno e defender as visões que ajudem a desmistificar a falsa questão que está circunvolta a restauração da Monarquia no Brasil. Mostraremos, temos essa obrigação para com nós mesmos, que a Monarquia Constitucional Parlamentária é uma opção muito mais que válida para o Brasil, é uma questão de sobrevivência nacional, pois dia-à-dia assistimos bestializados e inertes dirigentes, ainda que eleitos "democraticamente" pelo voto de cidadãos conscientizados e não conscientizados e até mesmo não educados - analfabetos, que estão destruindo o país "à prestação", lentamente, já que até nas escolas as crianças e jovens não mais terão obrigatoriedade de presença e exames de aptidão intelectual, uma vez que "automaticamente" passarão à classe seguinte sem o menor esforço. Eu pergunto - então para que necessitará o Estado de bancar as escolas, o melhor não seria fechá-las de uma vez por todas?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Atrevo-me por isso, a lançar à todos os cidadãos brasileiros, monarquistas ou não um repto para que escrevam. Enviem os vossos artigos para uma boa imprensa. Colaborem, ajudando a fazer passar a palavra de ordem - "Viva à Monarquia". Narrem e comentem factos políticos ou históricos com interesse para defesa dos verdadeiros interesses da sociedade brasileira - a família - à qual somente a monarquia poderá restabelecer os verdadeiros conceitos morais para reconstrução de uma sociedade brutalmente violentada por esses dirigentes e a má mídia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desfaçamos boatos, prestemos esclarecimentos, partilhemos convicções, saiamos juntos com a Família Imperial em quantos acontecimentos forem possíveis, por menores que sejam, pois mesmo nesses menores acontecimentos nunca esqueçamos que o "povo" está alí. Aproveito para solicitar, humildemente, à S.S.A.A.I.I.R.R. que mostrem-se ao público, toda a nobreza dos Orleáns e Bragança deve ser retratada à fora para que o povo veja que tem uma Família Imperial imperante e que está APTA para atender os anceios da Nação, à recuperar seu ideal de justiça, honestidade, probidade, progresso e segurança para todos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em suma, contribuam para o fortalecimento da boa imprensa - comprometam-se com os Brasileiros!!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Viva ao Imperador!! Viva à Monarquia Constitucional Parlamentária do Brasil!!!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Viva ao Povo Brasileiro!!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109324054767914030?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109324054767914030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109324054767914030' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109324054767914030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109324054767914030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/08/boa-imprensa-depende-de-todos-ns.html' title='A BOA IMPRENSA DEPENDE DE TODOS NÓS!'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109264525706125903</id><published>2004-08-16T10:53:00.000+03:00</published><updated>2004-08-16T11:38:10.803+03:00</updated><title type='text'>A PROCLAMAÇÃO E O GOLPE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;por &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Ciro Davino&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; em 10 de agosto de 2004&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Resumo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: &lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;É moda culpar o governo anterior, assim como o período dos chamados “anos de chumbo”, pelo nosso atraso e as sucessivas crises. Mas será que não é mais longínqua essa herança?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;© 2004 MidiaSemMascara.org&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Duas declarações que nada guardam em comum, escritas pelo mesmo &lt;em&gt;Arnaldo Jabor&lt;/em&gt;, dublê de articulista e cineasta e acerbo crítico do &lt;em&gt;George Bush&lt;/em&gt;, me levaram a redigir estas mal traçadas linhas onde &lt;em&gt;&lt;strong&gt;concluo que são sintomas da mesma doença tudo o que sobreveio depois da quartelada de 1889&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Obrigado por estes dias de voltar ao Brasil Real, com avós, passado, calma, esperança, tradição e a fina arte do detalhe que só o tempo do Império permitia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”. E: “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Meu Deus... eu que imaginava os grandes festivais do socialismo com Lênin e Fidel...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na primeira, referindo-se ao passado imperial, registrou no livro de visitas da Fazenda Pinhal o sentimento idealizado de um tempo de paz, de esperança e tradição. Sentimento atemporal que vive no imaginário do Jabor, de todos nós. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;A gloriosa grandeza imperial não morreu com a república&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na outra declaração, em artigo para o jornal “&lt;em&gt;O Estado de S. Paulo&lt;/em&gt;”, no dia &lt;em&gt;30/3/04&lt;/em&gt;, a frustração é por conta do seu idílio comunista que a reação militar de 1964, e por que não popular, abortou. &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;A utopia igualitária, Lênin e Fidel morreram há muito tempo. Mas, insepultos, empesteiam o mundo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ideologias à parte, o que me reservo a aproveitar das declarações acima é tão somente a visão que o sr. Jabor tem dos períodos em tela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por conta disso, concluí que o adjetivo golpe vem da releitura que foi dada pelas esquerdas ao termo anteriormente utilizado: &lt;em&gt;revolução&lt;/em&gt;. Vejamos o significado da expressão “&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;golpe de estado&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;” colhida no dicionário Houaiss da língua portuguesa: &lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Tomada inesperada do poder governamental pela força e sem a participação do povo&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Até aí nada de mais. Mas a injustiça se aperfeiçoa quando analisamos à luz dos fatos o ato e os efeitos do termo “&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Proclamação&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;”, que segundo o mesmo dicionário, é “&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;em&gt;declaração pública e solene&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;”. Vamos aos fatos: &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;à revelia do poder legitimamente constituído derruba-se o gabinete civil, pisoteia-se a constituição, expulsa-se o imperador na calada da noite&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. “&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Os Proclamadores&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;”: &lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;uma pequena parte do exército, alguns republicanos históricos, nenhum apoio popular&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;. &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;Onde então revestiu-se o ato de publicidade e solenidade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É moda culpar o governo anterior, assim como o período da ditadura militar, os chamados “anos de chumbo”, pelo nosso atraso e as sucessivas crises. Será que não é mais longínqua essa herança? O esquecimento não teria desprezado um passado ao qual estamos inexoravelmente ligados, mas que teimamos em não considerar? Milhares de linhas foram escritas sobre o legado de 1964. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;Mas e a república. O que ela nos legou&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O escritor Eduardo Prado já postulava no seu &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ilusão Americana&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, que a &lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;república foi sintoma de macaquice, se a república é boa para os EUA, seria boa para o Brasil&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;. Ato contínuo à “proclamação”, o Sr. &lt;strong&gt;Rojas Paul&lt;/strong&gt;, Presidente da República da Venezuela declarou: “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;Se há acabado la única republica que existia em América: el Império del Brazil&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”. Nesta frase, o presidente venezuelano define a abrangência do termo república.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como disse Monteiro Lobato, “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;idealistas ininteligentes destruíram em nome da nação a grande obra de Pedro II&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E para que afinal? Ouçamos o Sr. Proclamador em carta ao seu sobrinho Clodoaldo da Fonseca, um ano antes do fato: “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;Não te metas em questões republicanas, porquanto república no Brasil e desgraça completa é a mesma coisa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”. Sem tanta convicção republicana, não é para menos que logo tenha se aborrecido. Resolveu não brincar mais, quis fechar o congresso e governar sozinho. &lt;strong&gt;Foi deposto&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O primeiro vice da história da república assume. Incoerente, esmaga com mão de ferro os mesmos brasileiros que se negara a afrontar no dia em que o sr. Deodoro invadiu o parlamento, alegando que não desembainharia a espada contra seus compatriotas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apaziguados os ânimos, o governo sai das mãos do exército para as mãos de uma &lt;strong&gt;oligarquia&lt;/strong&gt; político-cafeeira, para cair nas mãos de um &lt;strong&gt;presidente-interventor-ditador&lt;/strong&gt; que flertou com o &lt;strong&gt;fascismo&lt;/strong&gt; e se sustentou no &lt;strong&gt;populismo&lt;/strong&gt;. Daí para as mãos do exorcista do atraso que queria fazer em 4 anos o que não foi feito em 50. O sucessor não pensava assim, o negócio dele era varrer a sujeira para baixo do tapete. Pena que tenha saído &lt;em&gt;à escocesa&lt;/em&gt;, largando o copo, digo, o pepino na mão do vice que se empepinou todo, foi deposto e &lt;em&gt;&lt;strong&gt;impossibilitou a oposição durante 20 anos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vem a tal da abertura&lt;/strong&gt;. À volta da democracia que iria espantar da pátria amada todos os males do autoritarismo, nem que para isso fosse preciso o intervalo do vice-indireto que dentre outras coisas decretou que o Brasil, doravante, &lt;em&gt;teria a taxa de crescimento japonesa e a inflação suíça&lt;/em&gt;. Depois desse novo trambolhão, &lt;em&gt;o povo sofrido deposita as esperanças num tipo He-man das alagoas&lt;/em&gt;. É triste relembrar. Ele não tinha a força, e dançou... Espaço para outro vice.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois veio o professor, que precisou de oito anos para aprender que na prática a teoria é outra. Foi-se o professor, e instala-se no planalto um tipo &lt;em&gt;&lt;strong&gt;demiurgo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, que usa e abusa de uma retórica estranha. &lt;strong&gt;Faz comparação com equipe ministerial e escalação do curingão&lt;/strong&gt;, economia e planos de governo versus como é importante regar bem e adubar a jabuticabeira. &lt;strong&gt;Acredita que inaugurou uma nova era: puis Lula&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para conseguir ocupar a cadeira do diascevasta do prof. Florestan, precisou retocar o seu discurso anárquico-marxista, e ao invés do “&lt;strong&gt;nóis vai invadi sua praia&lt;/strong&gt;”, (leia-se fazenda), veio com a conversa do espetáculo do crescimento. &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;O que me preocupa, é que a personalidade recorrente do presidente ressurja, e ele se canse dessa conversa de regar e adubar a jabuticabeira e então resolva meter o machado na pobrezinha&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pois é, é &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;a republica gato&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;Tem sete vidas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. A cada novo tropeço &lt;em&gt;&lt;strong&gt;uma nova era é fabricada por decreto&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. E da cartola republicana surge &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;A Nova República, O Plano Cruzado, O Cruzeiro Novo, O Milagre Econômico, O Espetáculo do Crescimento, O Estado Novo&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;... Mas cedo cai a máscara, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;e é a velha e encarquilhada república que ressurge&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é à toa que a “&lt;em&gt;grandiosidade&lt;/em&gt;” republicana tenha produzido em 100 anos a estratosférica inflação de &lt;strong&gt;64.500.000.000.000.000&lt;/strong&gt;% contra inexpressivos &lt;strong&gt;1,62&lt;/strong&gt;% a. a em 67 anos de império.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;Quando a desilusão é maior, aí se produz uma nova constituição. De desilusão em desilusão já vamos pela 7º carta, e esta já vai toda remendada&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E nesse samba do crioulo doido republicano quem pode mais chora menos. A ladroagem corre solta (n.e.: &lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;com o cidadão, desarmado por força de lei&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;). E salve-se quem puder. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ou será que os investigados do escândalo Banestado ficarão aqui se a situação político-econômica-social degenerar-se irremediavelmente na iminência de uma crise revolucionária? Crise que, verdade seja dita, essas pseudo-elites inconseqüentes ajudaram a forjar.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E assim vamos indo. A revolução de 64 virou golpe. Então tá! E a proclamação, foi o quê? 114 anos de república. &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;E o que temos para comemorar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vou dormir pensando nestas coisas... E sonho, sonho que era a restauração. A Ilha Fiscal toda iluminada para o baile da grande comemoração. De alma lavada, passeio pela borda do cais apreciando a vista da ilha que brilhava emoldurada pelo reflexo nas águas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passo ao lado de algumas poucas pessoas que se reúnem em torno de um homem que gesticulava entre falas apontando para a ilha: &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;Vejam, vejam como gastam o dinheiro público. Não tem cabimento. Precisamos reproclamar a república&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A voz anasalada soa familiar. Aproximo-me mais. E eis que entre os circunstantes vejo vociferando exaltado ninguém menos que o Sr. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Paulo Maluf&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, e a fazer-lhe ruidoso coro, os” sortudos” anões do orçamento: &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;É isso aí seu Maluf, assim não dá...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;AVISO: Os artigos publicados com assinaturas no MSM são de responsabilidade exclusiva de seus autores e podem ser reproduzidos com a devida citação da fonte&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109264525706125903?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109264525706125903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109264525706125903' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109264525706125903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109264525706125903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/08/proclamao-e-o-golpe.html' title='A PROCLAMAÇÃO E O GOLPE'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109199449502586633</id><published>2004-08-08T21:33:00.000+03:00</published><updated>2004-08-08T22:48:15.026+03:00</updated><title type='text'>A contínua voz rouca dos quartéis</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;À parte das chagas que assolam este país-continente, não é de hoje que a classe militar vem reclamando por melhorias salariais e uma mais que justa reestructuração e reequipamento de seu efectivo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lamentavelmente esta mesma classe, em muito particular o "&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;glorioso&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;" &lt;strong&gt;Exército Brasileiro&lt;/strong&gt;, esquece que pode estar fundamentada suas queixas em seu próprio comportamento classista que, em nome do resguardo de sua "&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;em&gt;honra&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;" militar, insubordinara-se contra o &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Poder Constituinte e democraticamente eleito&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; há mais de 114 anos atrás e instituiram um regime (a actual república), nascido de uma verdadeira traíção e governado por marechais e generais tidos como patriotas, atiraram a sí próprios e toda a Nação num precipício quase sem esperanças concretas de uma vida melhor, principalmente à sí próprios.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Brasil nunca foi e jamais será como os demais países latinos americanos e tampouco como os Estados Unidos da América do Norte. Vemos isso estampado na cara e dia-à-dia do povo, estupefato com tantos mandos e desmandos, nulidades e falta de vergonha desses dirigentes que, mesmo eleitos democraticamente, nada mais fazem em contribuir mais ainda para a desgraça nacional com promulgações de leis hediondas e antidemocráticas, bem como conceitos de libertinagem jamais imaginadas no mundo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E, tudo em nome da tão falada "Democracia" que, disseminada pela mídia, tem fomentado a Nação de desespero, enfermidades, mais injustiça social e ignorância ímpar no mundo civilizado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Coisas da &lt;em&gt;&lt;strong&gt;República Federativa do Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;(*) Isaac Katan&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Abaixo, apresento uma confirmação disto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Generais ameaçam com "revolta" das bases e o governo dobra o aumento salarial de militares&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;LEANDRO FORTES&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;strong&gt;Ministro do Planejamento&lt;/strong&gt;, &lt;em&gt;Guido Mantega&lt;/em&gt;, anunciou no mês de julho último um reajuste de 10% para os militares e deixou aberta a possibilidade de novo aumento ainda neste ano. Foi o contrário da austeridade que o ministro defendera publicamente nos últimos dias, quando não admitia mais de 5% de correção. A vitória dos militares começou a ser desenhada durante uma reunião com Mantega e o &lt;strong&gt;Ministro da Defesa&lt;/strong&gt;, &lt;em&gt;José Viegas&lt;/em&gt;, quando o &lt;em&gt;General Francisco Albuquerque&lt;/em&gt;, &lt;strong&gt;Comandante do Exército&lt;/strong&gt;, sacou do bolso um papel dobrado e leu em voz alta. Tratava-se de um manifesto atribuído a um certo "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Grupo de Recuperação da Imagem Moral dos Subtenentes e Sargentos do Exército&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um arrazoado de palavras de ordem contra o governo federal e insultos a generais, comunistas, políticos e jornalistas. Propõe, a título de pressão por melhores salários, uma onda de atos de sabotagem, como explosões de paióis e incêndios em quartéis. "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Que haja sangue... Temos de mostrar nossa força&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;", prega o texto. Depois de ler pausadamente, o general olhou para o ministro e advertiu: "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;É para isso que caminhamos. Para a radicalização&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tratado até então pelos comandantes militares como um surto da extrema direita fardada (&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;extrema direita??? Só quem for muito "desinformado" pode imaginar tal bobagem, pois o texto é absolutamente vermelho!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;) - e, principalmente, de pijama -, o manifesto ganhou peso na voz de &lt;strong&gt;Albuquerque&lt;/strong&gt;. Serviu de alerta para o nível de insatisfação dentro dos quartéis por causa dos soldos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O argumento de uma possível revolta dos militares menos graduados é uma boa bandeira na luta por reajuste para as tropas. Com salários acima de R$ 4 mil para capitães e de mais de R$ 10 mil para generais, é difícil causar comoção ao falar da remuneração dos oficiais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O quadro muda ao falar de&lt;strong&gt; soldados&lt;/strong&gt; que recebiam &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;R$ 748&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; mensais antes do reajuste. Segundo o comando, &lt;strong&gt;muitos deles moram em favelas&lt;/strong&gt;. A reunião com o &lt;strong&gt;Ministro do Planejamento foi secreta&lt;/strong&gt;, convocada por Mantega para discutir a situação salarial dos militares. Além do General Albuquerque, estavam presentes o Comandante da Marinha e um representante da Aeronáutica. O &lt;strong&gt;Ministro da Defesa&lt;/strong&gt;, José Viegas, &lt;strong&gt;não foi convidado&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Avisado por subordinados, decidiu comparecer. Viegas vive uma situação delicada. Tem problemas de relacionamento com os generais e freqüenta todas as listas de candidatos a deixar o cargo em uma possível reforma ministerial, após as eleições. Unido aos comandantes na conquista de um reajuste maior, espera ganhar apoio da tropa para permanecer no ministério.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dia antes do encontro, Mantega disse a jornalistas não haver previsão de reajuste salarial para os militares. Descartou a possibilidade de insatisfação nos quartéis. Horas depois, os comandantes estavam bufando.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Alertado pelo &lt;strong&gt;Palácio do Planalto&lt;/strong&gt;, o ministro tentou contornar a situação convocando a reunião. A conversa já começou tensa. Mantega informou aos &lt;strong&gt;Chefes das Forças&lt;/strong&gt; que só poderia mesmo dar 5% de aumento, apesar de os militares pleitearem 33%. E mais: esse dinheiro viria de dentro das &lt;strong&gt;Forças Arm&lt;/strong&gt;adas, a partir do desmonte de programas internos. O General Albuquerque retrucou.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Com tantas deficiências, como tirar dinheiro das Forças Armadas?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;" Citou o caso de um oficial que cometeu suicídio por não honrar dívidas. Mantega não mudou de opinião. Reafirmou ser esse o único reajuste possível e fez uma sugestão: "&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Por que as mulheres de militares não começam a trabalhar, para ajudar no orçamento?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;" Nesse momento, o &lt;strong&gt;Comandante do Exército&lt;/strong&gt; tirou o manifesto do bolso e leu o conteúdo para o &lt;strong&gt;Ministro do Planejamento&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O recado era claro: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;anarquia e insurgência podem ser a resposta de setores da caserna à indefinição do governo&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. (n.e.: &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;coisas típicas de republiquetas como o Brasil&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;)  Procurado por &lt;strong&gt;ÉPOCA&lt;/strong&gt;, o Comando do Exército informa que, oficialmente, não fala sobre o assunto. A assessoria de Mantega diz que ele "procurou a melhor solução possível" para o problema.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na reunião fechada, o tom foi outro. Mantega ouviu um longo sermão sobre a situação dos familiares de militares do Brasil, em particular das mulheres que ele insinuou precisarem trabalhar. Uma das queixas da caserna é a &lt;strong&gt;impossibilidade de as mulheres dos militares fixarem-se em empregos, por conta da mobilidade dos maridos. Entre os oficiais, por exemplo, as transferências ocorrem a cada dois ou três anos.&lt;/strong&gt; "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Estamos virando sacoleiras para ajudar em casa&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;", conta &lt;strong&gt;Ivone Luzardo&lt;/strong&gt;, presidente da recém-criada &lt;strong&gt;Associação Brasileira de Mulheres de Militares da Ativa e Reserva&lt;/strong&gt;. Ivone, casada com um &lt;strong&gt;Capitão do Exército&lt;/strong&gt;, e mais uma centena de mulheres organizam manifestações públicas e "panelaços" em frente ao &lt;strong&gt;Palácio do Planalto&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os insultos dirigidos a generais no manifesto dos sargentos e subtenentes não são diferentes dos que, nos quartéis, os líderes militares reservam a Mantega. Aos poucos, &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;o Ministro do Planejamento tornou-se o inimigo número um da caserna.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma semana antes, ele já havia tentado forçar uma reunião com os comandantes militares em um dia em que Viegas estava fora de &lt;strong&gt;Brasília&lt;/strong&gt;. Foi ignorado. As lideranças militares não aprovam a radicalização proposta no manifesto de sargentos e subtenentes, mas acham que o documento resume as insatisfações dos quartéis.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Numa manhã de quinta-feira, Viegas e os comandantes militares voltaram a se encontrar com Mantega, desta vez no &lt;strong&gt;Palácio do Planalto&lt;/strong&gt;. A reunião, convocada pelo &lt;strong&gt;Presidente Lula&lt;/strong&gt;, a pedido dos militares, contou com a presença do ministro da Fazenda, Antônio Palocci.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Embora marcado com uma semana de antecedência, o evento não foi divulgado na agenda oficial do presidente. Foi registrado como "despacho interno". Ali, Lula começou a decidir a questão em favor dos quartéis.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto isso, os &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Serviços de Inteligência das Forças Armadas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; tentam descobrir quem está por trás dos &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;manifestos ameaçadores&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Para isso, rastreiam os endereços eletrônicos usados para enviar os e-mails. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Não deve ser uma tarefa muito difícil&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Uma cópia foi protocolada no Palácio do Planalto por um sargento da reserva. Mas, enquanto continuam misteriosos, os manifestos servem de argumento na luta salarial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E os militares querem mais 23% de aumento neste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;publicado na última &lt;strong&gt;Revista Época&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;(*) Clamemos pela vinda de Sua Majestade Imperial a por fim nessa baderna e guerra psicológica entre civís e militares! Clamemos pela verdadeira liberdade e respeito com dignidade à todos sem excessão! Clamemos pelo fim da República que tantos males somente trouxe e continua a trazer ao Povo Brasileiro!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Segurança, Justiça, Honra, Dignadade, Educação, Saúde e Progresso em todos os sentidos para essa Nação-Continente somente poderão ser realcançados com políticos honestos, competentes e verdadeiramente eleitos numa democracia que, na severidade representada na pessoa do Imperador do Brasil - Chefe-de-Estado, transparecerem as contas do Erário Público em nome do Povo e por seu nome sendo exercido!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Deus salve o Imperador do Brasil!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109199449502586633?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109199449502586633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109199449502586633' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109199449502586633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109199449502586633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/08/contnua-voz-rouca-dos-quartis.html' title='A contínua voz rouca dos quartéis'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109178260607363732</id><published>2004-08-06T11:32:00.000+03:00</published><updated>2004-08-06T11:56:46.073+03:00</updated><title type='text'>O absurdo vira bom senso</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;SÃO PAULO - O juiz da Cidade de Taubaté-SP, Carlos Eduardo Reis de Oliveira, acaba de dar validade jurídica à falência do Estado Brasileiro ao mandar o Unibanco contratar seguranças particulares se quiser ter de volta área invadida pelos sem-terra.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na teoria, a sentença é um absurdo total. Na prática, como ensinou nesta Folha mestre Walter Ceneviva, o juiz está apenas “tendo olhos para a realidade”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na prática, o juiz de Taubaté está apenas oficializando no campo o que já existe nas cidades: se alguém tentar invadir uma agência do Unibanco (ou de qualquer outro banco), será repelido não pelos agentes do Estado, mas por seguranças privados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ninguém, hoje em dia, contesta essa privatização da segurança. Não quer dizer, por isso, que a sociedade deva se conformar com o bom senso demonstrado pelo juiz de Taubaté. Conformar-se com absurdos teóricos, como a privatização da segurança que deveria ser pública, é a fonte de novos absurdos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A sociedade brasileira foi se habituando, pouco a pouco, à impotência ou à incompetência - ou ambas - do poder público para controlar a criminalidade e a violência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os brasileiros cedem a cidadania a tal ponto que a Justiça, agora, sanciona a cessão. O absurdo virou bom senso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;por &lt;em&gt;Clóvis Rossi&lt;/em&gt; - &lt;strong&gt;Folha de São Paulo&lt;/strong&gt;, de 26 de junho de 2004&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Nota do Editor:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Prezado/a leitor/a, tendo em vista o óptica dos dirigentes da Nação, tracta-se verdadeiramente um caso de verdadeira loucura, uma vez que o Estado, cuja obrigação tem de protejer o cidadão do crime e o mesmo de se tornar criminoso, não é competente mais para tal e suspende por meio de um hediondo estatuto "o direito à defesa pessoal" que cada ser humano tem sobre sí e seu patrimônio!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agora, ao mesmo tempo, permite que entidades públicas e privadas fazam uso do serviço de segurança privado que como disse acima, a segurança pública está falida ou melhor dizendo, se tem estado muito ocupada em defesa dos próprios interesses dos dirigentes e patrimônio individual dos mesmos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto, não fosse esse hediondo e mais que criminoso Estatuto do Desarmamento, em um país em situação de verdadeira guerra como é o caso do Brasil - a guerra do tráfico de drogas e a conseqüente marginalização da sociedade, apoiada pela classe dirigente - o uso de serviços privados de Companhias de Segurança seria perfeitamente saudável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dou como exemplo Israel, país sofrido já por muitas guerras no passado e que agora passa por sua segunda Intifada, uma espécie de intentona que não é o mesmo que uma guerra. Obviamente, a realidade local difere da do Brasil, onde se quer uma cidadã pode usar suas jóias e bejouterias em lugar público - em Israel se pode e tanto mais, pois delitos e crimes dessa natureza são practicamente inexistentes, já que se alguém declara um assalto ou promove um roubo este mesmo tem a probablidade de 95% de ser morto no local mesmo pois o cidadão dada a prerrogactiva que o terrorismo impôs na sociedade anda armado e a Polícia é auxiliada por empresas de segurança que tem por finalidade barrar qualquer tipo de tentactiva de atentado suicida ou não.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, prezado leitor/a, isso é Brasil! O que podemos esperar mais? Somente uma coisa - que a sociedade desperte, pois ao mesmo tempo que tem boca para indignar-se, por meio da mídia, esta mesma mídia e a própria sociedade é que são responsáveis por tamanhos inescrupulosos na direção da própria sociedade brasileira.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desperta Brasil !!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109178260607363732?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109178260607363732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109178260607363732' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109178260607363732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109178260607363732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/08/o-absurdo-vira-bom-senso_06.html' title='O absurdo vira bom senso'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-10905661907510816</id><published>2004-07-23T09:52:00.000+03:00</published><updated>2004-07-23T10:03:10.750+03:00</updated><title type='text'>O Jantar Secreto de Fernando Henrique Cardoso</title><content type='html'>A opinião pública gaúcha tomou conhecimento de matéria publicada no jornal “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Sul&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;” &lt;em&gt;de 26 de maio de 2004&lt;/em&gt; com o título acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na &lt;em&gt;&lt;strong&gt;República do Salário Mínimo de &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;R$260,00&lt;/span&gt; e do Aumento de pouco mais de &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;4%&lt;/span&gt; dado aos Aposentados e Pensionistas do INSS&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (todos os anos, desde o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;governo Geisel&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, é dito que se for dado o aumento necessário quebra a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Previdência&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;), deixou-nos maravilhados esse jantar com a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;fina flor do multilateralismo mundial&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; representado pelo ex-presidente &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Bill Clinton&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (que fuma&amp;nbsp;charuto naturalmente Cubano) e grandes capitalistas nacionais tais como &lt;strong&gt;&lt;em&gt;José Safra (banqueiro e pertencente a comunidade judaica)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lázaro Brandão&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Jorge Leman&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Pedro Piva&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e o mexicano &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Carlos Slim&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, o tecnocrata &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Pedro Malan&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e os diplomatas &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Andréa Matarazzo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Celso Láfer&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Luiz Felipe Lampreia&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rubens Barbosa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Carne grelhada com pirão, filé à&amp;nbsp; Wellingtom com purê e de sobremesa&amp;nbsp; arroz doce com manga&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”, foi o cardápio. Para participarem do ágape, os convidados teriam doado “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;mais de um milhão de reais&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”, segundo o jornal, a FHC. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Para os pobres brasileiros, que viram minguar seus rendimentos em mais de 3% só&amp;nbsp; em abril corrente, é uma bela&amp;nbsp; notícia&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Grande futuro, sem dúvida, tem essa ONG do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Esquecendo ter o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;PSDB&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; em seu programa o &lt;strong&gt;parlamentarismo,&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;parece estar esquentando as turbinas para 2006, &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;no sistema presidencialista&amp;nbsp; é claro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-10905661907510816?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/10905661907510816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=10905661907510816' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/10905661907510816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/10905661907510816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/07/o-jantar-secreto-de-fernando-henrique.html' title='O Jantar Secreto de Fernando Henrique Cardoso'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109053228407330379</id><published>2004-07-23T00:03:00.000+03:00</published><updated>2004-07-23T09:43:04.833+03:00</updated><title type='text'>De Petrópolis, o Imperador desceu para deparar-se com uma traição</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;(*) Isso obrigatoriamente tem que se fazer chegar ao cidadão, propagar em palestras, discursos e entrevistas! &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#003333;"&gt;O QUE SE CONTA E O QUE NÃO SE CONTA SOBRE A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA NO BRASIL&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;• &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Trabalho publicado no jornal Tribuna de Petrópolis,de propriedade de Dom Francisco Humberto de Orleans e Bragança - 15/10/2000&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; • &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A origem da palavra História vem de "&lt;em&gt;histor&lt;/em&gt;", vocábulo grego, que significa "&lt;em&gt;o que se sabe porque se viu&lt;/em&gt;". As fontes históricas entretanto evoluíram.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Elas não são só o resultado do que se viu, mas também do que se contou fidedignamente (tradição oral - importantíssima nos tempos antigos), do que se encontrou em matéria de documentos escritos e do que se observou em "documenta monumenta", onde salientam-se como ciências auxiliares da História, a Arqueologia, a Antropologia, a Etnologia, a Museologia, a Paleografia, a Bibliografia, a Genealogia, a Numismática, a Heráldica, etc...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A História deixou de ser só "a narrativa literária de fatos passados", mas, sem perder sua característica de arte, adquiriu também seu aspecto científico, onde se encontram causas e conseqüências do "fato histórico", sob o aspecto religioso, sob o aspecto político, o econômico, o sociológico, o cultural, etc...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, a narrativa fidedigna, literária do fato histórico, dela não se pode prescindir. É a partir dela, da narrativa do fato histórico, que tudo se faz. Às vezes ela até se explica sozinha, pois suas causas estão implícitas e óbvias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Causas, interpretações, doutrinas, conseqüências, teses... do que? Do fato histórico. Conseqüentemente a narrativa "tout court" é essencial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No caso presente, da &lt;em&gt;Proclamação da República no Brasil&lt;/em&gt;, a narrativa dos acontecimentos do 15 de Novembro de 1889, ao nosso ver, são por si só, tão eloqüentes, que toda a historiografia passada republicana quase que se desvanece. Há aqueles que procuram concatenar manifestações rebeldes contra a &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Coroa Portuguesa&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; no período colonial, com o surgimento de idéias alienígenas vindas especialmente dos iluministas e enciclopedistas franceses do século &lt;strong&gt;XVIII&lt;/strong&gt; (inconfidentes), com a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;revolução de 1817&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, com a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;de 1824&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, com a &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Balaiada&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, com a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cabanagem&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, com a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sabinada&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, com as revoluções liberais, estas últimas na minoridade de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom Pedro II&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e finalmente com a pequena tropa que cercou o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Palácio do Governo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, comandada por &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Deodoro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; no 15 de Novembro (&lt;strong&gt;&lt;em&gt;que não proclamou a República&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;) ou com o verdadeiro ato de &lt;em&gt;Instauração Republicana&lt;/em&gt;, &lt;strong&gt;motivado pelos ciúmes e ódios de Deodoro&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;decreto nº 01 da República&lt;/strong&gt;). Estes fatos nada tiveram a ver uns com os outros. Não havia concatenação. Não existiu um movimento republicano lentamente elaborado no Brasil, que tivesse atingido o seu ponto de saturação no dia 15 de Novembro. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Deodoro, provavelmente nunca ouvira falar de Beckman, nem mesmo corretamente da inconfidência mineira e se conhecia algo sobre as revoluções aludidas acima contra a Coroa, fosse a portuguesa ou a brasileira, conhecia-as como estudante de História Militar (revoltas sufocadas pelas forças das armas).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Que tenha havido alguns poucos republicanos autênticos, que procuraram, ao fazer a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;História do Brasil&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, ligar estes acontecimentos, com um dinamismo próprio do ideário republicano na nossa pátria, uma verdadeira evolução da idéia republicana, certamente existiram tais idealistas, mas foram, na realidade, românticos que não desceram das nuvens à terra. "&lt;em&gt;Os inconfidentes&lt;/em&gt;", por exemplo, tinham, pouco apoio popular. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Nem, conheciam fatos passados que, emergissem no Brasil como idéias republicanas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Além disto havia vários inconfidentes que eram monarquistas, desejavam a independência de Minas Gerais na forma monárquica de governo. Mas... não havia Príncipes brasileiros. Assim, o que fazer?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Os revoltosos de 1817 em Pernambuco, assim como os de 1824 eram movidos muito mais por nacionalismo do que por republicanismo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (os de 1824 consideravam D. Pedro I mais português do que brasileiro, o que é uma injustiça).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O certo é que nunca houve no Brasil um processo histórico nacional republicano, que se originasse ainda nos tempos coloniais, passasse pelo Reino Unido e atingisse o Império&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não se pode negar, evidentemente, que a partir de 1870, com a fundação, em &lt;strong&gt;Itu&lt;/strong&gt;, do &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Partido Republicano&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, o seu ideário não tenha sido regado, não tenha crescido, não tenha dado seus frutos. Entretanto esses frutos eram tão insignificantes, menores do que jabuticabas, que, como é sabido, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;os republicanos nunca conseguiram eleger mais de dois ou três deputados em cada legislatura, mesmo possuindo o partido, diretórios em todas as províncias e municípios brasileiros&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Estamos defendendo o ponto de vista de que os acontecimentos do &lt;em&gt;15 de Novembro de 1889&lt;/em&gt; foram mais importantes para o advento da República, do que &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;tudo o que se tinha feito antes, simplesmente porque o que se tinha feito antes, pela República, foi nada ou quase nada. Pelo menos, da parte dos republicanos. Porque se algo foi feito pela República, antes do 15 de Novembro, seus autores foram os monarquistas e não os republicanos e portanto não houve ação, antes omissão e traição daqueles, que tinham como obrigação defender o Trono e não o fizeram, movidos por interesses econômicos feridos pela Lei Áurea&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; - &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Estes Barões do Império foram muito mais culpados do que qualquer Benjamin Constant, Silva Jardim, Quintino Bocaiúva ou Aristides Lobo&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Estes, chamados de republicanos históricos, perceberam que a guerra contra o Paraguai e o Abolicionismo, tinham gerado duas situações a eles favoráveis:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;1) Os militares galardoados com títulos e comendas, durante o conflito platino, se sentiam importantes e conseqüentemente passaram a desejar participar na Política Imperial, o que contrariava a índole do Imperador e dos políticos que preferiam que cada classe "cumprisse o seu dever" e exercesse as suas funções precípuas: Os Militares, para a defesa da Pátria, do Imperador, da ordem pública e da Constituição, a Lei Magna. O Monarca, os Gabinetes de Ministros (civis) e o Parlamento para governarem a Nação. Conseqüentemente os militares, como é óbvio, deviam obediência ao governo. Entretanto, não era isto que estava se verificando. Os militares não só se imiscuíam na Política, queriam dela participar e muitas das vezes, desobedeciam, abertamente, ao governo, não ao Imperador... mas ao governo, sim!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;2) O abolicionsimo, cada vez mais defendido pela Família Imperial e de modo especial pela Princesa Imperial D. Isabel fazia nascer um mal estar entre a Coroa e a Aristocracia Rural, como já dissemos, por uma falta de sentimento cristão e de fidelidade ao Trono, daqueles senhores que só viam em seus escravos, fonte de lucros econômicos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;Em face a estas duas situações, qual seria a estratégia do punhado de "republicanos históricos"?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Já tinham constatado, &lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;pelos resultados das eleições parlamentares, a ineficácia do regime democrático para a vitória republicana. A República teria que ser imposta pela força. Naturalmente pela força militar, daí a adoção à doutrina positivista&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;. Por isso os republicanos viviam a pôr lenha na fogueira dos atritos entre militares e governantes civis (gabinetes de Ministro), contando assim conseguir a adesão dos militares à causa republicana, como explicamos no item 1 acima. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Sabedores da felonia de grande parte da aristocracia rural em relação ao Trono (explicada no item 2 acima), era só espicaçar o exército contra a Coroa, que esta não seria defendida pelos seus naturais defensores, a nobreza rural, já que o povo nada podia fazer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Por esta razão, os acontecimentos do dia 15 de Novembro de 1889 assumem uma dimensão especial no advento da República, pois a tal questão militar, como veremos, fracassara, e a questão escravocrata, se não fossem os acontecimentos do 15 de Novembro, acabaria se diluindo, pela acomodação da aristocracia rural, ao fato de não possuir mais escravos. A questão militar só conseguirá derrubar um Gabinete de Ministros e não a Monarquia, como passamos a ver: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#330000;"&gt;Havia, sem duvida, uma indisposição entre os militares (principalmente os do Exército) e os governantes civis do Império&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;No dia 15, um grupo de republicanos procurou o Marechal Deodoro da Fonseca, em sua casa, onde acamado, se curava de diversas enfermidades dolorosas. Os republicanos pediram ao velho Marechal que se levantasse, se fardasse e montasse a cavalo, para comandar uma tropa, que cercasse o Palácio em que se reunia, na ocasião, o Gabinete de Ministros, presidido pelo Visconde de Ouro Preto, e o derrubasse do poder, pois, diziam eles, este governo estava ferindo seriamente o brio dos militares. Deodoro podia não ser republicano, mas era mais militar do que monarquista. Jamais se oporia ao Imperador, a quem devia muito, mas aos "casacas", como ele chamava aos políticos civis, era uma outra coisa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;. Os militares encontravam-se ressentidos com atitudes autoritárias dos Gabinetes de Ministros? Urgia então fazer alguma coisa. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Aceitou comandar a pequena tropa (os soldados por ele comandados e os poucos populares, que assistiram à pantomima, pensaram tratar-se de uma parada militar), cercou o Palácio, adentrou pessoalmente, teve um agressivo bate boca com o Presidente do Conselho de Ministros, o Visconde de Ouro Preto, considerou-o demitido e preso, pela força das armas. Ao descer pela escadaria do palácio e novamente montado a cavalo e reassumindo o comando, teve entretanto, um gesto, que bem esclarece que a chamada questão militar não derrubaria o Trono. À frente da tropa e obedecendo ao cerimonial militar de saudação ao Chefe de Estado, com o quepe erguido pela mão direita acima da cabeça deu um&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;viva ao Imperador&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;". &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;A questão militar derrubara inconstitucionalmente o governo, mas não a Monarquia. O Visconde de Ouro Preto, mesmo preso, teve autorização de telegrafar ao Imperador, que se encontrava em Petrópolis, pedindo sua descida ao Rio, a fim de reorganizar o Governo Imperial Parlamentar, já que o Brasil não podia ficar acéfalo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. Isto também nos esclarece que, da parte da maioria dos militares, que Deodoro bem representava, não havia a menor intenção de proclamar nenhuma República. Aliás dias antes o Marechal escrevera a um sobrinho, na &lt;strong&gt;Bahia&lt;/strong&gt;, dizendo: "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;No Brasil, república é sinônimo de desgraça completa&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;". Portanto, contrariando os historiadores que armam uma rede conectada de idéias e de homens, desde Beckman, ao decreto nº 1 da República de 15 de Novembro de 1889, passando pelas conspirações mineiras e baiana do século XVIII, às revoltas de 1817 e 1824, à Cabanagem, à Balaiada, à revolução Sabina da Bahia, às revoltas liberais de Minas e São Paulo, à Guerra dos Farrapos na minoridade de D. Pedro II, e finalmente à derrubada do gabinete Ouro Preto, se formos estudar cada uma dessas manifestações de revolta, observaremos que:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;1) Cada uma delas se explica por causas próprias, contemporâneas;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;2) Que portanto não estão interligadas por uma mesma linha de pensamento que aos poucos teria evoluído;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;3) Na realidade, elas todas foram absolutamente insignificantes, quase merecedoras de não serem mencionadas na História, talvez com a única exceção da "&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Guerra dos Farrapos&lt;/span&gt;", que além de sua longa duração, constitui uma verdadeira guerra internacional, do Império do Brasil contra potências do Prata, que já naquela época (bem antes das intervenções brasileiras contra Oribe, Rosas, Aguirre e Solano Lopes) pretendiam incorporar o Sul do Brasil a elas (velho sonho do Império Platino) uma vez que os Bentos Ribeiros, estavam, consciente ou inconscientemente traindo o Brasil ao servir aos interesses platinos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;4) Que elas só se destacam na História do Brasil pela vontade de historiadores republicanos, que foram descobrir no fundo do baú da História brasileira, estas quarteladas com as intenções cínicas de desejarem divorciar o brasileiro de uma de suas tradições mais orgânicas, naturais e autênticas que foi a Monarquia, tanto a portuguesa, quanto a brasileira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Assim, voltando aos fatos históricos do dia 15 de Novembro de 1889, únicos que realmente foram importantes para a instauração da República, dizíamos que &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Ouro Preto, mesmo preso, solicitou a presença do &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Imperador, que, de Petrópolis desceu calmamente para jogar água fria na fervura militar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;O Brasil não podia ficar sem governo, isto era o mais importante. D. Pedro II, seguindo as normas parlamentaristas, reuniu-se com os políticos do partido majoritário, com a intenção de constituir um novo Governo&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;O que viria a fazer com Deodoro que agira fora da lei, ficava para depois&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. No momento, o importante, era formar um Governo. Durante a reunião os deputados do Partido Majoritário sugeriram o nome de &lt;strong&gt;Gaspar da Silveira Martins&lt;/strong&gt;. Este nome, entretanto, &lt;strong&gt;logo foi alijado, pois o político gaúcho viajara ao sul&lt;/strong&gt;, para contatos com suas bases eleitorais. Por acaso, na sala de reuniões, provavelmente como oficial ajudante, encontrava-se o &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Major Sólon Ribeiro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;; este, autêntico republicano. Conhecedor que era de rusga seríssima que havia entre Deodoro e Silveira Martins, teve ele uma idéia, que, no seu parecer, no que estava absolutamente correto, &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;seria a mola propulsora da Proclamação da República&lt;/span&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quando &lt;strong&gt;Deodoro&lt;/strong&gt; exercera o &lt;strong&gt;Comando Militar do Rio Grande do Sul&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Silveira Martins ocupara a Presidência da Província&lt;/strong&gt;. Tornaram-se &lt;strong&gt;inimigos acérrimos&lt;/strong&gt;, não só do ponto de vista político, mas principalmente no âmbito doméstico. Embora ambos fossem casados, &lt;strong&gt;nas horas vagas dispunham dos favores de uma mesma dama viúva. E, tudo indica... que ela dava preferência ao Silveira Martins&lt;/strong&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Isto tudo rodopiou na cabeça do &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;malévolo Major Sólon&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, que pedindo licença ao Imperador, retirou-se da sala e partiu a galope, com sua calúnia venenosa que definia-se em dois boatos maquiavélicos: 1) Que o Imperador nomeara Presidente do Conselho de Ministros ao Gaspar da Silveira Martins; 2) Que dera ordem de prisão ao Marechal Deodoro da Fonseca&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Em sua casa, o velho Marechal recusara-se a assinar, peremptoriamente, ao decreto de Proclamação da República que uma dezena de republicanos já tinha redigido. Estes, não se conformando da "questão militar" não ter resultado na queda da Monarquia, não largavam a sombra do Deodoro, não saíam de sua casa, como que esperando um milagre&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, que mudasse a situação. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O que veio a acontecer, não foi o milagre esperado, mas sim, um artifício ardiloso daquele que é o rei da mentira, e que pontifica no fogo eterno, que usou como seu instrumento o boateiro &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Major Sólon Ribeiro&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Quando ele chegou à casa de Deodoro e transmitiu ao velho homem alquebrado pelas doenças, a noticia caluniadora e falsa, o militar derrotado pela vida, enfureceu-se e julgando que o Imperador fazia aquilo diretamente para feri-lo, destemperou em um grito aos líderes republicanos: "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dêem-me este papel&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;" e assinou-o. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Estava proclamada a República no Brasil&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Quando a notícia verdadeira chegou, ele só pode dizer: "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tarde demais&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;". Para ele foi "tarde demais". &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Para os brasileiros foi o entardecer da Pátria&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;por Otto de Alencar de Sá-Pereira&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;(*) Isaac Katan&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109053228407330379?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109053228407330379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109053228407330379' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109053228407330379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109053228407330379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/07/de-petrpolis-o-imperador-desceu-para.html' title='De Petrópolis, o Imperador desceu para deparar-se com uma traição'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109050723823814237</id><published>2004-07-22T16:57:00.000+03:00</published><updated>2004-07-22T17:40:38.240+03:00</updated><title type='text'>S.M. a Rainha Juliana - de Hollanda</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;30/04/1909 - 20/03/2004&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Toda pessoa é como uma lâmpada que alumia tudo o que está a sua volta, em qualquer circunstância, em qualquer lugar e em qualquer momento&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta é uma frase célebre que a falecida &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rainha Juliana&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; pronunciou em um de seu discursos anuais de Natal. Concretamente no ano de 1960. Ela prestava muita atenção pessoal às pessoas mais vulneráveis da sociedade de seu país. Esta formidável mulher, que foi &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rainha de&amp;nbsp;Hollanda&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; faleceu no sábado, dia 20 de março último, &lt;strong&gt;aos 94 anos de idade&lt;/strong&gt;, como devem ter acompanhado pela mídia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sua morte comoveu profundamente a toda Holanda. "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Hoje nosso país tem perdido, em certo sentido, sua mãe&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;", segundo palavras do Primeiro-Ministro holandês, &lt;em&gt;Jan Peter Balkenende&lt;/em&gt;. Seus restos mortais foram sepultados no dia 30 de março na cripta da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Família Real Holandesa na Igreja&amp;nbsp; Nieuwe Kerk de Delft&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sua Alteza Real, a Princesa Juliana nasceu em 30 de abril de 1909, filha da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rainha Wilhelmina&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e do &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Príncipe Hendrik&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Em 1937, contraiu matrimônio com o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Príncipe Bernhard zur Lippe-Biesterfeld&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Tiveram quatro filhas. Durante a &lt;strong&gt;Segunda Guerra Mundial&lt;/strong&gt;, a Princesa viveu no &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Canadá&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; com sua família, enquanto que sua mãe, a Rainha Wilhelmina e seu pai, o Príncipe Bernhard permaneciam em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Londres&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, com o &lt;strong&gt;Governo de Exílio&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Findada a guerra, em 1948, sua mãe abdica do Trono em seu favor. No dia da cerimônia pronunciou a legendária frase - "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Quem sou eu para fazer isto&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;". Sob o &lt;strong&gt;Reinado de Juliana&lt;/strong&gt;, a sociedade holandesa sofreu mudanças impressionantes. O país não só se recuperou dos estragos da guerra, como também se transformou num país bastante industrializado e moderno.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A Rainha Juliana modernizou a Monarquia Constitucional de Hollanda despojando-se de seu protocolo&lt;/strong&gt;. Graças a Rainha Juliana, a monarquia holandesa adqüiriu uma autoridade que não somente estava baseada em sua função, senão em sua própria&amp;nbsp;personalidade, dedicação e interesse pelos acontecimentos nacionais e internacionais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1980, &lt;strong&gt;Sua Majestade Real de Hollanda&lt;/strong&gt;, abdica em favor de sua filha, a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Princesa Beatrix&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Sua Alteza Real Juliana, agora em sua nova qualidade de Princesa,&lt;em&gt; seguiu participando da vida pública para qual foi educada desde criança&lt;/em&gt;. Em 1999, comunicou ao povo holandes, por meio de carta, que seu estado de saúde já não lhe permitia mostrar-se publicamente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitos consideram que seu vínculo com o povo holandes era "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;indiscutivelmente cordial e familiar&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;". Com o passamento de Sua Alteza Real, a Rainha Juliana, os Países Baixos têm perdido à uma mulher que sabia dar interpretação muito pessoal à &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Monarquia&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;por Isaac Katan&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109050723823814237?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109050723823814237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109050723823814237' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109050723823814237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109050723823814237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/07/sm-rainha-juliana-de-hollanda.html' title='S.M. a Rainha Juliana - de Hollanda'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109050263373870240</id><published>2004-07-22T09:28:00.000+03:00</published><updated>2004-07-22T16:23:53.740+03:00</updated><title type='text'>Palavras de Vereador - vergonha de uma Nação!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;Como enriquecer em um mandato&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;[*] Um exemplo seguido por muitos, e justamente o que não se deveria seguir...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;(*)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um documento espantoso que não espantou a insensibilidade dos colegas da &lt;strong&gt;Câmara Municipal do Rio de Janeiro&lt;/strong&gt; – que já foi capital do Brasil e hoje virou o que se sabe – ocupou metade das pág. 11 da edição de “&lt;strong&gt;O Globo&lt;/strong&gt;” de segunda-feira última, dia 19, com o título aspeado de “&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Eu desejo voltar ao regime militar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O eu no caso é o veterano &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Vereador Jorge Pereira&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;PT-do B&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;), extravagante desde a legenda a que se filiou. Nas suas declarações o que menos importa é o seu confessado saudosismo pelas delícias da &lt;strong&gt;ditadura militar&lt;/strong&gt; dos quase 21 anos da Redentora, novamente na moda com a implacável exposição das suas entranhas, com foco preciso na crônica dos porões da tortura, pelos quatro livros já publicados da série de cinco do jornalista e escritor &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Elio Gaspari&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Afinal, &lt;em&gt;gosto não se discute, ensina a sabedoria popular&lt;/em&gt;. Mas o que distingue, como peça única, o pingue-pongue do vereador carioca com os repórteres &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Angelina Nunes, Dimmi Amora, Flávio Pessoa e Luiz Ernesto Magalhães&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; é o desembaraço, com pose de catedrático, com que dá a sua aula: mais do uma lição, mas todo um curso, sobre como o parlamentar pode enriquecer no exercício de um único mandato.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O professor está aferrado no poder há 16 anos, durante os quais cuidou com tal competência do seu patrimônio que só de 1997 a este ano, emplaca a evolução de 84%: seus bens saltaram em sete anos de R$ 1,3 milhão a invejáveis R$ 2,5 milhões. Com a proeza, conquistou o título de vereador mais rico da &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Gaiola de Ouro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A foto, posada ou colhida pela habilidade do fotógrafo, com dois dedos apertando o nariz, é expressiva, mas não combina com as respostas espontâneas do entrevistado. Nenhuma suspeita de leviandade da equipe de jornalistas: o vereador jacta-se da ousadia, alertando os entrevistadores que eles estavam tendo “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;a conversa mais franca com um político na vida&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não era para menos. A lição começa na primeira resposta, na crua linguagem sem papas, em seguida à ressalva clássica: “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Sempre fui empresário, minha família tem situação. Se olhar os meus bens há 20 anos, você vai ver que eu fiquei mais pobre, infelizmente&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”. Engrena a marcha e arranca: “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Se eu fizesse o que outros fazem já estaria milionário. Todo mundo quer ser político para ficar rico porque é fácil para caramba&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A aula ganha a vivacidade dos conselhos práticos: “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Uma das coisas é você se aliar ao governo e ser detentor de cargo onde tem ordenação de despesa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”. Detalha: “&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Se você quiser pegar o patrimônio de alguém, você pega os secretários e vê o que eles têm, você vê o que os filhos têm. Não adianta também você ver o que o cara tem porque ele começa a usar ‘laranja’. O cara para ocupar cargo público tem que ter uma comissão para quem deu o cargo. Eu sei porque estou nisso há 20 anos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;...”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dedo em riste, ensina: “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;A política abre a porta da sua vida profissional. Você vai a um lugar, o teu alvará anda mais rápido. O fiscal te aporrinha menos. Estas coisas são amplamente vantajosas. Mas, se você entrar no mundo da corrupção, é uma porta aberta. Não só na política&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O embalo na parte prática ganha velocidade: “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Você faz um acordo com o governo. A primeira coisa que ele te pergunta é qual o cargo que você quer. Eu quero uma secretaria. Aí eu vou indicar meu irmão, meu primo, meu chefe de gabinete, alguém que seja ligado a mim. Aí é que começa a vir o recurso. Não tem outro caminho. O poder financeiro vem atrás do poder que ele tem com o Poder Legislativo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Compactada, a série didática de palestras sobre a maneira mais fácil de utilizar o mandato parlamentar como gazua e enriquecer em um mandato, aproxima-se do fecho de segurança. De passagem, condena os que “&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;fazem esta porcaria, enquanto a população fica desprovida de remédio, a escola não funciona e fica só tendo propaganda na cidade&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”. Explode: “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Eu sou um revoltado. Eu desejo voltar ao regime militar. É a forma mais barata de fazer economia e acabar com estas câmaras, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pisa no freio e logo acelera. Reconhece que há concessões na &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Câmara Municipal&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, mas em volume “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;infinitamente menor. Não dá para comparar com uma secretaria&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”. Não desdenha das vantagens, mordomias e demais facilidades de que desfruta um vereador: “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;O salário não é tão ruim assim, não. O vereador pode também e é fácil, se ele quiser, ganhar além do salário, oito, até 20 mil, 30 mil. É só você pegar três cargos e colocar um amigo teu que te devolva o dinheiro&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Vereador Jorge Pereira&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; não contou nada de novo para quem recolhe confidência de &lt;strong&gt;senadores e deputados&lt;/strong&gt;, trancadas com a chave do sigilo. De resto compreensível, pois não há como provar, mesmo diante de evidência que não deixa rastro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, a crise de decoro coletivo que grassa no &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Congresso das Mordomias&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, (n.e.: aliás como o redator desta webpage já denunciou) das vantagens, dos benefícios e do jogo sujo das barganhas e acertos para a aprovação de projetos do interesse de grupos organizados, que manipulam os lobbies e pagam à vista, reclama a urgente reação da maioria silenciosa, que rumina sua indignação, engasgada pela impotência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O exemplo de cima propaga em cascata, passa pelas assembléias estaduais, contamina as câmaras municipais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A aula do &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Vereador Jorge Pereira&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; habilita o candidato a matricular-se no curso primário.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;(*) por Villas-Bôas Corrêia (Colunista), em 21,07,2004&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;[*] Mais uma vez quero aqui repetir os dizeres do Águia de Haia, o Sr. Ruy Barbosa:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;De tanto ver &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;triunfar as nulidades&lt;/span&gt;,&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;De tanto ver &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;prosperar a desonra&lt;/span&gt;,&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;De tanto ver &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;crescer a injustiça&lt;/span&gt;,&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;De tanto ver &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;agigantarem-se os Poderes nas mãos dos maus&lt;/span&gt;,&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O homem chega a &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;desanimar-se da virtude, a rir-se da honra,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A ter vergonha de ser honesto&lt;/span&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Esta foi a obra da República nos últimos tempos. (n.e.: até agora em nossos tempos, e de proporção cada vez mais grave)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;No outro regime (na &lt;span style="color:#000099;"&gt;Monarquia Constitucional Brasileira&lt;/span&gt;), o homem que tinha uma certa &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;nódoa&lt;/span&gt; (desvios de princípios públicos, morais e sociais) em sua vida, era &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;um homem perdido&lt;/span&gt;. Para todo o sempre &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;as carreiras políticas lhe estavam fechadas&lt;/span&gt;. Havia uma "&lt;span style="color:#000099;"&gt;sentinela vigilante&lt;/span&gt;" (o &lt;span style="color:#000099;"&gt;Imperador&lt;/span&gt;), de cuja &lt;span style="color:#000099;"&gt;severidade &lt;/span&gt;(fiscalização) &lt;span style="color:#000099;"&gt;todos temiam&lt;/span&gt; e que &lt;span style="color:#000099;"&gt;acesa no alto, guardava a redondeza&lt;/span&gt; (os Poderes constituidos e seus dirigentes), como &lt;span style="color:#000099;"&gt;um farol que não se apaga nunca&lt;/span&gt;, &lt;span style="color:#000099;"&gt;em proveito da Honra, da Justiça e da Moralidade geral da Nação.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Obras Completas - Vol. XIII, Tomo III&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;por Isaac Katan&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109050263373870240?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109050263373870240/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109050263373870240' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109050263373870240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109050263373870240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/07/palavras-de-vereador-vergonha-de-uma.html' title='Palavras de Vereador - vergonha de uma Nação!'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109024241933563899</id><published>2004-07-19T15:41:00.000+03:00</published><updated>2004-07-20T00:16:16.416+03:00</updated><title type='text'>1808 - A verdadeira História</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A TRANSMIGRAÇÃO DA FAMÍLIA REAL DE PORTUGAL (1807-1808)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;[*] tenho prazer em republicar&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A viagem que vamos descrever foi mais uma decisão sábia do grande estadista, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sua Alteza Real Regente, o Príncipe Sr.&amp;nbsp;Dom João&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; a qual, apesar de complexa e perigosa, sob a sua liderança, resultou em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;êxito total&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Tão sábia foi esta decisão que a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Família Real Espanhola&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; tentou copiá-la em seguida, porém sem sucesso. As conseqüências positivas para &lt;strong&gt;Portugal, Brasil e Inglaterra&lt;/strong&gt; foram inúmeras. Apenas a &lt;strong&gt;França&lt;/strong&gt; lamentaria o evento.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mesmo aceitando a importância desta viagem, até recentemente poucos detalhes eram conhecidos e, mesmo assim, quase sempre descritos por quem se encontrava em terra. Inúmeras dúvidas permaneceram sem resposta. Por exemplo: o que causou a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Família Real&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; a se separar, logo no início da viagem? Porque a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Família Real&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; aportou em &lt;strong&gt;Salvador, de Bahia&lt;/strong&gt;, quando seu destino era o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rio de Janeiro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;? A falta de documentação impediu historiadores, nesses quase dois séculos, de responder essas e outras perguntas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Esta apresentação, tornou-se possível, pois reflete o conteúdo de uma nova fonte primária&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Consiste ela, na análise dos livros de quartos das naus britânicas que bloqueavam o rio&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Tejo&lt;/strong&gt;, em &lt;em&gt;novembro de 1807&lt;/em&gt;, e que acompanharam a &lt;strong&gt;Real Esquadra Portuguesa&lt;/strong&gt; na sua jornada; também nos relatórios dos capitães ingleses durante e ao término da viagem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A perspectiva, portanto, muda por completo; agora temos informações sobre o que estava acontecendo no mar. Os registros escritos enquanto velejavam, são muito detalhados e precisos; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;podemos confirmar algumas informações previamente conhecidas, desmentir outras e, através de muitos dados novos, reconstruir a jornada&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em &lt;strong&gt;1995&lt;/strong&gt;, terminada a pesquisa e a interpretação dos livros de quartos, redigidos muitas vezes debaixo de tempestades no alto mar e usando uma linguagem da época enriquecida pelo vocabulário peculiar da Royal Navy, publiquei uma transcrição destes livros, como também os relatórios de viagem, do &lt;strong&gt;Capitão Walker&lt;/strong&gt;, que comandou a &lt;strong&gt;Bedford&lt;/strong&gt; até &lt;strong&gt;Salvador&lt;/strong&gt; e depois ao &lt;strong&gt;Rio de Janeiro&lt;/strong&gt;, e do &lt;strong&gt;Moore&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Capitão da Marlborough&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Comodoro da Real Esquadra Britânica&lt;/strong&gt;. No ano que vem esperamos publicar, enriquecido por contribuições de eminentes historiadores portugueses, um relato destinado ao grande público.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mesmo após a &lt;strong&gt;Batalha de Trafalgar&lt;/strong&gt;, em &lt;strong&gt;1805&lt;/strong&gt;, quando&amp;nbsp;a &lt;strong&gt;Real Esquadra Britânica&lt;/strong&gt; conseguiu dominar os mares e evitar a invasão da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Inglaterra&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Napoleão não desistiu&lt;/strong&gt;. Com o &lt;strong&gt;Tratado de Berlim&lt;/strong&gt;, de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;1806&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, a &lt;strong&gt;França&lt;/strong&gt; tentava vencer a &lt;strong&gt;Inglaterra&lt;/strong&gt; por meio econômico, impondo o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Bloqueio Continental&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;Portugal&lt;/strong&gt; não aderiu ao bloqueio assim, em &lt;strong&gt;1807&lt;/strong&gt;, a &lt;strong&gt;França&lt;/strong&gt; decidiu impor-se. Inicialmente pelo &lt;strong&gt;Tratado de Tilsit&lt;/strong&gt; e, mais tarde, &lt;strong&gt;Fontainebleau&lt;/strong&gt;, o caminho para ocupar &lt;strong&gt;Portugal&lt;/strong&gt;, como &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Napoleão&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; tinha feito em tantos outros países, estava aberto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em vista das possíveis conseqüências desta política, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom João&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; iniciou a discussão sobre uma estratégia alternativa que, muitas vezes no passado, tinha sido examinada sempre que uma crise viesse a abalar o país - a transferência da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Família Real Portuguesa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Corte&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Capital&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; para o outro lado do &lt;strong&gt;Atlântico&lt;/strong&gt;, para o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Brasil&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Desta vez, seria diferente; a estratégia não só seria amplamente debatida, mas também implementada!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Seriamos injustos com &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom João&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, se não mencionássemos as dificuldades que ele enfrentou na tentativa de alcançar as metas que tinha intimamente estabelecido. A sua equipe era composta de homens inteligentes, porém com idéias e atitudes muitas vezes conflitantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seu próprio &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Conselho de Estado&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, existia a divisão entre francófilos, liderados por &lt;strong&gt;Dom António de Araújo de Azevedo&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;anglófilos&lt;/strong&gt;, liderados por &lt;strong&gt;Dom Rodrigo de Sousa Coutinho&lt;/strong&gt;. &lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Sua sapiência, possibilitou a extração daquilo que cada um tinha de melhor a oferecer, para o bem da nação&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os ministros, em &lt;strong&gt;Paris&lt;/strong&gt; – &lt;strong&gt;Dom Lourenço José Xavier de Lima&lt;/strong&gt;, e em &lt;strong&gt;Madrid&lt;/strong&gt; – &lt;strong&gt;Dom Ayres José Maria de Saldanha Coutinho Mattos e Noronha, 2º Conde da Ega&lt;/strong&gt;, pareciam ter-se deixado encantar por &lt;strong&gt;Napoleão&lt;/strong&gt;, o que fez com que eles se tornassem muito mais um obstáculo do que um recurso. &lt;em&gt;Mais tarde, ambos se deram mal – Justiça divina&lt;/em&gt;? Para escapar dos seus credores franceses &lt;strong&gt;Dom Lourenço&lt;/strong&gt; teve, com permissão do &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Príncipe Regente&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, procurar imunidade diplomática junto ao ministro em &lt;strong&gt;Londres&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;Conde&lt;/strong&gt; (futuro &lt;strong&gt;Duque&lt;/strong&gt;) &lt;strong&gt;de Palmela&lt;/strong&gt;; enquanto o &lt;strong&gt;Conde da Ega&lt;/strong&gt; foi, em &lt;strong&gt;1811&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;condenado à morte e destituído de todos os seus bens e honrarias&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Em 1823 esta sentença foi revogada&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Foi por essas e outras ações que &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Dom João&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; entrou para a história com o cognome de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;o Clemente&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Organizar uma viagem levando uma &lt;strong&gt;Corte&lt;/strong&gt; inteira para o outro lado do mundo e ainda, sem transparecer o que estava acontecendo, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;não foi uma tarefa fácil nem pode ser realizada de um momento para outro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Existem fortes evidências que, em agosto de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;1807&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom João&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; raciocinou de que sua melhor opção seria a transferência da &lt;strong&gt;Família Real&lt;/strong&gt; e C&lt;strong&gt;&lt;em&gt;orte&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; para o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Brasil&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Os preparativos então começaram: mandou aprontar as naus &lt;em&gt;Afonso de Albuquerque&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Medusa&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Conde Dom Henrique&lt;/em&gt;, que se encontravam em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lisboa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;; ordenou&amp;nbsp;à &lt;strong&gt;Esquadra&lt;/strong&gt;, que se ocupava em proteger a frota mercante de piratas nos &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Estreitos de Gibraltar&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, a voltar ao estuário do &lt;strong&gt;Tejo&lt;/strong&gt;. Iniciou negociações com a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Grã-Bretanha&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; que culminaram com o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Convênio&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; que foi assinado, a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;22 de outubro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;; a nação que dominava os mares escoltaria a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Real Esquadra Portuguesa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; na sua jornada. Enviou ao &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Brasil&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, em &lt;em&gt;&lt;strong&gt;7 de setembro&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, o &lt;strong&gt;Gavião&lt;/strong&gt;, um bergantim de 22 peças e tripulação de 118 homens, comandado pelo &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Primeiro-Tenente Desidério Manuel da Costa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, com ordens ao&lt;strong&gt;&lt;em&gt; Vice-Rei&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; para suspender a partida de navios mercantes; e, finalmente, desenvolveu-se a discussão sobre o envio ao &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Brasil&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; do filho, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom Pedro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;provavelmente uma estratégia para despistar os preparativos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lord Strangford&lt;/strong&gt;, então com 28 anos, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ministro Interino&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; na ausência do &lt;strong&gt;Ministro Plenipotenciário Lord Robert FitzGerald&lt;/strong&gt;, reportou aos seus superiores após entrevista, em &lt;strong&gt;Mafra&lt;/strong&gt; a 25 de setembro, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;“…todos os sentimentos de religião e dever proibiam-no de abandonar o seu Povo até o ultimo momento, e até que esforços tivessem sido feitos para salvá-los e para justificar-Se perante Deus e o Mundo; que em caso extremo ele tinha decidido retirar-Se para Seus Domínios Transatlânticos ….&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lisboa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; com a retirada dos representantes da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;França&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Espanha&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, a pressão aumentou. Boatos que&amp;nbsp;o &lt;strong&gt;Exército Francês&lt;/strong&gt; preparava-se para invadir &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Portugal&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; forçou &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom João&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, muito contra a sua vontade, a aprovar medidas contra os súditos britânicos. &lt;strong&gt;Strangford&lt;/strong&gt; retirou as armas do prédio que ocupava e, na tarde de 18 de novembro, acompanhado por auxiliares e os arquivos transferiu-se para a nau &lt;strong&gt;London&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Inglaterra&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; os termos do &lt;strong&gt;Convênio&lt;/strong&gt; assinado com &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Portugal&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; começaram a ser implementados. Em 11 de novembro uma esquadra, sob o comando do &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Contra-Almirante&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; de pavilhão azul &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sir Sidney Smith&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, partiu da base de &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Plymouth&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 16 do mesmo mês,&amp;nbsp;a esquadra encontrava-se a postos patrulhando a foz do &lt;strong&gt;Tejo&lt;/strong&gt;. As notícias de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lord Strangford&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; com evidências inequívocas de hostilidades, fez com que fosse declarado o bloqueio do &lt;strong&gt;Tejo&lt;/strong&gt;. Todos os navios estrangeiros seriam revistados e aqueles de nacionalidade francesa ou espanhola, apreendidos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lisboa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cônsul-Geral Mr. Gambier&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, tentava liberar os prisioneiros de guerra britânicos. Em 21 de novembro partiu num brigue português e juntou-se&amp;nbsp;à esquadra. Desde o dia 9, o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Príncipe Regente&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; havia confirmado a nomeação, por &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lord Strangford&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;John Bell&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, para desempenhar as funções de: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“…agente para prisioneiros de Guerra britânicos…”.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No dia 22 chegou a nau &lt;strong&gt;Plantagenet&lt;/strong&gt;, trazendo o jornal &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Le Moniteur&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; de 11 de novembro enviado por &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom Domingos Antônio de Sousa Coutinho&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, Ministro junto à &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Corte de S. James.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;As ameaças feitas por &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Napoleão&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, sobre o que aconteceria com a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Família Real&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, quando lá chegasse, eram bem claras.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na manhã do dia 24, quando os ventos da tempestade do dia anterior tinham diminuído, a corveta &lt;strong&gt;Confiance&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Capitão James Yeo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, largou para &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lisboa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; a fim de entregar este importante documento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Era o momento crítico esperado por &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dom João&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, pois com a fronteira terrestre invadida por &lt;strong&gt;Exércitos da França e Espanha&lt;/strong&gt; e a sua fronteira marítima sob bloqueio, suas alternativas encontravam-se exauridas. &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Tudo tinha sido feito - perante Deus, seus súditos e o mundo – ninguém poderia acusá-lo de não ter, por todo o meio, tentado resguardar o seu país&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O &lt;strong&gt;Conselho de Estado&lt;/strong&gt; presidido pelo &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Príncipe Regente&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, se reuniu naquela mesma noite e &lt;strong&gt;&lt;em&gt;tomou a decisão de partir para o Brasil&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. A &lt;strong&gt;Real Esquadra Portuguesa&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;estava pronta para a viagem, faltando apenas embarcar os passageiros e colocar a bordo as carruagens, arquivos, cofres, pratas e mil e uma coisas; em soma tudo aquilo necessário para transferir e estabelecer a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Capital do Reino no outro lado do Atlântico&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Nem a França nem a Espanha suspeitavam do que estava acontecendo&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Os planos, organizados sob a iniciativa de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom João&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, estavam a um passo de serem realizados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;À tarde do dia 27, a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Família Real&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; embarcou. Estava assim distribuída: na nau &lt;strong&gt;Príncipe Real&lt;/strong&gt;: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dona Maria I, Dom João, os Infantes Dom Pedro e Dom Miguel e o Infante da Espanha Dom Pedro Carlos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;; na &lt;strong&gt;Afonso de Albuquerque&lt;/strong&gt;: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dona Carlota Joaquina, com suas filhas, as Infantas Dona Maria Isabel Francisca, Dona Maria d’Assunção, Dona Ana de Jesus e Dona Maria Tereza&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;; na &lt;strong&gt;Príncipe do Brasil&lt;/strong&gt;: a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Princesa viúva Dona Maria Francisca Benedita e a Infanta Dona Maria Ana, ambas irmãs da Rainha&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;; e na &lt;strong&gt;Rainha de Portugal&lt;/strong&gt;: as filhas de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dona Carlota Joaquina&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;as Infantas Dona Maria Francisca de Assis e Dona Isabel Maria&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;O embarque dos demais foi, compreensivelmente, muito tumultuado. Faltava a experiência de como embarcar milhares de pessoas; a grande maioria, provavelmente, pela primeira vez. O que levar, o que deixar – sem saber por quanto tempo estariam ausentes das suas casas ou mesmo se um dia voltariam. O medo do Exército que se aproximava, a angústia dos parentes que ficavam – tudo debaixo de uma chuva incessante&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A &lt;strong&gt;Esquadra&lt;/strong&gt; velejaria lotada porque muitas pessoas importantes, como o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Núncio Apostólico, Monsenhor Caleppi&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, não conseguiriam nem embarcar. Outros, como &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom Pedro de Sousa Holstein&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, futuro &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Duque de Palmela&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, foram obrigados a voltar a terra, depois de embarcar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lord Strangford&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, na véspera da partida, com muita dificuldade porque o vento começava a virar, entrou no &lt;strong&gt;Tejo&lt;/strong&gt; e encontrou-se com &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom Antonio de Araújo de Azevedo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, a bordo da nau&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Medusa&lt;/strong&gt;. O livro de quartos da corveta &lt;strong&gt;Confiance&lt;/strong&gt; registra a sua volta a bordo às 8h00 da manhã.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na noite do dia 28 o vento mudou de direção, de noroeste para sueste, permitindo a saída do &lt;strong&gt;Tejo&lt;/strong&gt;. Na madrugada do dia 29, as naus começaram os preparativos finais para a viagem. &lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;A partida não poderia ter sido adiada porque apenas 18 horas depois, &lt;strong&gt;Junot&lt;/strong&gt;, comandante das tropas francesas alcançaria &lt;strong&gt;Lisboa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;strong&gt;Medusa&lt;/strong&gt; e a &lt;strong&gt;Martim de Freitas&lt;/strong&gt; lideraram a &lt;strong&gt;Esquadra&lt;/strong&gt; para fora do rio, deliberadamente passando junto&amp;nbsp;à &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Esquadra Imperial Russa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; fundeada próximo à entrada da barra, a fim de avaliar suas intenções e observar possíveis reações. Depois foi a vez daquelas naus que transportavam membros da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Família Real&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; alcançarem aquele trecho do rio. A &lt;strong&gt;Martim de Freitas&lt;/strong&gt; levava o prático do rio até a barra. Como não houve como retorná-lo, o mesmo viajou até o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Brasil&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Caso o &lt;strong&gt;Almirante russo&lt;/strong&gt;, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Siniavin&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, soubesse que a sua Pátria iria declarar guerra contra a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Grã-Bretanha&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, &lt;em&gt;em 2 de dezembro&lt;/em&gt;, a saída do &lt;strong&gt;Tejo&lt;/strong&gt; da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Real Esquadra Portuguesa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; poderia ter sido bem diferente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao atravessar a barra do &lt;strong&gt;Tejo&lt;/strong&gt; naquela manhã, a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Real Esquadra&amp;nbsp;Portuguesa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; encontrou-se com&amp;nbsp;a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Real Esquadra Britânica&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Este esperava velejando em linha de batalha. Após ter recebido o sinal “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;preparar para batalha&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;” da nau-capitânia, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;as naus tinham sido transformadas em máquinas de guerra, com seus marinheiros e fuzileiros guarnecendo as peças, prontos para o combate.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sir Sidney&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; não estava disposto a correr qualquer risco. Após um diálogo amistoso a bordo da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Príncipe Real&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, a troca de salvas previamente negociada ocorreu às 4:30h da tarde. A nau &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Príncipe Real&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, não participou devido à enfermidade da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rainha&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. A jornada começou com a &lt;strong&gt;Esquadra&lt;/strong&gt; velejando rumo ao noroeste, pois os ventos de tempestade do sueste não permitiam outra alternativa. Para abaixar o centro de gravidade, as peças mais altas dos mastros (mastaréo, mastaréo do joanete e vergas) foram desarmadas e amarradas no convés. Esse rumo era mais confortável e menos perigoso, do que aproar as naus rumo à &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ilha da Madeira&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e receber o mar de través, mesmo assim, ficaram submetidos à arfagem. A nau-capitânia britânica &lt;strong&gt;Hibernia&lt;/strong&gt;, ao anoitecer registrou 56 velas à vista.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O vento forte que soprou em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lisboa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; fez historiadores escreverem do perigo e do mal estar dos passageiros ao velejarem com um mar de través. Imaginavam que a &lt;strong&gt;Esquadra&lt;/strong&gt;, naquele momento, velejava em direção ao &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Brasil&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O rumo verdadeiro não poderia ser visto da terra! &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Naquela ocasião, fuzileiros das naus &lt;strong&gt;Hibernia&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Marlborough&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;London&lt;/strong&gt; foram transferidos para a fragata &lt;strong&gt;Solebay&lt;/strong&gt; e as corvetas &lt;strong&gt;Confiance&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Redwing&lt;/strong&gt; tentavam sem sucesso, devido ao mau tempo, capturar o forte do &lt;strong&gt;Bugio&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na terceira noite, com a mudança da direção do vento, foi possível alterar o rumo. Nas primeiras horas da tarde do dia seguinte, atravessaram a latitude de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lisboa &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;navegando em direção à &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ilha da Madeira&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Eram &lt;strong&gt;18 velas de guerra portuguesas, 13 britânicas e 26 mercantes&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A 5 de dezembro, aproximadamente a meio-caminho entre &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lisboa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Funchal&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Madeira&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;), parte da Esquadra Britânica, após a salva da &lt;strong&gt;Hibernia&lt;/strong&gt; respondida pela &lt;strong&gt;Conde Dom Henrique&lt;/strong&gt;, alterou rumo para voltar ao bloqueio de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lisboa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. A &lt;strong&gt;Esquadra Portuguesa&lt;/strong&gt; seria escoltada até o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Brasil&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; por uma esquadra de quatro naus: &lt;strong&gt;Marlborough&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;London&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Bedford&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Monarch&lt;/strong&gt;, sob o comando do &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Comodoro Graham Moore&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lord Strangford&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; que até então tinha acompanhado a &lt;strong&gt;Esquadra&lt;/strong&gt; a bordo da &lt;strong&gt;Hibernia&lt;/strong&gt;, adoentou-se e voltou à &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Londres&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Lá alegou que a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Família Real&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; transferiu-se para o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Brasil&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, devido a sua influência. Mais tarde retratou esta versão dos eventos. Com o &lt;strong&gt;Governo &lt;/strong&gt;estabelecido no &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rio de Janeiro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, foi &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ministro Plenipotenciário.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;Exemplificando o grau de detalhes que hoje possuímos, podemos relatar que naquele dia, a nau &lt;strong&gt;Hibernia&lt;/strong&gt;, por ordens de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sir Sidney&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; transferiu a lancha do &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Almirante&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; para a &lt;strong&gt;Príncipe Real&lt;/strong&gt;, e as seguintes provisões para a &lt;strong&gt;Rainha de Portugal&lt;/strong&gt;: 13.440 libras de pão em 120 sacos, 1.136 peças, de oito libras cada, de carne de boi e 1.570 peças, de quatro libras cada, de carne de porco e 54 alqueires de ervilhas secas. &lt;strong&gt;Marlborough&lt;/strong&gt; embarcou 43 toneladas de água salgada para compensar a água e mantimentos consumidos desde a sua partida de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Plymouth&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O bom tempo e os livros de quartos desmentem a história relatada por &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Boiteaux&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Esparteiro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e outros escritores que, antes da separação, o Capitão da &lt;strong&gt;Príncipe Real&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Francisco do Canto de Castro e Mascarenhas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, manobrou sua nau para que o mimo que &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sir Sidney&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; queria oferecer a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom João&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; fosse entregue por mão, de um lais de verga para outro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No dia seguinte, a &lt;strong&gt;London&lt;/strong&gt; recebeu 69 passageiros da nau &lt;strong&gt;Príncipe Real&lt;/strong&gt;, outros (o livro de quartos não especifica o número) foram transferidos para a &lt;strong&gt;Monarch&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Capitão James Walker&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; reportou ao &lt;strong&gt;Almirantado&lt;/strong&gt; que a &lt;strong&gt;Príncipe Real&lt;/strong&gt; velejava com 1.054 pessoas a bordo. Assim, caso a guarnição de 950 homens estivesse completa, o número de passageiros seria então, de 104 pessoas. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Naquela noite, escoltado pelo brigue &lt;strong&gt;Voador&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;London&lt;/strong&gt; pôs-se a caminho de &lt;strong&gt;Funchal&lt;/strong&gt;, para lá fazer aguada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aos 8 dias do mesmo mês, aproximadamente a 50 léguas ao norte da &lt;strong&gt;Madeira&lt;/strong&gt;, com receio de aproximar-se, à noite, de um perigo conhecido como ‘&lt;em&gt;Oito Pedras’&lt;/em&gt;, a &lt;strong&gt;Esquadra Portuguesa&lt;/strong&gt; atravessou. As naus &lt;strong&gt;Marlborough&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Monarch&lt;/strong&gt; também pararam.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;À noite a visibilidade era muito reduzida devido à chuva, assim mesmo as naus &lt;strong&gt;Príncipe Real&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Afonso de Albuquerque&lt;/strong&gt;, sem dar qualquer sinal, partiram com suas fragatas rumo noroeste. Novamente o vento soprava do sueste. O resultado foi que, na manhã seguinte, encontravam-se velejando escoteiro; a nau &lt;strong&gt;Príncipe Real&lt;/strong&gt; com a fragata &lt;strong&gt;Urânia&lt;/strong&gt;, A&lt;strong&gt;fonso de Albuquerque&lt;/strong&gt; com a fragata &lt;strong&gt;Minerva&lt;/strong&gt; e a &lt;strong&gt;Bedford&lt;/strong&gt;. Ainda paradas no mesmo local estavam as naus &lt;strong&gt;Rainha de Portugal&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Conde Dom Henrique&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Marlborough&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Monarch&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Anteriormente, as demais naus tinham obtido permissão de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom João&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, para seguirem viagem independentemente para o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Brasil&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos os comandantes agora tomaram a mesma decisão. Partiram para os rendez-vous previamente combinados; sucessivamente, oeste da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Madeira&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, ao largo da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ilha de Palma&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Canárias&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;), e &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Praia&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, na &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ilha de São Tiago&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cabo Verde&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A 11 de dezembro, as naus &lt;strong&gt;Príncipe Real&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Afonso de Albuquerque&lt;/strong&gt;, que basicamente tinham seguido o mesmo rumo, reencontraram-se. A 14 de dezembro, &lt;strong&gt;Bedford&lt;/strong&gt;, após ter passado 36 horas ao largo da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ilha da Madeira&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e enquanto aguardava perto da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ilha de Ferro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Canárias&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;), finalmente avistou-as e, no dia seguinte, pôde anotar que viajavam ‘em conserva’.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A 21 de dezembro &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom João&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; informou ao &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Capitão James Walker&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; que tinha decidido ir, sem parar, ao &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Brasil&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. O andamento da &lt;strong&gt;Esquadra&lt;/strong&gt; era razoável e não faltava água ou mantimentos. Naquela noite, a fragata &lt;strong&gt;Minerva&lt;/strong&gt; fora enviada à &lt;strong&gt;&lt;em&gt;São Tiago&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; para avisar os demais navios da decisão do &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Príncipe Regente&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As quatro naus, que tinham passado a noite paradas perto da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Madeira&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, entraram para fazer aguada em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;São Tiago&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; a 24 de dezembro e lá encontraram a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Minerva&lt;/strong&gt;. A &lt;strong&gt;London&lt;/strong&gt;, que tinha sido enviada para fazer aguada em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Madeira&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, fundeou dois dias depois.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A 27 de dezembro, de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cabo Verde&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, partiram com destino a &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Cabo Frio&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, distante 823 léguas. Tinham conhecimento que as naus, com a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Família Real&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, velejavam num rumo paralelo ao leste. Assim, diariamente ao alvorecer, &lt;strong&gt;Monarch&lt;/strong&gt; recebia sinal para deslocar-se para o horizonte no sueste. À noitinha, recebia sinal para voltar, evitando perder-se na escuridão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A 2 de janeiro de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;1808&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Bedford&lt;/strong&gt; reportou que estava avistando três naus no horizonte. Um vento fraco e o fato de que era a única nau de escolta junto à &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Família Real&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, impedia-a de investigar. Naquela noite, uma luz azul fora colocada no topo do seu mastro real. Esta foi a única ocasião, após 8 de Dezembro, em que o ascender de uma luz azul foi anotado. O livro de quartos da &lt;strong&gt;Marlborough&lt;/strong&gt; registra, às 11:30h da noite, a presença de uma luz azul no horizonte. Ao meio-dia, as tomadas de posição dessas duas naus mostram uma diferença de cinco minutos de latitude e um grau e cinco minutos de longitude. Devido aos fatos acima e as discordâncias normais na tomada de posição, podemos hoje ter a certeza de que as duas divisões da &lt;strong&gt;Esquadra&lt;/strong&gt;, que viajavam independentemente, estavam a vista uma da outra e, por pouco, não se encontraram. Caso tivesse ocorrido, como teria se desenvolvido a &lt;strong&gt;História&lt;/strong&gt;? &lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Será que &lt;strong&gt;Dom João&lt;/strong&gt; teria ido a &lt;strong&gt;Salvador&lt;/strong&gt; onde assinou a abertura dos portos?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As naus com a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Família Real&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; a bordo, aproximando-se do equador, entraram numa área de calmarias. Levaram dez dias para galgar trinta léguas (esta distância levaria doze horas com um forte vento).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje, nosso conhecimento das naus que empreenderam esta viagem é quase nulo. Não podemos imaginar, por exemplo, que o trabalho de trazer a bordo o ferro e guardar o seu cabo ocupava 383 homens. Desconhecemos também a qualidade das refeições, a medicina e a higiene a bordo, o tédio e o perigo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O progresso lento - mesmo depois de ter ultrapassado esta área de calmarias, pois o vento soprava do sueste - somado ao fato que a &lt;strong&gt;Afonso de Albuquerque&lt;/strong&gt; era uma nau ronceira, contribuíram para que &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom João&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; mudasse seus planos; já se encontravam há 7 semanas no mar. Às 1:20h da tarde de 16 de janeiro, o cúter da &lt;strong&gt;Bedford&lt;/strong&gt; deslocou-se até a &lt;strong&gt;Príncipe Real&lt;/strong&gt;; recebeu ordens de alterar o rumo, pois a decisão tinha sido tomada de ir a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Salvador&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Relatos anteriores de que esta decisão fora tomada por causa da escassez de mantimentos e água, não prosseguem. Após o dia 5 de Dezembro, não houve transferência entre as naus. Quando a &lt;strong&gt;Bedford&lt;/strong&gt; fundeou em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Salvador&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, restava no porão 75 toneladas de água; o carregamento completo, em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Plymouth&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, tinha sido de 225 toneladas. O consumo diário era de 2 toneladas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A &lt;em&gt;22 de janeiro de 1808&lt;/em&gt;, portanto após 55 dias no mar, finalmente fundearam em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Salvador&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. A primeira etapa da viagem havia terminado. Alguns dias antes, a 17 de janeiro, a divisão da &lt;strong&gt;Esquadra&lt;/strong&gt; que tinha velejado diretamente de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;São Tiago&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, após aterrar em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cabo Frio&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (um exemplo da precisão possível na navegação desta época), entrou na &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Baía de Guanabara&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, no &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Rio de Janeiro&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aos poucos, todas as naus foram chegando: &lt;strong&gt;Medusa&lt;/strong&gt;, bastante avariada, atracou no &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Recife&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; a 13 de janeiro; &lt;strong&gt;Dom João de Castro&lt;/strong&gt;, danificada e fazendo água, fundeou, no início daquele mês, na &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Enseada de Lucena&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Paraíba&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;); &lt;strong&gt;Martim de Freitas&lt;/strong&gt;, após breve estadia em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Salvador&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, arribou no &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rio de Janeiro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; a 26 de janeiro; &lt;strong&gt;Príncipe do Brasil&lt;/strong&gt; chegou no &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rio de Janeiro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; a 13 de fevereiro portanto, um atraso de quatro semanas, pois teve que se dirigir primeiro à &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Inglaterra&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; para reparos. Antes, porém, as irmãs da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rainha&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; foram transferidas para a nau &lt;strong&gt;Rainha de Portugal&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Enfim, embora severamente castigadas pelas sucessivas tormentas de inverno, que causaram avarias consideráveis, todas as naus chegaram ao seu destino. Isto reflete a qualidade dos oficiais e das guarnições, assim como do projeto e da construção dessas naus; fruto da experiência de vários séculos navegando regularmente através dos oceanos, em condições de tempo variadas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Família Real&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, a 23 de janeiro, desembarcou; a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rainha &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;seguiu no dia seguinte. Aos 30 dias daquele mês, o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Príncipe Regente&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; visitou a &lt;strong&gt;Bedford&lt;/strong&gt;, examinando todas as partes da nau durante três horas. Enquanto permaneceram em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Salvador&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, as naus preparavam-se para a segunda etapa da viagem: consertos, recebimento de mantimentos secos e salgados e animais vivos (&lt;strong&gt;Bedford&lt;/strong&gt; matou seis bois e três porcos durante a viagem até o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rio de Janeiro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom João&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; tinha plena confiança no &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Capitão James Walker&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Enquanto esperavam em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Salvador&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; mandou transferir para &lt;strong&gt;Bedford&lt;/strong&gt;, nos dias 14, 15 e 17 de fevereiro, 84 cofres com tesouros, para serem transportados até o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rio de Janeiro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A 26 de fevereiro, às 10:30h da manhã, a &lt;strong&gt;Real Esquadra Portuguesa&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;composta pelas naus &lt;strong&gt;Príncipe Real, Afonso de Albuquerque, Medusa&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Bedford&lt;/strong&gt;, pela fragata &lt;strong&gt;Urânia&lt;/strong&gt;, pelo brigue &lt;strong&gt;Três-Corações&lt;/strong&gt;, pelo &lt;strong&gt;Activo&lt;/strong&gt; e pelo &lt;strong&gt;Imperador Adriano&lt;/strong&gt; (os dois últimos substituindo a &lt;strong&gt;Dom João de Castro&lt;/strong&gt;, que não tinha condições de prosseguir viagem sem primeiro submeter-se a grandes reparos), finalmente zarpou. Ao meio-dia, tiveram que parar e esperar pela maré, mas logo depois estavam novamente a caminho e, pelas 4:00h da tarde, fora da baía e em mar aberto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A viagem até o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rio de Janeiro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; foi tranqüila. Nas últimas duas noites pararam, por medida de segurança, pois velejavam perto da costa. A 6 de março, entre descargas de chuva, o vigia da &lt;strong&gt;Bedford&lt;/strong&gt;, às 1:15h da tarde, finalmente avistou terra. Encontravam-se a cerca de oito léguas de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cabo Frio&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. No dia seguinte, entre salvas dos fortes e das embarcações, chegaram ao &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rio de Janeiro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calculamos que a tripulação das &lt;strong&gt;Esquadras Naval&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Mercante &lt;/strong&gt;deveria ter sido em torno de 7.500 homens, É impossível saber exatamente quantos foram os passageiros, pois não existe lista. Sabemos detalhes apenas sobre a nau &lt;strong&gt;Príncipe Real&lt;/strong&gt;. No &lt;strong&gt;Arquivo Nacional&lt;/strong&gt;, do &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rio de Janeiro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, existe listas de passageiros de 5 navios mercantes – cada um levava entre 25 e 40 pessoas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim calculamos que foram transportados entre 3.500 e 4.500 passageiros; um total, portanto, de 11.000 a 12.000 pessoas. O transtorno na cidade do &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rio de Janeiro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; deve ter sido bem menor que anteriormente relatado - a tripulação da &lt;strong&gt;Esquadra Naval&lt;/strong&gt; continuaria a bordo, por receio de desertores, a chegada se estendeu durante um período de dois meses e muitos dos navios da frota mercante pertenciam a outras praças.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom João&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; ficara tão satisfeito com a atenção recebida da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Marinha Britânica&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; que decidiu condecorar os principais oficiais. Um problema era o fato que todas as ordens militares eram também, religiosas; portanto só poderiam ser conferidas a Católicos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para contornar esse impasse, resolveu reviver uma ordem não-religiosa, a &lt;em&gt;Ordem da Torre e Espada&lt;/em&gt; originalmente instituída por &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom Afonso V&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, em 1459.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A &lt;em&gt;4 de junho de 1808&lt;/em&gt;, aniversário do &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rei Jorge III&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sir Sidney Smith&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; recebeu a bordo da &lt;strong&gt;London&lt;/strong&gt; a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Família Real&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Após os brindes habituais o &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Príncipe Regente&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; mandou que seu pavilhão, que fora içado a bordo da &lt;strong&gt;London&lt;/strong&gt;, fosse trazido à sua presença a fim de presenteá-lo a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sir Sidney&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Em seguida ordenou-o esquatelar seu brasão com as &lt;strong&gt;Armas de Portugal&lt;/strong&gt; para que os seus descendentes nunca esquecessem a gratidão da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Família Real&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; pelos serviços prestados nesta jornada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Identificar como artistas registraram a viagem, também fez parte da pesquisa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os resultados incluem: o embarque, no &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cais de Belém&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; – um quadro pintado por &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Nicolas Delerive&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, que se encontra no &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Museu Nacional dos Coches&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;; alguns leques comemorativos com pequenas imagens mostrando a chegada no &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rio de Janeiro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Durante 18 meses, um estudo minucioso foi realizado com recomendações ao artista para refletir em sua obra, mínimos detalhes tais como: a força e direção do vento, a luminosidade e o estado do mar assim, como também, a alegria irradiante expressa por todos ao ver e ter a Família Real tão perto, após essa longa e perigosa jornada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;PORTANTO AGORA TEMOS UMA VISÃO DO QUE FOI A CHEGADA NO RIO DE JANEIRO, QUE ATÉ ENTÃO NÃO TINHAMOS. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Como muitas vezes acontece, o passar do tempo ilumina e esclarece. Os primeiros críticos, talvez por estarem próximos dos acontecimentos, interpretaram-nos de forma negativa; não enxergaram a grandeza e a coragem da decisão tomada por &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dom João&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, comprovada pelos eventos subseqüentes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;(*) Kenneth H. Light - Sócio Correspondente do Instituto Histórico de Petrópolis -&amp;nbsp;Membro do British Historical Society of Portugal - Diretor da Sociedade de Amigos do Museu Imperial - Diretor da Sociedade de Amigos do Palácio Rio Negro, Petrópolis&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;NOTAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Arquivo Geral da Marinha, Lisboa:Livro de Quartos da Fragata Urânia&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Arquivo Nacional, Rio de Janeiro (Public Records Office):Cód. 730&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Museu Imperial, Petrópolis (Imperial Museum)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Arquivo da Casa Imperial do Brasil - POB&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Public Records Office, Londres (Arquivo Nacional)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;F.O. Foreign Office (Ministério dos Negócios Estrangeiros)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;F.O. 63/55, F.O. 63/56, F.O. 63/58 e F.O. 94/163&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;ADM. Admiralty (Almirantado)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;ADM. 4206, ADM. 1/19, ADM. 1/824, ADM. 1/2159 e ADM. 1/2704&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Livros de quartos: ADM. 51/1700, ADM. 51/1659, ADM. 51/1758, ADM. 51/1882, ADM. 51/1966, ADM. 51/1734, ADM. 51/1765, ADM. 51/1780, ADM. 51/1730, ADM. 51/1857, ADM. 51/1854, ADM. 51/1879, ADM. 51/1790, ADM. 51/1715, ADM. 51/1763 e ADM. 51/1738&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;National Maritime Museum, Greenwich (Museu Marítimo)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;SIG/B/38&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;David Lyons, Sailing Navy List, Londres, 1993.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Navy List de 1807. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;Almeida, João Ricardo Pires de, &lt;strong&gt;D. João VI Rei de Portugal e dos Algarves e Imperador Titular do Brasil&lt;/strong&gt;; elogio histórico, Ed. Comemorativa, Rio de Janeiro, [s.n.], 1885.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Annaes do &lt;strong&gt;Senado do Imperio do Brasil&lt;/strong&gt;, Rio de Janeiro, T. 3, p. 99, Typographia Nacional, 1826.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Anonymo, &lt;strong&gt;Observador Portuguez Histórico, e Politico de Lisboa desde o dia 27 de Novembro do anno de 1807 em que enbarcou para o Brazil o Principe Regente Nosso Senhor e toda a Real Familia, por motivo da invasão dos Francezes neste Reino etc. etc&lt;/strong&gt;. - Contém Todos os Editaes, Ordens publicas e particulares, Decretos, successos fataes e desconhecidos nas Histórias do mundo; todas as batalhas, roubos e usurpações até o dia 15 de setembro de 1808, em que foram expulsos, depois de batidos, os Francezes - Offerecido Ao Illustrissimo e Execellentissimo Senhor D. Rodrigo de Souza Coutinho, Conde de Linhares, Grão Cruz das Ordens de Aviz e da Torre e Espada etc. etc., Lisboa, Impressão Regia, 1809.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Azevedo, Joaquim José de, Exposição analytica e justificativa da conducta, e vida publica do Visconde do Rio Sêco desde o dia 25 de Novembro de 1807 até o dia 15 de setembro de 1821, Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1821.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Azevedo, Manoel Duarte Moreira de, &lt;strong&gt;No tempo do Rei&lt;/strong&gt;; conto histórico, Rio de Janeiro, Azevedo, 1899.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Barrow, John, &lt;strong&gt;The Life and Correspondence of Admiral Sir William Sidney Smith G.C.B.,&lt;/strong&gt; London, Richard Bentley, 1848. 2 v.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Beckford, William, &lt;strong&gt;A Côrte da Rainha D. Maria I&lt;/strong&gt;, Lisboa, Tavares Cardoso &amp;amp; Irmão, 1901.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Beckford, William, &lt;strong&gt;Recollections of an Excursion to Alcobaça and Batalha&lt;/strong&gt;, Paris, Societe des Editions ‘Les belles Lettres’, 1956.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Beckford, William, &lt;strong&gt;The Journal of William Beckford in Portugal and Spain 1787-1788&lt;/strong&gt;, London, Edited by Alexander Boyd, 1954.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Beirão, Caetano, &lt;strong&gt;História Breve de Portugal&lt;/strong&gt;, Lisboa, Editorial Verbo, 1941.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bellegarde, Henrique Luiz Niemeyer, &lt;strong&gt;Resumo da História do Brasil&lt;/strong&gt;, Rio de Janeiro, 3. Ed. correcta e augmentada, Typografia de J. E. S. Cabral, 1845.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Brandão, Raul, &lt;strong&gt;El-Rei Junot&lt;/strong&gt;, Lisboa, Monteiro &amp;amp; Cia., 1912.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Castro, José Ferreira Borges de, &lt;strong&gt;Collecção dos tratados, convenções, contratos e actos publicos celebrados entre a Coroa de Portugal e as mais potências desde 1640 até ao presente&lt;/strong&gt;, compil. e anotado, Lisboa, Imprensa Nacional, 1856-1858. 8 v.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Calmon, Pedro, &lt;strong&gt;O Rei do Brasil D. João VI&lt;/strong&gt;, Rio de Janeiro, J. Olympio, 1935.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Calmon, Pedro, &lt;strong&gt;História Naval Brasileira - A Abertura dos Portos&lt;/strong&gt;, Rio de Janeiro, Serviço de Documentação Geral da Marinha, V. 2, parte I, 1979. 16 v.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cancio, Henrique, &lt;strong&gt;D. João VI&lt;/strong&gt;, Bahia, Diário da Bahia, 1909.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Chagas, Manoel Pinheiro, &lt;strong&gt;Diccionario Popular&lt;/strong&gt;, Lisboa, Lallement Frères, typ., 1876-90. 16 v.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Chambers, J. W., &lt;strong&gt;Lisbon in Wartime&lt;/strong&gt;, The British Historical Society of Portugal 11th Annual Report, Lisbon, 1984.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cheke Marcus, &lt;strong&gt;Carlota Joaquina (A Rainha Intrigante),&lt;/strong&gt; Trad. Gulmara Lobato de Morrais Pereira, São Paulo, J. Olympio, 1949.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Collecção das Leis do Brazil de 1808&lt;/strong&gt;, Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1891.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Constancio, Francisco Solano, &lt;strong&gt;História do Brasil desde o seu descobrimento por Pedro Alvares Cabral até a abdicação do Imperador D. Pedro I&lt;/strong&gt;, Paris, Livraria Portuguesa, 1939.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dénis, Ferdinand, &lt;strong&gt;Résumé de l'Histoire du Brésil&lt;/strong&gt;, Paris, 2. Ed., Lecointe et Durey, 1825.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Durant, Will and Ariel, &lt;strong&gt;The Story of Civilization&lt;/strong&gt;, New York, Simon and Schuster, 1975. 11 v.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esparteiro, António Marques, &lt;strong&gt;História Naval Brasileira - A Viagem&lt;/strong&gt;, Rio de Janeiro, Serviço de Documentação Geral da Marinha, V. 2, p. I, 1979. 16 v.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fazenda, José Vieira, Antiqualhas e memórias: &lt;strong&gt;Trasladação da Família Real&lt;/strong&gt;, Rio de Janeiro, Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, T. 93, v. 147, p. 531-535, 1923.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;_______, ________, &lt;strong&gt;Chegada da Família Real&lt;/strong&gt;, Rio de Janeiro, Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, T. 88, v. 142, p. 38-44, 1940.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Freire, Anselmo Braacamp, &lt;strong&gt;Brasões da Sala de Cintra&lt;/strong&gt;, Coinbra, Imprensa da Universidadee, 1921-30. 3 v.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Graham, Maria, &lt;strong&gt;Journal of a Voyage to Brazil and Residence There during part of the Years 1821, 1822, 1823&lt;/strong&gt;, London, Longman Hurst, 1824.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Horward, Donald D., &lt;strong&gt;Portugal and the Anglo-Russian Naval Crisis (1808),&lt;/strong&gt; Newport, Rhode Island, Naval War College Review, Naval War College, 1981.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jackson, Sir William G. F., &lt;strong&gt;The Rock of the Gibraltarians&lt;/strong&gt;, London, 2. Ed., Ashford, Buchan &amp;amp; Enright, 1990.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Junot, Laure Saint-Martin, duchesse d'Abrantès, &lt;strong&gt;At the Court of Napoleon&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Memoirs of the Duchesse d’Abrantès&lt;/strong&gt;, London, Windrush Press, 1991.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;King, Dean, &lt;strong&gt;A Sea of Words&lt;/strong&gt;, New York, Henry Holt and Company, 1995.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Light, Kenneth H., &lt;strong&gt;The Migration of the Royal Family of Portugal to Brazil 1807/08&lt;/strong&gt;; Log Books of H.M.Ships before the Tagus in November 1807 and of those that took part in the Voyage to Brazil, together with Reports and Letters from Captain James Walker of H.M.S. Bedford, who escorted the Queen and the Prince Regent to Bahia, and Commodore Graham Moore of H.M.S. Marlborough, who escorted the Portuguese Fleet to Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Private printing by Kenneth H. Light, 1995.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lima, J. L. de Abreu, &lt;strong&gt;Compéndio da Historia do Brasil&lt;/strong&gt;, Rio de Janeiro, Laemmert, 1843.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lima, José ignacio de Abreu de, &lt;strong&gt;Synopsis ou Deducção Chronologica dos fatos mais notaveis da historia do Brasil&lt;/strong&gt;, Pernambuco, Typ. De M. F. de Faria, 1845.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lima, Manuel de Oliveira, &lt;strong&gt;Dom João VI no Brazil 1808-1821&lt;/strong&gt;, Rio de Janeiro, Typ. Do Jornal do Commercio, 1908.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Longford, Elizabeth, Wellington, &lt;strong&gt;The Years of the Sword&lt;/strong&gt;, London, Weiderfeld &amp;amp; Nicholson, 1969.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Macaulay, Neill, &lt;strong&gt;Dom Pedro I a Luta pela a Liberdade no Brasil e em Portugal 1798-1834&lt;/strong&gt;, Trad. André Villalobos, Rio de Janeiro, Record, 1993.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Macedo, Joaquim Manoel de, &lt;strong&gt;Liçoes de historia do Brasil para uso dos alumnos do Imperial Collegio de Pedro Segundo&lt;/strong&gt;, Rio de Janeiro, Domingos José Gomes Brandão, 1863.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Manchester, Alan K., &lt;strong&gt;A Transferência da Corte Portuguêsa para o Rio de Janeiro&lt;/strong&gt;, Trad. A. J. Lacombe, Rio de Janeiro, Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, v. 277, p. 3-44, 1968.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Madelin, Louis, &lt;strong&gt;Histoire du Consolat et de l’Empire&lt;/strong&gt; - L’Affaire d’Espagne 1807-09, Paris, V. VII, Hachette1958. 16 v.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Martins, Enéas Filho, &lt;strong&gt;Conselho de Estado Português e a Transmigração da Família Real em 1807&lt;/strong&gt;, Rio de Janeiro, Arquivo Nacional, 1968.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Martins, Joaquim Pedro de Oliveira, &lt;strong&gt;História de Portugal&lt;/strong&gt;, Lisboa, 9. Ed., Parceria Antonio Maria Pereira, 1991.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Moraes, Alexandre José de Mello, &lt;strong&gt;Chorographia Histórica&lt;/strong&gt;, Rio de Janeiro, T. I, Typ. De Pinheiro &amp;amp; Comp., 1866. 2v.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Moraes, Alexandre José de Mello, &lt;strong&gt;A Independencia e o Imperio do Brasil&lt;/strong&gt;, Rio de Janeiro, Typ. Do Globo, 1877.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Moraes, Alexandre José de Mello, &lt;strong&gt;História da Trasladação da Corte Portuguesa para o Brasil em 1807-1808&lt;/strong&gt;, Rio de Janeiro, Livraria da Casa Imperial de E. Dupont Ed., 1872.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Monteiro, Tobias, História do Império A Elaboração da Independência, Rio de Janeiro, F. Briguiet, 1927. 2 v.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Napier, W. E., &lt;strong&gt;History of the War in the Peninsula&lt;/strong&gt;, London, Constable, 1828. 4 v.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Navy Records Society, &lt;strong&gt;The Letters of Sir William Sidney Smith The Navy and South America 1807-1823&lt;/strong&gt;, London, Ed. Gerald S. Graham &amp;amp; R. A. Humphreys, 1962.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neves, José Acúrsio das, &lt;strong&gt;História Geral da Invasão dos Francezes em Portugal e da Restauração deste Reino&lt;/strong&gt;, Porto, Edições Afrontamento, 1984. 5 v.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Noronha, Eduardo de, Pina Manique &lt;strong&gt;O Intendente de Antes Quebrar...,&lt;/strong&gt; Pôrto, Livraria Civilização – Editora, 1940.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O'Neil, Lieutenant Count Thomas, A Concise and Accurate Account of the Proceedings of the Squadron under the Command of Rear Admiral Sir Sydney Smith K.S. &amp;amp;c. in Effecting the Escape of the Royal Family of Portugal to the Brazils, on November 29, 1807; and also the Sufferings of the Royal Fugitives, &amp;amp;c. during their Voyage from Lisbon to Rio Janeiro: with a variety of other Interesting and Authentic Facts, London, J. Barfield, 1810.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pereira, Angelo, &lt;strong&gt;D. João VI Príncipe e Rei; A Retirada da Família Real para o Brasil 1807&lt;/strong&gt;, Lisboa, Empresa Nacional de Publicidade, 1953.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;______, ______, &lt;strong&gt;Os filhos D'El Rei D. João VI&lt;/strong&gt;, Lisboa, Empresa Nacional de Publicidade, 1946.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;______, ______, &lt;strong&gt;As Senhoras Infantas Filhas de El-Rei D. João VI&lt;/strong&gt;, Lisboa, Editorial Labor, 1938.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pinheiro, José Pedro Xavier, &lt;strong&gt;Epitome da historia do Brasil desde o seu descobrimento&lt;/strong&gt;, Rio de Janeiro, 3. Ed., Typographia Universal de Laemmert, 1864.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pinto, Albano da Silveira, &lt;strong&gt;Resênha das Familias Titulares e Grandes de Portugal&lt;/strong&gt;, Lisboa, Arthur da Silva, 1883. 2 v.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Portela, Joaquim Pires Machado, &lt;strong&gt;Chegada da Família Real Portugueza à Provincia da Bahia em Janeiro 1808&lt;/strong&gt;, Rio de Janeiro, T. 45, v. 65, p. 5- 11, Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, 1882.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rangel, Alberto, &lt;strong&gt;Inventário dos documentos do arquivo da Casa Imperial do Brasil existentes no Castelo d'Eu&lt;/strong&gt;, Rio de Janeiro, Serviço Gráfico do Ministerio da educação e saude, 1939. 2 v.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rangel, Alberto, &lt;strong&gt;Os Dois Inglezes Strangford e Stuart&lt;/strong&gt;, Rio de Janeiro, Conselho Federal de Cultura, Arquivo Nacional, 1972.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rossi, Camilo Luis de, &lt;strong&gt;Memória sobre a evasão do Núncio Apostólico Monsenhor Caleppi, da Corte de Lisboa para o Rio de Janeiro&lt;/strong&gt;. Trad. Dr. Jerônimo de Avelar Figueira de Melo, do Arquivo Secreto do Vaticano N.º 143: A. Portogallo, Rio de Janeiro, vol. LXI, Anais da Biblioteca Nacional, 1939.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Russel, Edward Frederick Langley, &lt;strong&gt;Knight of the Sword&lt;/strong&gt; (Sir W. S. Smith), London, Victor Gollancz, 1964.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sá, José D'Ameida Corrêa de, &lt;strong&gt;D. João VI e a Independência do Brasil&lt;/strong&gt;, Lisboa, [Artes Gráficas], 1937.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Santos, Luiz Gonçalves dos, &lt;strong&gt;Memórias para Servir à História do Reino do Brasil&lt;/strong&gt;, São Paulo, Editora Itatiaia da Universidade de São Paulo, Belo Horizonte, 1981. 2 v.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Schom, Alan, Trafalgar, &lt;strong&gt;Countdown to Battle&lt;/strong&gt;, London, Penguin, 1990.Silva, J. M. Pereira da, História da Fundação do Imperio Brasileiro, Rio de Janeiro, Garnier, 1864. 7 v.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Soriano, Simão José da Luz, &lt;strong&gt;História da Guerra Civil&lt;/strong&gt;, Lisboa, V. II, Imprensa Nacional, 1866-93. 15 v.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sousa, Octávio Tarquíno de, &lt;strong&gt;A Vida de D. Pedro I&lt;/strong&gt;, Rio de Janeiro, J. Olympio, 1952. 3 v.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Souza, Antonio Caetano de, &lt;strong&gt;Memórias dos Grandes de Portugal&lt;/strong&gt;, Lisboa, Sylviana, 1754.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tavares, Adérito e José dos Santos Pinto, Pina Manique &lt;strong&gt;Um Homem Entre Duas Épocas&lt;/strong&gt;, Lisboa, Casa Pia de Lisboa, 1990.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;The National Dictionary of Biography, London, p. 800, [n. p.], 1903.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Thiers, Louis-Adollphe, &lt;strong&gt;Histoire du Consulat et de l’Empire&lt;/strong&gt;, Paris, [n. p.], 1846-52. 8 v.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Varnhagen, Francisco Adolpho de, &lt;strong&gt;História Geral do Brasil&lt;/strong&gt;, São Paulo, 3. ed., Melhoramentos, 1927-36. 5 v.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vidal, Frederick Gavazzo Perry, &lt;strong&gt;Genealogias reaes portuguesas&lt;/strong&gt;; &lt;strong&gt;descendencia de S. M. El-Rei o Senhor Dom João VI&lt;/strong&gt;, Lisboa, Guimarães &amp;amp; Cia, 1923.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Züquete, Afonso Eduardo Martins, &lt;strong&gt;Nobreza de Portugal e do Brasil&lt;/strong&gt;, Lisboa, Editorial Enciclopédia, 1960. 3 v.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;[*] a História que ninguém ouviu!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; do Projeto Reeducar&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109024241933563899?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109024241933563899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109024241933563899' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109024241933563899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109024241933563899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/07/1808-verdadeira-histria.html' title='1808 - A verdadeira História'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109023595091327796</id><published>2004-07-19T14:04:00.000+03:00</published><updated>2004-07-19T14:19:10.913+03:00</updated><title type='text'>A "Tradição Republicana"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;(*)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Há algum tempo, em &lt;strong&gt;Belo Horizonte&lt;/strong&gt;, foi realizado um congresso sobre a &lt;em&gt;&lt;strong&gt;tradição republicana brasileira.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; O evento ocorreu sob o abrigo da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Universidade Federal de Minas Gerais&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;; com a solenidade de praxe; &lt;em&gt;ampla cobertura da imprensa&lt;/em&gt;; e houve até mesmo um lançamento de um livro. Professores eminentes e palestrantes ilustres deram um tom maior aos debates. No entanto, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;sobre o tema central, pouco&amp;nbsp;- quase nada&amp;nbsp;- foi apresentado, salvo a constatação do óbvio: não existe tradição republicana no Brasil&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Parece que o evento foi programado para encontrar elementos que evidenciassem a existência da tradição republicana. Procuravam algum traço que mostrasse a presença dos ideais republicanos no imaginário do povo brasileiro. Se esse foi o intuito, &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;o tiro saiu pela culatra&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. O evento constatou que, na terra de Santa Cruz, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;a república só existe nas leis, e as leis vão pouco além do papelório&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Por outro lado, se o escopo do citado congresso fosse mais amplo, e mais abertas as mentes, logo se veria que a tradição tem grande afeição pelas coisas boas, e maior aversão pelo que é ruim. &lt;strong&gt;Bastaria questionar o que a república no Brasil trouxe de bom à nossa gente, e logo se entenderá porque, embora exista legalmente, é totalmente ignorada pelos brasileiros&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;De fato, desde que nossa pátria foi reduzida a uma república através de um golpe militar, (se há quem queira encontrar algum sinal de tradição republicana, o golpe militar seria sua manifestação mais legítima), o processo de formação da nacionalidade brasileira foi interrompido. Ser brasileiro e ter orgulho de sua terra eram posições contrárias ao ideário positivista dos golpistas que, em lugar do amor ao Brasil, pregava a devoção à humanidade, (alguma coisa que, no fundo, era muito parecida com a hodierna globalização), enquanto que na prática, o que se via era o servilismo doentio aos estrangeiros, o que continua até hoje (talvez este seja um segundo sinal da tradição republicana).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O historiador &lt;strong&gt;&lt;em&gt;José Murilo de Carvalho&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, uma das presenças ilustres que abrilhantaram o evento citado, em seu livro "&lt;strong&gt;A Formação das Almas&lt;/strong&gt;", descreve os esforços dos republicanos para alcançarem o imaginário dos brasileiros. Esforço perdido: &lt;strong&gt;a alma do povo não se deixou levar pela propaganda enganosa&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Superficialmente, alguns dos presentes mencionaram, "en passant", que pouco mais de um século de experiência republicana não seria suficiente para criar uma tradição. Esta explicação (mais parece uma desculpa amarelada) não tem o menor fundamento&lt;/strong&gt;. &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;A tradição, como dissemos, tem profundo apego ao que é bom, e a república, até hoje, não mostrou nada de bom, pois, como dizia o marechal golpista Deodoro da Fonseca: "república no Brasil e desgraça completa são a mesma coisa".&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;(*) matéria publicada por Fernando Mascarenhas Silva de Assis - Redactor do Correio Imperial - &amp;nbsp;na webpage do Círculo Monárquico de Belo Horizonte&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109023595091327796?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109023595091327796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109023595091327796' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109023595091327796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109023595091327796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/07/tradio-republicana.html' title='A &quot;Tradição Republicana&quot;'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109016936196386579</id><published>2004-07-18T18:50:00.000+03:00</published><updated>2004-07-18T19:49:21.963+03:00</updated><title type='text'>O custo da Presidência da República</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;[*] &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Prezado cidadão, os gastos do actual Presidente da República subiram nada mais nada menos&amp;nbsp;que uns 150% desde sua posse.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Apresento esta matéria que me foi gentilmente enviada por nosso correligionário Adriano Elias para um edição em meu site e que será dividamente encaminhada ao Gabinete da Presidência da República, ainda que suspeite já seja de conhecimento do mesmo Gabinete!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(*)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Só há um indicador no Brasil que cresce na mesma velocidade da dívida pública: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;os gastos do gabinete da Presidência da República&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Tais dados foram coletados com exclusividade para a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;DINHEIRO&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; por um grupo de consultores que tem senha especial de acesso ao &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Sistema Integrado de Administração Financeira&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Siafi&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. É lá que estão detalhadas todas as despesas do &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Orçamento da União&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Em 2003, primeiro ano de Lula, as despesas alcançaram &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;R$ 318,6 milhões&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para este ano, está previsto o desembolso de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;R$ 372,8 milhões&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; – ou &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;R$ 1,5 milhão por dia útil de trabalho&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Até o dia 2 de julho, o gabinete tinha gasto &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;R$ 120,3 milhões&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. A principal causa da evolução das despesas é o inchaço da máquina pública. &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Itamar Franco&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; entregou o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Palácio do Planalto&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; com &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;1,8 mil funcionários&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;FHC&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, por sua vez, enxugou-o para &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;1,1 mil&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. No governo&lt;strong&gt;&lt;em&gt; Lula&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;,&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt; a administração cresceu – e muito&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há neste momento &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;3,3 mil funcionários trabalhando diretamente na Presidência&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;No Palácio da Alvorada, existem outros 75&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Há um mês, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lula&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; assinou um &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;decreto, de número 5.087, aumentando de 27 para 55 seus assessores especiais diretos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Pairam sérias dúvidas sobre a qualidade, a prioridade e até mesmo a legalidade dessas despesas presidenciais&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”, diz o &lt;strong&gt;deputado Augusto Carvalho&lt;/strong&gt;, do &lt;strong&gt;PPS&lt;/strong&gt; do &lt;strong&gt;Distrito Federal&lt;/strong&gt;, chefe da equipe que levantou as despesas do &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Gabinete Presidencial&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; para a &lt;span style="color:#006600;"&gt;DINHEIRO&lt;/span&gt;. “&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Além de crescentes, essas despesas estão cada vez mais obscuras&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma das descobertas da equipe que entrou nas entranhas do Planalto diz respeito ao &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;uso crescente dos cartões de crédito corporativos para cobrir as despesas das autoridades, utilizando o nome de funcionários do Planalto, que ganham entre R$ 3 mil e R$ 5 mil&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Em 18 meses, já foram gastos &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;R$ 6,4 milhões&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; com os cartões. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Procurados insistentemente pela &lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;DINHEIRO&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; ao longo da semana, &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff9900;"&gt;assessores do Planalto, da Secretaria de Comunicação, da Casa Civil e o porta-voz presidencial não responderam as questões formuladas pela reportagem&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A ação mais cara é o chamado apoio administrativo&lt;/strong&gt;. Trata-se da gestão direta do &lt;strong&gt;Palácio do Planalto, do Alvorada e da Granja do Torto&lt;/strong&gt;. Para este ano, o Orçamento é de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;R$ 151,2 milhões&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Do total, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;R$ 140,8 milhões&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; estão sendo gastos na administração dos palácios. Também estão sendo gastos &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;R$ 3,8 milhões&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; para a remuneração de militares que fazem a segurança do presidente e de sua família – há equipes em &lt;em&gt;&lt;strong&gt;São Paulo, Florianópolis e Blumenau&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; cuidando dos filhos de Lula.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Caso as contas do Planalto sejam vistas sob a ótica do &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Tesouro Nacional&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, elas atingem &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;R$ 2,6 bilhões&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;É a quantia consumida no período por todos os programas sociais, como o Bolsa Família e o Fome Zero&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”, lembra o economista &lt;strong&gt;Ricardo Bergamini&lt;/strong&gt;, que realizou o levantamento no &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Tesouro&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;É mais do que os R$ 2,2 bilhões liberados para a reforma agrária.” “Isso mostra uma total inversão de prioridades&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com a chegada de &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Lula&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; ao &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Palácio do Planalto&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; o uso dos cartões de crédito &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;virou uma febre&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Em 2003, o governo gastou &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;R$ 3.811.259,48&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; com cartões, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;37,5% a mais do que no ano anterior&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Este ano as compras estão ainda mais aceleradas. Até 15 de junho, dia em que a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Secretaria de Administração da Presidência da República&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; pagou as últimas faturas ao &lt;strong&gt;Banco do Brasil&lt;/strong&gt;, os gastos há somavam exatos &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;R$ 2.665.977,20&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Nesse ritmo, o Planalto chega a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;R$ 6 milhões até o final do ano&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Secretaria de Administração da Presidência&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, subordinada ao &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ministro José Dirceu&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, que emite os cartões e paga as faturas. No governo &lt;em&gt;&lt;strong&gt;FHC&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, as faturas foram enviadas ao &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Tribunal de Contas da União&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; com a discriminação de cada compra, com a respectiva nota fiscal em anexo. &lt;em&gt;&lt;strong&gt;O governo Lula não tem feito o mesmo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Neste ano, na sua primeira prestação de contas, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;o governo informou somente o valor total das faturas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A lista das autoridades que receberam cartões virou um segredo de Estado&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Em abril, por exemplo, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dirceu&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;foi flagrado em São Paulo pagando um hotel com seu cartão corporativo. Mas seu nome – nem o de nenhuma outra autoridade – não consta nas faturas do Banco do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Na maior parte das ordens de pagamento, não há referência ao verdadeiro dono do cartão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há um grupo de 16 funcionários do &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Palácio do Planalto&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; cujos nomes aparecem tanto nas faturas quanto no Siafi. São eles os ordenadores oficiais de despesas. Estão encarregados de suprir todas as necessidades do presidente, de sua família e dos ministros palacianos. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Trabalham com agilidade e compram sem licitação&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dentro dessa turma, há um grupo especial, o dos “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;ecônomos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”. O termo foi criado no &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;regime militar&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, quando ajudantes de ordens andavam com dinheiro vivo no bolso para pagar despesas dos chefes. Hoje, nas viagens presidenciais, os &lt;strong&gt;&lt;em&gt;ecônomos do PT&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; estão sempre perto de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lula&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, alertas para todas as despesas. Um deles, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Adhemar Paoliello&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, é da nova safra do partido. Em seu nome, há faturas de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;R$ 79.235,21&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. O &lt;em&gt;&lt;strong&gt;ecônomo-mor de Lula chama-se Clever Fialho&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Era um funcionário do protocolo nos tempos de FHC. Também chegou a cuidar da legalidade das licitações. Suas faturas em cartões somam &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;R$ 641.225,54&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outro ecônomo de destaque é &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Anderson Aguiar&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, com faturas que somam &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;R$ 192.400,62&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. O último ecônomo de Lula chama-se &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Josafá F. Araújo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, um agente administrativo que começou como datilógrafo. No governo Lula, já pagou &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;R$ 185.770,46&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; em despesas do presidente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;(*) por Hugo Studart, publicado na revista para assuntos econôicos "&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;DINHEIRO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;"&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;[*] Vejam o quão magnânimo chega a ser nosso actual &lt;strong&gt;Presidente da República Federativa do Brasil&lt;/strong&gt;. Se equipararmos todos os&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Presidentes da República&lt;/strong&gt;, sem exceção juntamente com o nosso último &lt;strong&gt;Imperador&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Sua Majestade Dom Pedro II&lt;/strong&gt;, veremos que&amp;nbsp;foi na Monarquia o apogeu de respeito e idoneidade às coisas e ao erário públicos.&amp;nbsp; A res pública era indubitavelmente mais respeitada e fiscalizada no Império do que na república que nasceu de uma traição!!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Uma vergonha, simplesmente, um a vergonha o que se passa com esse país!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;por Isaac Katan&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109016936196386579?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109016936196386579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109016936196386579' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109016936196386579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109016936196386579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/07/o-custo-da-presidncia-da-repblica.html' title='O custo da Presidência da República'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109005785941223163</id><published>2004-07-17T12:43:00.000+03:00</published><updated>2004-07-17T12:50:59.413+03:00</updated><title type='text'>A IMPORTÂNCIA DE SABER OS NOMES</title><content type='html'>Zilu perguntou a Confúcio: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se o rei &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Wen&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; o chamasse para governar o país, qual seria a primeira providência? &lt;br /&gt;- Aprender os nomes de meus assessores. &lt;br /&gt;- Que bobagem! Isto é a grande preocupação de um primeiro- ministro? &lt;br /&gt;- Um homem nunca pode receber ajuda do que não conhece, respondeu Confúcio.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Se ele não entender a Natureza, não compreenderá Deus. Da mesma maneira, se não sabe quem está do seu lado, não terá amigos. Sem amigos, não pode estabelecer um plano. Sem um plano, não consegue dirigir ninguém. Sem direção, o país mergulha no escuro, e nem os dançarinos sabem decidir com que pé devem dar o próximo passo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Então, uma providência aparentemente banal - saber o nome de quem vai estar do seu lado - pode fazer uma diferença gigantesca.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O mal do nosso tempo é que todo mundo quer consertar tudo de uma vez só, e ninguém se lembra de que precisa de muita gente para fazer isso.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;por &lt;em&gt;Confúcio&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sigamos sempre Avante! Avante!!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6811456-109005785941223163?l=sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/feeds/109005785941223163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6811456&amp;postID=109005785941223163' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109005785941223163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6811456/posts/default/109005785941223163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sigammeosqueforembrasileiros.blogspot.com/2004/07/importncia-de-saber-os-nomes.html' title='A IMPORTÂNCIA DE SABER OS NOMES'/><author><name>Isaac Katan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02587694668948978716</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6811456.post-109000669510267801</id><published>2004-07-16T21:34:00.000+03:00</published><updated>2004-07-16T22:38:43.933+03:00</updated><title type='text'>Notícias d'além mar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Um texto bastante aclarador&amp;nbsp;sobre a restauração pela Dinastia de Bragança em 1640 direcionando&amp;nbsp;o retorno potuguês em busca às suas raízes seculares e que muito se assemelha as necessidades que por que passam o Brasil! (*)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Mensagem de Sua Alteza Real &lt;br /&gt;o Duque de Bragança (2002/2003) &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.reallisboa.pt/mensagem/mens20021a.jpg"&gt;&lt;/a&gt;No &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Primeiro de Dezembro de 1640&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; tornámos claro que queríamos ser &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Portugueses&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; estando na &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ibéria&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e não sermos Ibéricos estando em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Portugal&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;! Por estranho que possa parecer, a data que hoje comemoramos ganha este ano um significado especial porque no horizonte próximo se definem já os contornos de uma nova &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Europa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; que emerge da natural evolução dos tratados e em particular do alargamento da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;União Europeia&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; aos países de leste.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Que as propostas desçam à praça, que o fulgor doutrinário se expresse nos quadros partidários, que os tribunos clamem por novas perspectivas ou ensejo – tudo está certo, a democracia é isso mesmo. Todavia, em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Portugal,&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; sente-se sobretudo um grande alheamento em relação às questões fundamentais...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Os portugueses andam distraídos do essencial&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;e atentos aos detalhes do que menos importa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Verificamos que, ao longo dos anos da nossa vivência democrática, as opções fundamentais da política nacional, as que efectivamente conformam o Estado e determinam o seu futuro independentemente da circunstância eleitoral, nunca foram referendadas pelo voto popular – refiro-me à opção Institucional da forma do Estado – &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Monárquico ou Republicano&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, assim como as opções europeias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Isto ofende os princípios democráticos e desconsidera a capacidade intelectual dos portugueses&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas a realidade, tarde ou cedo surgirá com mais ou menos dramatismo e essa realidade que parece encaminhar-nos para o &lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Federalismo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, para o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Presidente Europeu&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e naturalmente para uma autonomia cada vez menor no perímetro das políticas nacionais já constrangidas pelas exigências da moeda única. &lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O que restará para a Pátria e para a sua defesa? O que restará para o caminho da nossa cultura se ela ainda existir, da nossa história se alguém ainda a conhecer?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vivemos num mundo onde o capital, o conhecimento, a técnica e as informações não têm fronteiras. Neste contexto, nós, isoladamente, temos poucas possibilidades de defender eficazmente os nossos interesses, nem nenhum País europeu está em condições de o fazer. E cada vez menos! A união das &lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nações Europeias&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; pode surgir então como defesa da nossa terra, das nossas instituições e dos nossos valores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas há que conservar o domínio do que constitui a essência o
